Ninguem Perde Ninguem
Entre amigos
Amigos: se é tão bom tê-los, porque perdê-los?
São a melhor parte de nós refletida nos outros.
Da vida os ganhamos e são verdadeiros tesouros.
Duram mais que diamantes e reluzem como ouro.
Mesmo longe, estão sempre conosco e desempenham diversos papéis.
Só eles nos dizem as maiores verdades e por isso, a eles somos fiéis.
Um verdadeiro amigo não se faz, se reconhece.
Para a vida não os afastar, um cuidado carece.
É assim porque na amizade, não existe no gostar uma obrigação.
É por isso que se diz que amigos são a família escolhida pelo coração.
Quando os amigos também são família, é bom.
Une-se o útil ao agradável.
Quando os amigos são vizinhos,
Toda vizinhança se torna mais amigável.
Quando os amigos também são amigos do namorado,
até o sair acompanhado fica mais amável.
Quando os amigos são de diferentes idades ou culturas,
a experiência é mais rica, e isso é aconselhável.
Não importa se são muitos ou poucos,
Pois diante de tamanha qualidade, a quantidade é variável...
Mas ter a sorte de viver entre amigos, isso sim é formidável!”
Set/14
Às vezes, sobram motivos e faltam razões... Mas não se deve inventar motivos para estar sempre perdendo a razão.
A vida respira, segue em frente e alça voo ao infinito, mas só a partir do momento em que não perde a capacidade de proporcionar emoções, de seguir em frente, talhando o próprio destino e quando vivida adornada de desejos de bem!
A gente se doa em cada gesto de carinho, em cada flor que oferece, se perde no outro quando ama, renasce quando tem o que viver
Muitos acham que o significado de amar equivale a ser dono da pessoa.
Podendo assim perde-la e causar feridas que talvez nunca irão cicatrizar.
Más o Amor tem de ser livre, respeitoso e caridoso!
Pois antes de querer ser feliz, tem que fazê-la feliz...
Tudo que se consegue muito fácil, vai fácil, se perde fácil e o valor é pouco perante ao que foi conquistado depois de muitas histórias e muita persistência...
Não procure um relacionamento, busque. Só procuramos o que se perde, e só buscamos o que está à espera.
Eu admiro quem se expõe
Quem sofre e puxa o cabelo
Admiro quem perde e grita
Quem sente a dor e sabe sentir
Se joga no chão e chora
Faz cena
Admiro quem sabe ser pra fora
Porque eu sofro pra dentro de mim
E é mil vezes pior
Todo dia esse suicídio
Quem dorme demais não ver o tempo passar. E de quebra; ainda perde as oportunidades que irão passar.
Fica! Eu já volto.
Vou reorganiza
Os planos, pra gente
não se perde de novo.
Vou demorar, não me
espere pra janta.
Conhece a ti mesmo, o convite a reflexão encimado no Templo de Delfos perde com o tempo a singularidade, perde a busca individual e personalíssima. Posteriormente a Gnose recupera mas entre o auto conhecimento entre Deus e cada pessoa. A filosofia moderna relativa tudo e cada eu, o ser com o conhecimento pessoal passa a ser e ter uma imensa subjetividade e relatividade perante seu meio. O caminho da racionalidade afasta nos da essência o Eu se fragiliza. Uma racionalidade que vive em paramentos de dualidade do celebro e do computador, acredita se em uma corrente binaria igualitária. Em suma ou é ou não é, ou é zero ou um. A neurociência e a proliferação das imagens e mensagens do mundo virtual tanto por ser uma ciência que promete de certa forma inconsistente o exercitar constante de nossas novas funções natas a cada individuo de diferentes culturas nos mais diferentes meios.
A mulher tem que ser como uma bala de menta desde o início até o fim, não perde o sabor e nem a sua essência.
" Quando se está triste até as coisas que mais lhe faz sorrir perde a graça, perde a cor e até o sentido..."
