O Amor Natural
Uma homenagem deve ser algo tão natural que o homenageado não se envaideça com ela. Quem se envaidece pela homenagem recebida, não a mereceu.
Temos que entender que o desencarne é um processo natural, faz parte da vida, todos passaremos. Aceitando que é uma passagem e não o fim, aliviamos a dor daquilo que acreditamos ser uma perda, o que de fato não é, pois a pessoa que amamos está conosco a todo momento, porém num plano diferente do nosso.
Para aliviar a angústia, trabalhe a aceitação e a compreensão da morte física.
Nossa energia (alma) se desapega do corpo físico e retorna ao plano espiritual.
Costumamos sentir a dor da partida e a alegria da chegada, mas as condições de ida e vinda são as mesmas, a energia (alma) chega no nascimento, reconhece ou não sua missão, vive no plano físico e quando é chegada o momento da despedida, desmaterializa e parte, num processo natural e todos sabem seu momento de partir, pois eles sentem o chamado do retorno ao lar espiritual.
Nunca peça mais do que você daria. E nunca aceite menos do que você merece! Tem que ser grato quem oferece e não quem pensa em receber.
Somos a própria Natureza e não estamos desconectados, feito meros expectadores de um mundo fenomênico natural.
Depois de um bom tempo ,permito a me explorar meus pensamentos.
Pensamentos que pensa e não pensa o necessário para poder parar de pensar.
Aqui nesse campo de guerra,que se chamam de sociedade,prefiro a quarentena.
Pasmado com a replica do não ser natural com o original, que é o verdadeiro real.
Trancafiado,olhando de longe o tempo e seus desejos a amasiados.
O mundo está repleto de pessoas medíocres ou vulgares. Os espíritos elevados são uma minoria. É natural que estes últimos vivam na solidão enquanto os primeiros estão sempre acompanhados de seus iguais, passando ao largo da solidão que tanto temem.
O Ciclo natural da Vida
A dor natural da Perda,
Se sente não se condena,
Ave que nasce se “Vae”
No canto que choras também,
Não engula o choro,
Deixe o pranto fluir,
Mas não esconde a esperança,
Do encontro eterno por vir.
A noite mais escura e vazia,
É a dor da perda no coração,
O reencontro não será em vão,
Fingimos até não ver,
Mas no fundo sabemos,
Nascemos para morrer,
O natural do homem é o erro, a fraqueza, a ignorância, a corrupção enfim, assim são todos sem exceção. Por isso não cabe a natureza julgar a si mesmo e sim cabe ao homem admitir que erra e ajudar seu próximo em sua fraqueza sabendo que estão no mesmo nível. Só a Deus cabe julgar.
Para as pessoas boas que passam pela minha vida,que estão na minha vida,que acreditam na verdade,simplicidade,amor e alegria que transmito,só tenho algo a dizer,isso tudo,vem de vocês,pertencem a vocês,a recíproca sempre será verdadeira,pois pessoas boas,atraem pessoas boas,o que é natural e acolhedor,contagia tudo ao redor e reflete aos olhos de DEUS!!
No percurso da vida é natural se contradizer em várias ocasiões para entender que o equilíbrio é estar no meio.
A evolução é um processo natural da qual você pode estagná-la, atrasá-la ou antecipá-la. Evolução é uma escolha.
A tristeza não existe! O estado natural
do ser é a plenitude a felicidade.
Mas o mundo atual nos faz busca-la
em coisas fora de nós e por isso
nos causa insatisfação, que nada
mais é que o seu ser, perdido
de si mesmo, da sua verdade!
Aprendi com Frei Ignácio de Larranaga a diferença entre peregrino e turista e escrevi um texto quando fiz o Caminho de Santiago de Compostela: “APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA (França, Espanha e Portugal)”, que está publicado neste espaço, no qual digo: “[...] o peregrino não sabe nada: aonde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. [...]”
Ao começar a me envolver, mesmo indiretamente, com a situação dos desabrigados em geral e daqueles que são vítimas de desastres naturais, esta minha visão se ampliou e, hoje, acrescento: O peregrino e os desabrigados não sabem nada: aonde vão dormir nem o que farão pra frente. Ao bater o cadeado de sua casa em estado de desabamento, ao deixá-la pra trás, quem assim o fez não está saindo para uma viagem de férias mas para uma viagem sem volta à casa que foi o seu lar. Para muitos e/ou para crianças que não estão conscientes da dimensão do desastre natural (enxurrada, terremoto etc) a mudança é como uma aventura de Sessão da Tarde na TV.
