Nao Mereco esse Amor

Cerca de 764571 frases e pensamentos: Nao Mereco esse Amor

⁠Jesus,
salva-me de mim mesma,
pois tem sido esse o meu maior adversário.

Inserida por VeluBA

⁠Ela tem estilo próprio.
Se veste de simplicidade.
Esse é seu estilo de vida.

Inserida por VeluBA

⁠Ela tem estilo próprio.
Usa a linguagem da simplicidade.
Esse é o seu empoderamento.

Inserida por VeluBA

⁠⁠Na vida, e na alma, independente da decisão é preciso escutar a voz do coração, esse de forma emocional as vezes nos faz bem, e outras no deixar se dá mal.

Inserida por romulosilva36

⁠Sempre que vens com esse sorriso de lado, meu bem, consigo flutuar antes mesmo que seus braços me amparem nesse casulo perfeito.
Ana Oliva

Inserida por AnaOliva

⁠Tudo passa, a vida passa,as coisas sultis passam sem perceber,mas esse ponto de lacuna deixo para vocês perceberem a sua própria lógica nessa existência.

⁠Incentivar para a conquista através da luta é uma ação louvável. Contudo, quando esse "incentivo" parte daqueles que negam direitos, a ação se torna contraditória, um insulto! Olhemos para trás para não esquecermos que o presente e o futuro com garantias de direitos são a representação da valorização humana.

Inserida por vicente_culino

⁠Pode dormir tranquilo
Que esse choro vai cessar
Quando o sol nascer
E aí você vai perceber que tudo fez sentido

Inserida por pensador

⁠"Talvez esse seja um dos nossos maiores desafios como humanidade: nos sofisticarmos ao máximo para dominarmos a nova configuração -- mais tecnológica e complexa -- de mundo, sem perdermos a nossa essência humana."

Inserida por marthagabriel

⁠superei?
esse dilema me

``como superar tal pessoa?``

vi ele hoje com os amigos

eu to suave

só que vieram vários pensamentos isso é normal?

provavelmente não
provavelmente sim

não sei

Inserida por bea202018

⁠Brasil: emaranhado e tumultuado mundo transparente
Aqui meditando que porra louca é esse mundo, cheio de escândalos profundo, transparente e escondido, um mundo surreal, o semblante do meu Deus, o oposto satânico marginal, de tudo se experimenta, a mais doce criatura, a inocência de uma criança, da mais vasta lambança, a malícia mundana, a matança genocida, uma orquestra pejorativa, meu Brasil, que seus filhos habitam em morros, favelas e periferias, estrangeiros nos grandes bairros centrais, fingindo de inocentes estrangeiros nas bacias de riquezas, que dia a reserva raposa do sol no Acre, o que dizer de um simples cidadão nordestino, com documentos surrupiados e um montante de empresas abertas por imigrantes chineses, duas empreiteiras nacionais degoladas e as licitações reféns de empresas estrangeiras, esse corpo de importações que nos faz pagar pela moeda corrente externa de alto valor e o real que recebemos pulverizado pela miséria, meus irmãos, cidadãos, povo brasileiro se posicionando por figuras fugazes, falo do retrato que todos enxergam, a profunda desigualdade de uma população, se não tem comunhão, não tem vida, elite sem visão que atende um padrão de teor umbilical, dinheiro, poder e carnaval, nesse emaranhado, tudo tumultuado, que não ignore minha gente, tudo isso e muito mais que se encontra transparente.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Eu já sofri bastante. Dessa forma eu choro. 18 anos mas cheio de experiencia. Para manter esse seu lindo sorriso, prefiro sofrer e assim chorar sozinho. Pois eu não guardo rancor.⁠

Inserida por k1ngo

⁠Eu sou louca? O que é louco é esse mundo que se recusa a me deixar ficar com você!

Inserida por pensador

⁠O blá, blá, blá da conversa

Blá, blá, blá conversa fiada
Larga esse papo
Cuida da sua vida
Tu tem a língua de trapo!

Fala mal de todo mundo
Inventa uns absurdo,
E tem gente tonta que acredita
nessa língua venenosa e maldita!

Não sente um pingo de remorso,
mas obeserva bem o seu dorso
Tem aí um peso da sua cruz,
mas você não crê em nada, nem em Jesus!

Mas, como Deus sabe de tudo...
Você só se faz de tão sabido,
contudo, tens muito que aprepender
e possa Nele crer e o bem fazer!

Maria Lu T. S. Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠O Mestre tá chegando aí, e o controle de tudo está em suas mãos
Todo esse sofrimento vai passar, Jesus tá chegando pra acalmar
Não tenhas medo, Ele tem milagre pra te dar

Inserida por pensador

⁠Está doendo. Odeio esse sentimento. Queria poder fazer alguma coisa. Gosto muito desse garoto, mas agora não posso fazer nada. Nunca mais vou gostar de alguém. Por que eu quis ser adolescente? Foi um erro.

Inserida por pensador

⁠O egoísmo é o lastro mais pesado que a terra pode oferecer pra aqueles que se prendem a esse planeta de provas e espiações, é a nota zero! Seus frutos são: ciúmes, avareza, vaidade, calúnia e as demais misérias materiais que adoecem o corpo e atrasam a mente! É um peso que enterrará o espírito nas profundezas da terra!

Viver⁠

Vivo por esse sorriso,
vivo pela coragem de arriscar,
vivo pelo medo de tentar.
Por muito tempo a vida foi o planejado
e por pouco tempo a vida foi o improviso.
Com o tempo ela te entrega sorrisos
e com o tempo ela os tira de você.
Tal força vem de você,
me conta sobre uma vida sem preocupações,
mas você sabe que ela não existe
e que sempre será altos e baixos,
até que se encaixe no lugar certo
e verá que tudo está em seu lugar.

Instagram: @poemas_da_vida_sao_fantasia

Inserida por Yasmin_Barros_Lucena

O nosso processo evolutivo precisa ser constante e se estender ao longo dos anos.
Esse segmento nos dá o autoconhecimento, ajudando-nos a definir nossas emoções.
O maior crescimento é a humildade, o reconhecimento dos nossos erros, o que nos torna cada vez melhores.
Quando conseguimos atingir o ápice deste conhecimento, alcançamos o equilíbrio e nos tornamos mais autênticos e conscientes.
No dia em que conseguirmos compreender que o respeito só se dá através do nosso próprio respeito, e que exalamos nossa verdade interna, percebendo que esse caminho é percorrido somente por nós, com certeza a busca será maior. Nesse momento, teremos a definição de tudo o que temos a oferecer e de tudo o que também desejamos.
Todos os auxílios para que possamos crescer, viver melhor e evoluir estão diretamente ligados à nossa disposição em fazê-lo, mas nossa consciência se torna cada vez mais distante desse processo.
À medida que vamos nos descobrindo, vamos nos interligando e nos conectando com Deus de diferentes formas, chegando ao âmago da nossa alma e à nossa essência.
Haverá transformação porque entenderemos tudo o que estamos interligados.
Vamos estender a mão à caridade e ao amor.
Olhar para os lados com mais atenção.
Haverá conciliação.
Quando passamos a agir sem culpa em nossos gestos, paramos de refletir e liberamos luz, tornando-nos perpetuamente conscientes de nossas ações, estagnando nossa evolução e afastando-nos da excelência.
Nossa caminhada passa a ser angústiante e desmotivadora, e nos tornamos devedores de nós mesmos, porque nossa consciência se afasta e para de expandir, pois precisamos estar em constante processo evolutivo.
Que possamos cuidar de nosso eu, pois só assim teremos mais condições de oferecer o melhor de nós mesmos e de irradiar também o melhor, passando a ter uma vida mais satisfatória e com mais qualidade.

Inserida por vercosa

⁠LARGA ESSE HOMEM

Por Nemilson Vieira (*)

O Galdino Caixa carregava a fama de ser preguiçoso, por não querer levantar uma palha. Estava difícil sobreviver na cidade daquela maneira…
Serviço havia, mas o homem não corria atrás do lucro.
Os filhos é a alegria da casa: primeiro veio Rita, Maria, José Caixinha como era conhecido.
Pelo jeito ia longe nessa procriação, mas havia de pisar no freio. Ainda moravam de favor numa casa velha arruinada, cedida por um conhecido, em Estrela do Indaiá.
A esposa Leonôra com dificuldades, segurava as despesas da casa como podia… Os meninos só ajudavam em alguns poucos serviços domésticos.
Até que Zé Sérgio, fazendeiro caridoso da Serra Boa, soube da vulnerabilidade social da família e se prontificou em ajudar. Convidou o Galdino a ser um caseiro seu, na fazenda.
Por lá poderiam criar os seus animais, plantar as suas lavouras… Tudo o que fizessem seriam da família.
Para Galdino o serviço de roça não lhe não dava ânimo…
Leonôra achou ser uma ótima proposta. De fome propriamente, não morreriam; disposição para o trabalho, não lhes faltava…
O Galdino para agradar à mulher e os filhos, não os ver em apertos, faria qualquer negócio… Aceitou a proposta.
Estabelecidos na propriedade, Leonôra logo deu de criar galinhas, porcos — coisa que não o fazia desde que fora morar na cidade.
Organizou um canteiro desativado que havia no quintal e começou a cultivar a sua hortinha caseira.
Logo já estava a morrer de saudade de Zé Caixinha, o seu único filho homem, que ficara a estudar em Estrela com a madrinha. Tempos depois, fora para a capital mineira; não havia mais estudos para ele no interior. A madrinha custeava os estudos e as despesas do garoto. — O tinha como um filho.
Galdino vivia num repouso quase
absoluto: a embalar-se numa cômoda rede armada na varanda da casa, o dia inteiro.
Leonôra não parava um só instante dos trabalhos domésticos. Cuidava das filhas, lavava as roupas, fazia o ‘mastigo’ do dia, num fogão velho de lenha. Ainda labutava na roça nas horas vagas.
Tudo dando certo conselheiros não faltavam à Leonora:
— Larga esse homem! Procure uma pessoa mais esforçada que lhe dê valor… Ainda tem homem bom no mundo…
Leonora só dizia:
— Sou feliz assim. Foi Deus que me deu ele; já temos três filhos maravilhosos. Às vezes ele arma umas arapucas, uns laços, e pega umas aves, umas caças, e nós comemos com os filhos e nos alegramos em volta da mesa. Serve para olhar a casa; vigiar a roça… Ainda me faz um carinho por vezes,…
Com as voltas que o mundo dá…
Galdino deu para fazer chapéus de cambaúba, uma taquara muito comum em mata de transição, abundante nos terrenos de Zé Sérgio. Aprendeu o ofício nem se sabe como!
Preguiçoso podia ser, mas, muito inteligente!
Fez o primeiro chapéu e o pendurou num prego na sala; aquilo era um sinal de respeito: havia um homem na casa.
Fez o segundo para o seu uso pessoal. Só o retirava da cabeça para dormir.
Outro para o dono da fazenda que o amou. Idealizou também versões femininas de chapéus, e as presenteou a esposa, as filhas, a patroa.
Gastava quatro dias para fazer um chapéu; que era vendido por dez cruzeiros na época.
Não parou mais com a sua fábrica de chapéus. A boa notícia espalhou-se por entorno da fazenda, distritos e cidades, estados. Além de uma beleza encantadora a durabilidade dos seus chapéus também eram algo extraordinário. Dizem que Galdino dava uma garantia de 40 anos ao freguês que lhe comprasse um chapéu. — Coisa nunca vista no mundo comercial.
Zé Sérgio dava-lhe toda a liberdade para que colhesse a matéria-prima necessária para a produção dos seus chapéus, nos seus terrenos. Os fregueses vinham de todos os lados para comprar e levar aquelas preciosidades.
Abriu pontos de vendas em algumas cidades e a demanda por seus produtos iam bem. Até dos outros Estados da Federação haviam encomendas.
O negócio crescia numa velocidade astronômica… O volume das vendas garantia-lhe uma boa receita.
A Rita filha mais velha do casal, não teve boa sorte: casou-se e foi-se para uma terra distante. Grávida do primeiro filho uma das paredes internas da sua residência, desabou sobre ela. — Numa briga do esposo com o sogro. Não resistiu os ferimentos e veio a falecer, com o seu bebê na barriga.
Maria aprendera a profissão com pai, e o ajudava na fabricação e vendas dos chapéus; no atacarejo na cidade.
José Caixinha graduou-se e passou a administrar os negócios da família.
Ao acompanhar o marido nos eventos que realizava Leonôra falava da garra, da determinação e da paciência que se deve ter com o esposo…
Se tivesse dado ouvidos aos conselhos de alguns, teria perdido um marido de ouro. — Dado com os burros, n’água.

*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário
(15:06:17)
Fli e Lang
Texto baseado em fatos reais, com adendos do autor.

Inserida por NemilsonVdeMoraes