Náufrago
Ela era um mar de possibilidades... um oceano de emoções .. mas o amor da vida dela era um náufrago...
"Andei procurando sentidos que pudessem levar-me do náufrago ao porto.
Desembarquei em ti Bahia.
Solo que me era pouco conhecido.
Pisei na tua terra, banhei-me em tuas águas, abracei teus nativos e respeitei tua mata.
De ti não quero distância, quero teu mel, tua pimenta, dançar com os Pataxós e fazer eternas lembranças.
Agradeço teu conforto, teu zelo, teu alvoroço,
que sem nenhum esforço faz de mim um todo".
Um naufrágo sem socorro invocar, assim somos nós sem poder gritar, submergindo em profundas águas desta vida, neste imenso mar.
AVESSO
Às vezes me apanha à deriva o peito.
Sinto-me náufrago querendo porto;
um ponto final buscando recomeço.
Às vezes não me entendo direito.
Somente me entendo quando torto,
ou quando vasculho meu avesso.
aqui no fundo do mar, em sombria água
busquei redenção como náufrago fantasma
para sempre vivendo nos versos esquecidos
na escuridão do fundo do mar em um livro
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
Naveguei em mar de sonhos, me encontrei como náufrago em devaneios dos meus pensamentos, ó amada minha eu procuro seu porto seguro para enfim ancorar meu coração sofrido.
NÁUFRAGO
Ah como amo o amor de amar como outrora
Que meus vislumbres ora
Na estopenda tarde
Ou nas argúrias sórdidas
Não deixe pro póstero
A amável saudade do amor
Que sinto agora
Escolheu demais, esperou demais e pensou demais. Agora jaz na ilha como um náufrago, a ver navios que não passam mais.
Solito, solicito e dividido
Acabo como náufrago
Inunda as imundas ocas deste corpo
Sofro de novo, mesmo sem adorno.
Cauteloso até demais para sair bem
Astuto e perspicaz, mas não está também
Caindo de repente novamente
Arcabolso de choro: tem.
Agora só resta navegar
Nas lágrimas de desta ilusão
Quem diria que iria mesmo pagar
Pelo que os irmão mente e coração criaram.
Náufrago
Estou naufragado em minha própria ambição
Ambição que me leva a loucura do estado mental
Não sei se vou conseguir continuar
Eu me sinto preparado para parti
Estou sozinho e eu não posso fugir.
AOS PERDIDOS
Como um náufrago
Perdido a deriva do oceano
A procura de algo no horizonte
Um minúsculo sinal de esperança
Levado pelas ondas
Sem ter onde se segurar
Vagando sem destino
E prestes a se afundar
Gritando por ajuda
Sem ninguém para ouvir
Sem ninguém para ajudar
Sem ninguém para o salvar
Lutando contra o tempo
Com suas últimas forças
Vendo sua vida se esvair
Sem esperança de salvação
...
É assim que você se sente?
(Escrever desfecho)
Náufrago
Perdido, desperta desalentado,
Com o corpo aspergido da água, salgado do mar
A areia conglutinada na face e nas partes nuas do corpo
Em meio à angústia proporcionada pela cena,
Vagarosamente coloca-se de pé,
Na busca da compreensão do que fazia ali.
Olha o entorno e vê uma ilha
coberta de vegetação mista, com árvores enormes e verdes
exala o perfume das flores: gardênias, jasmins, lavandas, cravos...
Sobressai-se o cheiro inconfundível de mel das álisso...
O silêncio ruidoso de sua mente é quebrado pelo canto dos pássaros: pintassilgos, canários, corrupiões, azulões e corruíras - uma mágica sinfonia.
O céu azul, cintilante, reflete nas águas mansas
Sente uma leve brisa...
Um náufrago, confuso, à procura de uma saída.
Mesmo que sua alma sinta a doçura do lugar,
Como desvendar o mistério e partir?
O que era eu? Pergunta-se
E o que é essa saudade de alguém, de qualquer coisa que angustia?
Busca explicações, mas só encontra um vácuo dentro de si:
Uma ilha cheia, mas ninguém para lhe fazer companhia.
Como aquela, existem outras ilhas desconhecidas,
Construídas por mãos divinas...
Vê seu reflexo nas águas...em seus olhos uma dolorosa instabilidade, sem sentido.
A brisa é fresca, monta uma fogueira
Nela coloca as impurezas da ilha,
Aqueles gravetos, as lascas sem razão.
Espera encontrar alguém, embora ainda não saiba quem...
Sentado imóvel, olhando na direção do horizonte,
Ouvindo os pássaros, sentindo o perfume das flores,
ainda sente como estivesse naquela ilha cheia de vida,
Que embora tão real dentro de si,
é um tesouro abstrato da sua imaginação.
Corpo despedaçado, atirado ao mar,
de um náufrago perdido no tempo,
tantas vezes esquecido, como uma melodia
cantada e entoada de um trovador,
peregrino num deserto de uma selva cidadina.
onde ninguém se conhece..... ou tem medo de ser conhecido...!!!
Deus é o meu porto seguro
como a ilha abraça o náufrago,me protege
Até a tempestade passar de uma vez
Navegar é meu canto, meu refúgio...entre pedras e areias naufrago de encontro as ondas, sou levada pelo vento, carregada pelo som da madrugada até a imensidão do mar.
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