Quem nunca sentiu ciúmes que atire a primeira pedra! Os ciúmes fazem parte de qualquer relação, seja ela a dois, dos pais ou dos amigos. É normal de vez em quando sentir que algo pode atrapalhar vocês.
O problema é quando este sentimento foge do controle e você se sente dominado por ele. Aí é hora de tomar as rédeas da situação e dar um chega para lá nos ciúmes. Confira algumas sugestões de como ultrapassar esse sentimento destrutivo:
1. Mantenha o controle

A pessoa que age motivada pelo ciúme pode ter reações muito impulsivas e dizer ou fazer coisas que poderá se arrepender mais tarde. Nessas horas, o melhor é apelar pelo seu lado mais racional, analisar a situação com cuidado e optar pelo diálogo saudável.
2. Evite fantasiar
O ciúme vê com lentes, que fazem grandes as coisas pequenas, gigantes os anões, verdades as suspeitas.
Camilo Castelo Branco
A imaginação é um campo fértil e perigoso para alguém ciumento. Saiba diferenciar a realidade das suas fantasias. Assim como você tem amigos, o seu parceiro também os tem e faz bem para os dois manter essas amizades. Com o passar do tempo, novas amizades também podem surgir para os dois e isto não quer dizer que a relação de vocês esteja perdendo a importância.
3. Faça as pazes

Se o ciúme bateu e a briga aconteceu, tudo bem, saiba reconhecer a hora de parar, deixar o orgulho de lado e fazer as pazes. A reconciliação é imprescindível para uma relação se manter forte. Saber reconhecer quando se está errado é a chave para isso.
4. Efeito oposto
O ciúme é o maior de todos os males e o que menos compaixão desperta nas pessoas que o causam.
François de La Rochefoucauld
Você já reparou que normalmente os ciúmes causam o efeito contrário do que se espera? Ao invés da pessoa amada se aproximar mais, ela acaba se afastando. Principalmente quando as crises são constantes. Claro que esse não é o objetivo do ciumento e, por isso, é bom ter sempre este sentimento domado.
5. Ninguém gosta de se sentir preso

Lembre-se que o seu parceiro está com você por gostar da sua companhia e querer passar momentos agradáveis ao seu lado. Ninguém gosta de viver às turras e apreensivo com quando será a próxima briga. Cultive o bem-estar entre vocês e não haverá motivo para ciúmes.
6. Fortaleça a sua autoestima
Perdoa meu ciúme, é só esse meu medo demasiado de que um dia você ache alguém melhor e coloque no meu lugar.
Charlie Brown Jr
A insegurança é um dos maiores estimulantes para os ciúmes. Se você estiver com a autoestima baixa, provavelmente vai sentir que o seu parceiro pode estar interessado em outras pessoas e lhe trocar. Confie nas suas qualidades e fortaleça a sua autoconfiança, não foi à toa que ele escolheu você.
7. Use a medida certa

Existem situações em que os ciúmes podem até dar um temperinho na relação. Mas tudo que é demais enjoa e é bom saber dosá-lo. Uma coisa é você dizer, assim que chegam em casa, que não gostou de como alguém se aproximou dele na festa, usando o assunto para seduzi-lo, por exemplo. Outra coisa é dar escândalo no meio da festa. Qual você prefere?
8. Evite a inveja branca
Inveja e ciúme são quase sinônimos, pois a inveja é a dor de não ter e se sentir dono. Ciúme é a dor de ter, ter medo de perder e não saber dividir.
Se alguém quem você ama está vivendo um momento muito bom, como receber uma promoção, fazer uma viagem de sonhos, ou vivendo o grande amor da vida, tente se inundar de felicidade pela pessoa e esquecer que não é você que está vivendo essa experiência. É difícil, mas é importante para manter a boa relação entre vocês, sem conflitos desnecessários.
9. Não cultive a possessividade

É bom sempre lembrar que ninguém é dono de ninguém. Não se deve ver o outro como sua propriedade, ou você como a dele. Ter quem se ama por perto é fruto da conquista e do acolhimento, e não de um sentimento de obrigação.
10. Não culpe o amor

Por fim, não pense que os ciúmes surgem de amar demais. Os ciúmes surgem das inseguranças e podem ser muito prejudiciais ao amor. Portanto, o melhor a fazer é fortalecer o amor, pelos outros e por si próprio, deixando de alimentar as desconfianças que, assim, deixam de ter motivos para existir.