Ninguem Perde Ninguem
Por quê?
Paira a poesia
Perde o poer
Pinta o passado
Pobre é passar
Plúmbea é o chover
Pude perceber
Se tudo gira, rodopiando em repetidos erros, enjoo-me, enojo-me.
Vômito à tudo que perde sentido, que zune aos ouvidos, que amarga a boca.
“Não faça do amor um jogo, pois em um jogo ou você perde ou você ganham e no amor podemos ganhar alguém e também se perder com esse alguém”
NO CUME DESSE AMOR
O que existe entre nós é maior que uma montanha,
Tão imenso que se perde na cordilheira de emoções,
Será sempre neste céu continental uma campanha,
Dos meus anseios imponentes fazendo elevações.
Amor! Sinta a minha altitude ofuscar sem façanha,
Entre os beijos culminantes que içam nas variações,
No cupido com valores que invade o corpo e banha,
E fortalece a cada segundo com claras vibrações.
Saiba que eu sou o teu caudaloso rio sem manha,
Amando-te nas margens dos desejos com promoções,
Serás o jasmim que floresce no cume e não se arranha,
Dos meus bons anseios imponentes fazendo elevações.
Neste conjunto de afeto e beleza, leva-me, e ganha,
O auriverde da minha vida que sai com mil paixões,
É tudo o que posso ofertar com zelo e sem artimanha,
Dos meus anseios imponentes fazendo elevações,
No pico fervoroso que incendeia, eres mi Valéria,
No cupido com valores que invade o corpo e banha,
Fortalecendo a cada segundo com claras vibrações.
As vezes à vida fica estranha.
Perde-se o rumo e por outras o caminho de casa.
A partir daí, só no resta tentar reecontrar às pessoas e às coisas que nos dão um rumo, um sentido.
Sabemos também que nem sempre é possível e o nosso prumo nunca mais será o mesmo.
"O amor, pela sinceridade, pode perder a quem ama, mas não se perde. Inexiste amor onde a conveniência permite humilhação ou mentira."
