O Sol e o Vento
É preciso ter esperança no dia de amanhã,
Ele pertence a Deus e nosso salvador só faz coisas maravilhosas
As vezes passamos por momentos de angústias
Mas O SENHOR
Nos dá sempre a
vitória...
e nos mostra em sua natureza que ele tem planos melhores. Ele nos enche de abençoados mimos... é só esperar com Fé !
"- O pôr-do-sol é a prova de que os fins muitas vezes são lindos!"
PÔS-SE O SOL
Pôs-se o sol... onde a noite tece a teia
Da treva. E pouco a pouco aí desmaia
A última luz do dia, então, assim caia
Da escuridão que a pretidão incendeia
No horizonte estrelas no céu semeia
Pela janela a sombra deita na alfaia
O mirar no remoto lúrido cambaia
E a escureza do cerrado encadeia
Com o olhar na lua, rogo levanto
E, cheio de maculada melancolia
Anoitece, e não prendo o pranto:
Choro de encanto e tal a alegria
De tão ligeira cena e sem tanto
Em gratidão, por mais um dia!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12 de outubro, 2020 – Triângulo Mineiro
— Desconhecido 1: "O mundo é tão sombrio, não é mesmo meu amigo?"
— Desconhecido 2: "Sim, principalmente de dia."
— Desconhecido 1: "Por que de dia, se temos a luz do sol?"
— Desconhecido 2: "Porque as pessoas estão acordadas."
Entre ter o céu ou o mar
Escolho o por do Sol.
Não preciso nada pra mim
Quero momentos únicos,
Emoções verdadeiras.
Tudo que é eterno e efêmero
Pleno e único.
Lool lorpo
São,Caramelos de mel
Tacos e atacadores
Iscas de figado e fel
São lençois e cobertores
São nabos e nabiças
Cordeis e marionetes
Presuntos e linguiças
Triciclos e bicicletes
São,papagaios de papel
Bolas e bolinhas de sabão
Fisgas, de pau e de cordel
Penas, em leque, e de pavão
São ratoeiras e anzois
Policias e meretrises
Açorda d´alho e rissois
E umas sopas, de tolices
Cauteleiros e aldrabões
Varinas e amoladores
Carteiristas e intujões
Bancários e impostores
Andorinhas e gaivotas
Cangalheiros e caixôes
Pródigos e agiotas
Peraltas e pelintrôes
Pressagos e bruxaria
Seitas de todas as cores
Pais, nossos e avés Marias
Labregos e prégadores
São taxistas e porteiros
Palhaços e malabaristas
Abrem portas aos carteiros
saltimbancos e trapesistas
A neve cai, na minha rua
Veste-se de, um manto branco
Quando quizeres subir á lua
Sobe, em cima de um banco
Eu já vi um cego a ler
Um surdo a ouvir as notícias
Um maneta a bater palmas
Um coxo a fugir á policia
A chuva ,apodrece a vinha
O sol, queima o montado
A água alaga a vendima
E o calor azeda,o caldo
Quem bebe,para esquecer
Por um amor,que foi negado
Tornará sempre a beber
estigma de, ser seu fado
Vende agulhas e alfinetes
Esticdores prós colarinhos
Carabinas e Pistoletes
Ratoeiras, de passarinhos
É vendedor de bolinhas
Sorvetes e batata frita
Polvos com, e sem tinta
E petinga sem barriga
Tem carro,mas não tem carta
Tem cartão, tem dinheiro
É burro,mas não tem carga
É parvo a tempo inteiro
Valentim Casimiro
Enquanto tuas doces qualidades
estão a quarar
ao SOL ☀️ dos meus elogios
eu saio a viajar
pelo espaço da minha imaginação,
colhendo sonhos
pra viver contigo...
***
O ACENDEDOR DO DIA (soneto)
Lá vem o sol o acendedor do dia na rua
Este mesmo, rubro, que vem reluzente
Raiando no horizonte, turvando a lua
Quando o véu da noite se faz ausente
Parodiado a poesia, a prosa continua
Na energia, na quimera poeticamente
À medida que a luz aos poucos acentua
E a escureza da noite se vai de repente
Encantada evidência que Deus nos doa
Brilho que doira o dia e ilumina a vida
E que com tal esplendor nos abençoa
Assim, em nossa alma o amor insinua:
O bem, a fé, a felicidade a boa acolhida
Que na claridade com a gratidão tatua
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/07/2020, 07’22” – Triângulo Mineiro
O futuro distante me assusta, mas não os amanhãs, quase palpáveis. O pote de ouro no fim do arco-íris nunca me interessou, me intriga muito mais o que habita atrás do pôr do sol, na curva do horizonte.
Bom Dia!
Como um raio o sol atravessa a escuridão de ébano da noite e crepuscular se estende em ouro sobre a cintilância luminosa do dia.
8000 mil dias de aprendizado
Largado e acostumado,
A amanhacer o dia e ver o sol nasce enquanto meus olhos se fechavam.
Dia pra mim era noite e noite pra mim era dia
Dormia muito pra não acordar no pesadelo que eu vivia...
Quando conseguimos ver sol na noite e estrelas no amanhecer, está tudo certo, está tudo belo, o amor está no ar e você em meu coração. Os meus dias nunca mais foram os mesmos e as minhas noites sempre encantadas. O amor tem o poder de bagunçar as nossas vidas pra melhor.
“Um lindo por do sol, mas também um lindo dia nascendo. Uma música que alimenta a alma, mas também um silêncio que alivia. Uma gargalhada que nos causa euforia, mas também um choro que nos liberta da agonia. Um dia bom e cansativo, mas também um dia ruim e enriquecedor. Nem tudo o que evitamos nos faz mal. Se permita viver os momentos naturais necessários e tirar deles a melhor lição para te fazer bem.”
A vida é maravilhosa, apesar de ser um completo caos. Ela tem sua beleza,a maioria das vezes você não enxerga isso.
Mas se quisesse mesmo enxergar,teria respirado, teria visto o por do sol e o brilho das estrelas logo em seguida.
As mais temíveis correntes não são as que inibem os movimentos. Elas não são visíveis e atuam por dentro aprisionando nossa essência, impedindo-nos de ocupar nosso lugar ao sol.
A morte se veste de sol
A morte, essa ingrata, que cheia de empáfia e malícia se veste de sol e brilha todos os dias nas manhãs mais cinzas e sujas, como se fosse alguma espécie de tempero pra vida, já morna e sem sal de alguns, surge e caminha soberana pela avenida.
Num relance, ela te acena com um pisco doce, leve e suave e você ingênuo corresponde e vai, imberbe e juvenil e aparentemente cego e ou entorpecido, você abre a guarda se ajeita e a segue em busca de mais uma dose de seu próprio destempero, agora, também, seu próprio veneno.
A morte é a corrupção da vida e o corpo aonde ela se encerra, a ânsia e a arrogância são as celas que aprisionam os imberbes e os cheios de ligeirezas, a morte é safa e calculista, transita pelo caos das noites feito os boêmios e notívagos, sempre à espreita ela escolhe, acolhe e envolve as suas vítimas como quem se assenta em uma mesa de bar qualquer para o último gole e abraça o desconhecido como se já fossem íntimos. Amigo... A saideira, por favor! Vamos comemorar, hoje é um grande dia.
