Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Poeta egoista,Nem sempre se assemelha ao egotista,Sei lá o mundo está nas minhas mãos ou estou em algum lugar dentro dele ?,Mini paradoxo de espaço ou de tempo ?,Isso gera lucro então por que estou devendo,Se eu tentar me acolher alguém irá entender,Se a vida me derrubar foi por que eu mereci ou eu que me diverti ?,Um sentido contrário poderá ser mais correto que o próprio sentido certo .Onde eu estou, sendo que eu sei onde estou,Poderia apenas me encontrar nesse mundo ou me perder dentro dele,Isso é uma loucura o inimigo do meu inimigo continua sendo meu inimigo porém aliado,Dormir é aliado da beleza,Por que existem produtos de blz ?,um paradoxo sem fim e enquanto mais perguntas nos consomem.
Sim, eu sei oque sente, e sei o quanto é imenso. Eu entendo que você tenha se apaixonado intensamente mas me perdoa eu não posso te corresponder. Sim, eu sei como dói amar e não ser amado, beijar e não ser beijado. Talvez seja esse o fardo que todos temos que carregar, gostar e não ser gostado. Todos nós temos que passar por isso, mas meu amor eu já te disse e talvez seja essa a última vez que eu explique, o mundo que você quer me dar eu quero dar a outra pessoa. Desculpa!
Filósofo Sócrates...
Eu só sei que nada sei, foi a ironia;
Pelo melhor filósofo deixada;
Pois alcançar pureza pretendia;
P'ra nos legar a raça UNIFICADA!
Pelas elites, desconsiderado;
Por rico e pobre, por IGUAL tratar;
Foi pois, POR TAL; à morte condenado!...
Foi preço, que pagou por TAL DOAR.
Só ao UNIVERSAL, o valor dava;
Por à TOTAL união, valor dar;
Nada mais desta vida pretendia!...
Em tudo o que dizia e praticava;
Fazer vontade a torto nem pensar;
Que preso VIVER, “morto”; mais valia!
Com respeito;
Cai num buraco de lama,
nem sei bem porque caí,
ali, de um sapo era a cama!
bem rapidinho, ufa, sai...
Procura.
Estou meio perdido aqui,
Sei lá, vou por aí.
Quem sabe eu encontre alguém,
Talvez eu não encontre ninguém.
Estou procurando aquele ser,
Que me deixou sem entender.
Que me deixou sem você.
Talvez eu pereça de sofrer.
Estou à procura do amor.
E eu mudei por você
Deixando no lugar só o que você gosta
Me apaixonei sem perceber
E sei que minha vida agora tem resposta
Tudo o que sei
É que sinto-me mais cheia
Com o passar dos dias
Em que me deparo comtoda essa gente vazia
O corredor
Sei que a minha solidão
Chegarás ao fim
Quando te avistei naquele
Corredor bem próximo a mim
De repente estávamos
Sentados lado à lado
falamos do presente
E do passado!
Meus olhos te olharam
Meu coração palpitava
Sentia que já te conhecia!
E por ti me apaixonava.
Logo em seguida você teve que ir
Fiquei ali te olhando!
Você passando pelo o mesmo
Corredor que te conheci.
Odeio Pensar Em Coisas Que
Nem Sei Se Realmente Estão Acontecendo Comigo,Só
Sei Que Ultimamente Estou Tomado DeIncertezas.
Será?
A ironia de Sócrates- II
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia desde o em menino inocente;
até ao ensinar de um já velhinho;
fosse ele um rico ou o cá mais pobrezinho;
ser vivo, estivesse ele em nós presente.
Que bonita foi a tal dele humildade;
ditada em essa em si tida ironia;
dedicada a em nós tido pra aprender!...
Por em tal a nós tanto fazer ver;
tido em tão lindo ver, que em ele havia;
pra ver o em nós saber, mas de verdade.
Com prudência;
A ironia de Sócrates- III
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Sabia, por tanto em si bem saber;
da cá nossa tão grande dependência;
de todo um saber pré nossa existência;
que em tantos de nós houve em seu saber.
Por isso tu que pensas saber tudo;
por tanto em nós tão estares enganado;
atenta o bom dizer desse em nós ser!...
Tão tido em tão saber reconhecer;
o quão saber pequeno era o em si achado;
tido por tanto existir a em nós mudo.
Com prudência;
A ironia de Sócrates- IV
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia em todo o um já por nós sabido;
por estar na evidência comprovado;
após por tais ter sido confirmado;
um tal saber de tantos por nós tido.
Por isso tu que julgas mui saber;
tem cuidado e jamais cá te envaideças;
com o tanto por ti, já aprendido!...
Pois vires a ser com éFe podido;
cá por um ser que nem sequer conheças;
acredita que em ti, tem bom caber!
Com prudência;
A ironia de Sócrates- V
“Sei que cá nada sei” foi. pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia por bem medir da ignorância;
que em si tinha por tanto pra aprender;
por não passar em nós de um simples ser;
em meio de ensinar, tanta abundância!
Por isso tu se julgas que em tal cabes;
guarda tal e continua a aprender;
neste em de nós viver, tanto ensinar!...
Por mais saber, pra o teu poder estar;
muitas vezes em quem nem saiba ler;
por em tal, ter saber; que em ti não sabes.
Com prudência;
A ironia de Sócrates- VI
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo, deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia em por de nós parte fazer;
aprender, pra na vida triunfarmos;
porque se muito sábios nos julgarmos;
desse bom perderemos o prazer.
Daí este da retórica mestre;
um dia pra todos nós decidiu;
tal deixar em de si tão pouca escrita;
Inscrito em ironia tão bonita;
todo esse tanto saber que adquiriu;
pra que essa humildade, a todos nós preste.
Um deslise
Algo me corroi que nem corrente
Me doi que nem sei explicar quando perguntam o que foi
Me entristece e me enloquece
Estou aflito, que correntes são essas que tanto me apertam
Me sinto no esuro no vazio
Não sei o que sinto mas eu tenho a certeza que sinto!!
Inspiro e expiro que nem uma corrida mas estou perdendo
Estão sugando meu ar não sei o que fazer, não sei se paro de respirar mas corro o risco de não voltar a inspirar
Onde estas alegria nesse momento que mais preciso de ti, me ajudem estou agustiado estou sentido estou em chamas, estou perdendo, eu não sei o que fazer eu não tenho dominio do meu corpo não agora!!
Estou ficando mais frio já não estou em chama . estou molhado e não consimergulhando em dor não é normal, não consigo falar nem resprar estou me afogando e muito rapido , estou confuso em um momento eu queimava noutro me afogo em agua, não sei o que aconteceu estou perdido estou sozinho, onde estao todos voces que disseram que estariam comigo, estou enfrentando isso sozinho, estou ficando cansado eu tenho que desistir, já não consigo resistir é demais pra mim estou sentindo de nov...
Filosofando.
Desigualdade humana...
Na emana filosofia...
Nem sei se vivo no mundo antigo...
Ou moderno...
Acho mesmo que isso tudo aqui na terra...
É apenas uma ilusão...
Vivemos e morremos...
Nascemos chorando...
Crescemos amando...
Sem pensar em um insano demasiado labirinto...
Aos poucos...
Vamos nos aperfeiçoando...
Entre risos e alegrias...
Filtramos os bons momentos....
Vou eu como escritor...
Vou com algumas filosofias...
Embora não sendo um filósofo...
Dou meus arremates....
Não penso em Vitória...
Não penso em empate...
Por enquanto...
Só peço que não me batam...
Vou tirando aos poucos...
As ferpas que me atiram...
Apenas quero eu...
Beber das gotas de orvalho...
E assim vou criando meus atalhos...
Sobrevivência...
É tudo...
E isso...
Me faz...
Viver o presente...
E nem esquentar com o futuro....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Vagando na órbita
Um aperto na alma..
Uma lacuna aberta...
Nem sei se explicarei essa inspiração...
Ao morrer por dentro...
Fiquei acordado por fora..
No mar ou na terra....
Um barquinho que navegava...
Um verso depositado na caixinha...
Uma vida que surpreendentemente
acabou a minha convulsão...
Um suspense no ar...
Dramático e cauteloso...
Pisando firme e quase fora do chão...
Sem dor...
Sem pavor....
Enfrentei um estado de coma perverso...
Apaguei a luz....
Por anos...
Não apertei o botão....
Aflito...
Ja em estado de decomposição...
Reli uma carta escrita...
Ao terminar de ler...
Percebi que o botão estava com oxidação...
Nessa hora...
Tive uma louca sensação...
Quase morto....
E vagando na órbita da minha imaginação...
Ouvi uma voz me dizer...
Morrer...?
Pra quê...?
Se tu podes ainda ser a solução...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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