Nao quero te Perder Devido a Distancia
O que é o mal ou bem?
R:São algumas ações ou reações devido algum ato primário ou secundário etc e bla bla bla...
O devido princípio para uma ação até uma criança acerta. Já o cálculo das consequências mesmo sábios erram.
Á o que tenho valorizado?
Por muitas vezes me questiono se tenho dado o devido valor às dádivas de Deus a mim concedidas. Tenho sido justo com Deus e com meu próximo? Preciso ser mais flexível? A humildade meditação e oração reduzem os danos dos dias menos favoráveis, isso diminui meus problemas e frustrações, porém acho que ainda preciso de algumas gramas para alcançar meu equilíbrio perfeito na balança da vida.
Precisamos entender que tudo vai ocorrer no devido tempo.
E por mais que achamos que aprendemos tudo na vida, sempre virá uma situação que não estaremos preparados.
Devido a quebra de acordo e desinteresse do governo em negociações para emprego dos desempregados. Iniciaremos uma petição extrajudicial para cancelamentos de suas mamatas!
Te perdi para perceber quão burro fui, mas peço para voltares de forma a receberes o seu devido valor.
Boa Noite.......
Só vai conhecer as verdadeiras cores da sua vida, quando der o devido valor ao que cada uma delas significa para você.
"... Minha dificuldade em ser permanente sempre volta pra você, devido aos dias que vão me atravessando e minha fome de mundo... Minhas lembranças sempre querem começar tudo de novo... No meio disso tudo só estou lembrando das coisas que entram na gente e vão até o fim..." (...)
O pequeno criador
Quando a fêmea ficou sozinha devido à morte do macho, passou a esconder-se na mata perto de um pequeno rio de águas mansas.
Todo final de tarde chegava ela.
Com gestos desconfiados comia seu trato e ia lentamente desaparecendo pelo costado da cerca.
O menino que lhe servia comida, muitas vezes a seguia. No entanto, nunca descobrirá onde era seu esconderijo. Tinha medo de adentrar a mata fechada e ser notado por algum animal selvagem, que segundo ouvia, seria perigoso.
De manhã ninguém via a ave. O menino despertava e corria. Percorria o caminho da casa até o rio na esperança de encontrar, ao menos alguns ovos, num ninho, que pensava ele, seria bem ornamentado com folhas e palhas.
Um dia a ave não apareceu para a alimentação habitual. O menino ficou preocupado. Acreditou que ela deveria ter ficado no mato devido ao cansaço que era subir a ladeira que levava à casa da família. Porém, no segundo dia ele pensou que estivesse acontecido algo de grave.
Mal amanheceu o dia se pôs a procurar. Jurou que não voltaria sem descobrir o que estava acontecendo.
Ouviu um barulho. Em seus olhos brilhou a esperança. Parou. Baixou a cabeça e viu por entre a mata pequenas aves. Aproximou-se. Sentiu-se muito feliz. Tentou apanhar uma, mas foi barrado pela mãe ave. Deixou todos ali e saiu em disparada. Entrando em casa abraçou a mãe. Entusiasmado pediu comida. A mãe disse que o café estava servido.
-Não, comida para os patinhos.
Já com o alimento para seus pequenos amiguinhos, sumiu na mata cantando e pulando.
Pura felicidade.
Quando chegou às margens do rio, mal pode ver aquela unida família que descia pelas águas lentas. Chorando largou a comida na água e abanou para os nadadores.
Encaro a vida com o devido espanto de quem experimenta tal absurdo pela primeira e única vez em bilhões de anos.
Em terras abrangentemente secas, onde o amanhã reside na esperança, os cactos, devido às suas capacidades evolutivas, sobrevivem sem a necessidade de aceitar a própria derrota.
Quando pensamos que tudo irá pro seu devido lugar, sempre acontece situações onde lhe faz pensar que o seu lugar já não è mais ali, que você esta bem distante da sua realidade
