Nem tudo que Balança Cai
e lá se vai o dia
cheio de emoção
sem fazer nada
só ficar deitada
descansando o coracao
balançando o corpo
e a alma estressada
da jornada diária
com sorriso no rosto
muita fé e amor
muito beijo e calor
muita paz e flor
para o dia de hoje
pelo presente divino
só tenho gratidão!!!
[...] não é qualquer coisa que me balança. Por isso admiro a força invisível do vento, que, primeiro me arrasta as folhas, e depois, meus quintais.
Ricardo F.
Quando a balança estiver desequilibrada um lado dela te fará você se encontra no lugar que se sentiu perdido
Justiça...
Nunca haverá justiça, enquanto a igualdade, não for o fiel da balança entre direitos e deveres.
Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura
Relação
Depois da poeira levantada, as verdades se assentam,
De repente, a balança ficou mais pesada para um lado,
O sorriso voltou a encantar, a dança ganhou um balanço novo,
Tentar sobreviver perdeu o sentido, agora o ritmo da música é viver e existir.
Balança
na balança dos julgamentos
eu aqui
você ali
seu lado pesado
desequilibra o meu
mas tudo bem
eu sou leve demais
para me preocupar.
ESCREVO QUE
Um dia vou enlouquecer o poema
Pelas espigas que o vento balança
Na dourada alegria do tempo
Em que se ceifava o trigo
Onde o corpo materno nos alimenta
Unindo-nos à terra fértil
De um qualquer inverno ou verão
Escrevo para que a lua cresça no meu peito
Escrevo para que a chuva nasça dentro de mim
Escrevo para que o amor floresça na minha alma
Escrevo que as palavras são virgens vindas de ti
Escrevo para ouvir as palavras que nunca ouvi
Escrevo que as letras formam a palavra amo-te
Escrevo com dor, com alegria em doce poesia
Pois de dia colho lirios, á tarde colho rosas
À noite colho o mel que a tua boca me dá
Num louco poema fértil escrito de mim em ti
Precisamos ajustar constantemente a nossa balança interna sobre o que realmente é bom e válido em nossa vida e para a sociedade.
Balança
Você balança entre
o meu coração,
e a minha mente.
É alegre, e triste ao
mesmo tempo.
Te vejo às vezes tão perto,
e em outras distante,
indiferente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B / São José do Rio Preto - SP
Membro Honorário da A.L.B / Votuporanga - SP
Membro da U.B.E
“Os gostos e opiniões, variam infinitamente... Nesse caso, uma balança, aliada a um saco para guardar coisas úteis, serão muito bem-vindos.”
Desculpa aí,mais, o meu lado da balança tá muito bem equilibrado. Então, não venha pesar toda a tua negatividade pra cima de mim. Que aqui eu sou prendada,o negócio é esse : ou você cai ou você fica. Cai do balanço ou fica no balanço. Só sei de uma coisa: meu equilíbrio ninguém tira não,o sossego de quem tem paz de espirito no coração.
Quando feliz, Ana Liz, balança o pé sem parar, ele, Everson, solta uma risada profunda como se o arco-íris pousasse sob a nossa cabeça, iluminando e colorindo quem somos. Desde que eles nasceram eu reenvientei o meu olhar sobre o mundo, as pessoas. Cada dia vivido ao lado deles eu reapreendo a reparar o encanto presente nas coisas miúdas. Ana Liz me olha como se enxergasse de fato quem eu sou, sem medo das minhas limitações. Everson me abraça tão forte como sentisse o meu coração, que pulsa às vezes com tanto medo. Ana Liz desde pequena aprendeu a gostar de todas as cores, a brincar sem diferenciar o que é de menina ou menino. Everson tem mania de contribuir com a mamãe nos afazeres de casa, "temos que ajudar os mais velhos, titia", diz ele. Cada encontro eles me ensinam sobre um mundo possível. Eles não se importam caso não os presenteio com coisas materiais. Eles não me pedem nada em troca. Como isso é bonito e raro em meio a tantas relações de trocas em que vivemos. É por eles, é pelas crianças que cruzam o meu caminho diariamente que eu sigo acreditando, o mundo novo é possível. Um dia, quem sabe, Ana Liz e Everson, cresçam em busca de um mundo mais justo e humano, para eles, para nós, para os que virão. Um dia, meus pequenos, enquanto isso, segura a mão da titia. Seguiremos sem perder jamais a capacidade de nos encantar, seremos crianças todos os dias do ano.
E essa balança temporal que te aflige.
Muito excesso de passado oscilando pro excesso de futuro.
Depressão e ansiedade que te levam pro escuro.
Minha mente meio tórpida balança entre o agora e o talvez, absorvendo possibilidades que quase parecem lembranças de tão intensas sensações que experimenta.
Meu ser meio adormecido, tenta agarrar-se a dolorosas ilusões que aos poucos se desfazem e escapam feito poeira passando por entre os dedos.
Minha mente, agora lucida, castiga-me com memórias forjadas, desejos inalcançáveis e abre reais feridas.
Meu ser já tão cansado, entorpece-se mais uma vez e minha mente volta a balançar.
Se somarmos um mais um em nossos acertos
Obviamente haverá um mais um em desacertos
Uma balança inconfundível aos nossos olhos
O ABRAÇO DO VENTO
Há o suspirar do vento
Que acaricia meus cabelos
Me balança
Me abraça por inteiro
Desse abraço não quero sair
Com ele quero fugir
Refletir sobre o alto
E nas mais belas lembranças
Perdidamente prosseguir
E um sonho de primavera
Que navega nesse peito
Sem correntes, É livre...
E de ano em ano
Dura um ano inteiro...
