Nunca Vou te Esquecer Filha
Nunca desista por mais dificultoso seja o que querer... Se um dia não der certo.. Não ira chorar por não teres lutado..
Morte culpada e inocente!
Morte nunca culpada, mas sempre presente, seja em tragédias ou no curso natural evolutivo da vida. Morreu de que? Pergunta frequente em todas as situações de “morte”, ninguém responde morreu de morte ou a morte matou, sempre existe uma justificada mesmo que inebriada de dor a morte logo e absolvida, morreu pela idade, por alguma doença ou morreu de um acidente, mas morreu de "morte" nunca é dito.
O medo da morte a raiva à sensação de impotência diante dela será certo ou errado ela não mata, mas exerce um papel fundamental nesta enigmática existência que é a vida, a morte em culturas antigas e comparada com um barqueiro que tem a função de transportar as almas.
A morte faz um papel que ninguém gostaria ou quer fazer, um papel necessário de acompanhar as almas, ao contrário do que se diz ou que já foi escrito ela não é o ceifeiro da vida, pois a cada morte existe uma justificativa nunca “morreu de morte morrida”, mesmo que incompreendida a morte é, e sempre será culpada, nunca será inocente.
Como em todo conto sempre existirá um herói e um vilão um não sobrevive sem o outro, a vida só faz sentido pela existência da morte, mesmo que trágico e cruel viver é um ato de ação e reação, de fatos e atos, eterna interpretação e incompreensão, uma viajem com várias paradas no qual o destino final de cada passageiro é a estação de nome morte.
O que se deve saber, que cada ser vivo que existe neste grande mundo tem uma missão e quando sua missão já foi realizada sua alma “espirito” evolui para outro plano, e não somos nós mortais em nossas limitações que iremos questionar o plano do Grande Mestre “Deus” e seu fraterno amor pelos seus filhos.
O tempo pode passar, todavia, nunca deixe de ser você mesmo (a). Aprenda isso de uma vez por todas e nunca se esqueça disso. Saiba, isso é o mínimo que você pode fazer por você.
Por vezes questiono-me; que hipotético grau de inteligência eu teria se nunca tivesse fumado, se nunca tivesse bebido, se tivesse cuidado da minha nutrição sempre de forma cuidadosa?
Orgulho tolo, que não me leva a nada e me impede de ser feliz, orgulho que nunca quis, mas está dentro de mim, orgulho minha ruína, me deixa ser feliz.
Demorei, mas compreendi a mensagem de Amado Nervo: “Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós.”
Era 2 de novembro, Dia de Finados. Fui ao Cemitério com a intenção de visitar o local aonde se encontram os restos mortais do meu filho, que partiu aos 20 anos de idade.
Havia muita gente em todos os cantos: grupos orando; pessoas andando como se estivessem passeando, pois conversavam animadamente; jovens com balde, água e flanela se oferecendo para fazer limpeza em troca de dinheiro; vigilantes parados como “estátuas”; um “clima” quase de “festa”.
Eu caminhava e via tudo aquilo com certa passividade, pois, para uma mãe, é difícil entender e aceitar uma perda desta natureza.
Em dado momento, os sinos anunciaram a Missa de Finados, que seria realizada às 17h na Igreja local. Foi aí que parei de caminhar, fechei os olhos, respirei, escutei o meu coração e me perguntei: "O que estou fazendo aqui? Missa de Finados? Como assim? "
A resposta que “chegou” pra mim foi: "Meu filho está vivo e eu ainda vou (re)encontrá-lo!"
Não tenho como explicar o que me aconteceu. Lembro-me apenas que era estranho estar no cemitério. Então, saí rapidamente dali, fui para o estacionamento, peguei o carro e, em vez de ir para casa, fui resolver uma situação do cotidiano.
Mas a saudade, o grande amor que ficou, me acompanhará até o momento certo.
Gratidão!
MÁGICO LIVRO
Sou um livro mágico
Que tu nunca leste, nem iras ler
Páginas recheadas de amor
Sou uma história que não conheceste
Disfarcei-me num livro de amor
Mas tu nem te deste ao trabalho
De olhar, de o abrir de o tentar ler
Se ao menos o tivesses lido
Terias amado e entendido o meu amor
Recebi abraços, sem ser os teus
Afinal escolheste outro caminho
E morreste sem teres lido
Ou vivido esse amor.
Horizontes
Antes de qualquer coisa
Cresça!
Aprenda e nunca se esqueça.
Recorde,
Se esforce,
E foge!
Do que faz mal,
do irreal,
Do vendaval.
Se fortaleza na amargura,
E não se esqueça da sua estrutura!
Não se arrependa do que foi feito
E amadureça no que não tem jeito!
Chore!
Chore sempre que tiver vontade…
Mas não mergulhe nesse pranto
Se renove!
E viva…Viva feliz!
Em Paz!
E siga em frente!
Quem se preocupa com a aparência das coisas, certamente nunca chegará à essência das coisas. Aparência é um cesto que se esvazia ao longo do tempo, enquanto que o outro cesto - essência - dependendo de como cada um o preenche, ficará um tanto mais cheio. Quem vai ser mais feliz não se sabe: somente cada um saberá conforme sua visão. Apenas não se deve esquecer que olhos atentos - espirituais ou não - sempre estarão a verificar a diferença. Quem não se importa com a opinião alheia pode ser até bom para si mesmos, acham. Um tanto diferente é o julgamento espiritual. Nessa vida, a diferença crucial é como cada um é lembrado e irá ser lembrado, apos a transição. No mundo espiritual haverá justiça, pura e simples. A dualidade está está entre o céu e o inferno, mas que ninguém se recuse a perceber: o céu ou o inferno já estão dentro de cada um. Ninguém padecerá no inferno que já não o tenha, assim como ninguém terá as benesses do céu que também já não as tenha. O céu e o inferno coexistem aqui. Tudo sempre será uma questão de escolhas.
