Nao me Peca pra te Esquecer
O mundo é uma peça de teatro que se repete todo o tempo. O mundo quer a sua repetição. Só quando percebemos a nossa contínua reprise é que podemos nos modificar, e, assim, modificar o Universo.
Olhando para certas pessoas e pensando: sobrou peça na montagem e faltou o parafuso da noção.
Vilma Martins
A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.
A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.
É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.
O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.
O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.
A peça
mais ignorada da
era moderna:
a Liberdade de Pensar Por Conta Própria.
Na vitrine da era moderna, a peça mais ignorada não é rara nem cara: é a liberdade de pensar por conta própria.
Ela não falta — é caprichosamente deixada de lado.
Troca-se o esforço do pensamento pelo conforto da opinião pronta, o risco da reflexão pelo abrigo das certezas emprestadas.
Pensar dói, cansa e nos expõe.
Concordar, não.
Vivemos tempos em que repetir é mais seguro do que questionar, e discordar já até virou afronta.
A liberdade de pensar exige silêncio, tempo e coragem — três luxos considerados improdutivos numa época que recompensa barulho, velocidade e alinhamento.
Quem pensa por conta própria, normalmente desagrada.
Não serve bem a rótulos, não marcha em fila, não ecoa slogans.
Por isso, essa liberdade é tão evitada: ela nos cobra muita responsabilidade.
Obriga-nos a sustentar ideias sem muletas, a errar sem terceirizar culpas e a rever posições sem chamar isso de fraqueza.
Talvez o maior sinal de maturidade não seja ter opinião sobre tudo, mas saber quando ela realmente nasceu de dentro — e não do medo de não pertencermos à manada.
Na era dos excessos de informações e das verdades fabricadas, pensar por conta própria virou um ato de resistência extremamente silenciosa.
E, ironicamente, um dos poucos espaços onde ainda é possível ser realmente livre.
O ano que iniciará é como uma grande peça de teatro: se você entrar nele com o mesmo roteiro, a peça será uma reprise.
A peça que faltava...
Vivia por aí...
Todo dia,
A noite toda...
Tudo igual.
As pessoas eram as mesmas...
Quem se importa se acabei de conhecê-las?
Eram iguais a todos do convívio...
Só mais alguém na multidão...
Nada me tocava...
Nada me pertencia...
Não importava onde eu estava,
Era sempre o mesmo vazio.
Faltava algo...
Uma parte em mim...
Uma peça que eu nem conhecia.
Mas faltava...
Eu sentia...
Andava por aí,
Só por andar...
Vivia por aí,
Só por viver...
Dizem que isso é errado,
E quem quer saber?
Não fui eu quem perdeu a peça,
E nem sei se alguém a perdeu...
Ela só não estava aqui,
E não fui eu...
Um dia, eu a encontrei,
E, por distração, nem notei.
Comecei a ficar diferente,
A ver as cores,
Os dias estavam mais bonitos...
As pessoas começaram a ter mais valor...
E a noite, finalmente,
Me conquistou.
E um misto de alegria
E ternura preenchia tudo
Quando você aparecia.
Era uma completude.
Eu não estava errada,
Era mesmo quebrada...
Faltava um pedaço,
Eu já sabia.
Você era a peça que faltava
Desse meu quebra-cabeça
Chamado vida.
O mundo de ponta a cabeça e eu aqui deitado tentando montar peça por peça de uma história maluca... que nem lembro se vivi, se inventei ou se sonhei!
O erro é uma peça fundamental na vida do ser humano. O verdadeiro homem sempre erra e assume seus erros. A vida é um ninho de belos pássaros onde muitas cobras ficam cercando e tentando te destruir. Ser chamado a atenção é ruim , mas as vezes é necessário. O teu inimigo é o espelho da tua vida, ele sempre vai apontar os teus defeitos, pois sabe que num tem nem 1/3 da tua capacidade.
A vida é como se fosse uma peça de teatro, e por 9 meses nós aguardamos para entrarmos em cena.
Nascemos, vivemos, evoluimos e aprendemos. E nessa peça faremos de drama a comédia, e cada um de nós somos protagonistas da nossa história, que se interliga com outras histórias e dai forma essa grande peça, em que atuamos de acordo com os momentos e circunstâncias.
E ai chega o gran finale , as cortinas se fecham, os aplausos surgem e as lembranças ficam nas cabeças das pessoas que participam, e em nossas cabeças ficam as saudades dos que se foram e participaram dessa grande peça teatral....
Como dizem - A vida é muito importante para ser levada a sério...
Viva intensamente, pois é melhor se arrepender das coisas que não fizemos, do que se arrepender das coisas que fizemos.
Coração, peça um pouco de sossego.Sinta a falta de uma entrega, da sinceridade de minhas palavras.Liberte-se desses confusos pensamentos e me traga um pouco de tranquilidade.
Pense que hoje é seu aniversário. Então faça um pedido. Peça aquilo que seu coração mais anseia. Peça aquilo que você nunca pensou conseguir. Agora imagine entregar o seu pedido para alguém que sempre esteve ao seu lado, mas acabou te decepcionando. Alguém que estava com você e, no segundo seguinte, você nem queria ver. Não é fácil entregar o seu sonho para outra pessoa. Mas imagine que no ano seguinte você poderá fazer outro pedido, e aí quem sabe, essa pessoa estará ao seu lado para desfrutar de bons momentos, como sempre fizeram.
A vida é uma grande peça
de teatro, onde estamos expostos
a lhe dar com vários tipos de pessoas
e várias cituações.
Em cada entardecer, medite e agradeça a Deus pelo dia que se foi, e peça pelo dia que ainda ta por nascer, pois a fé move montanhas e seus desejos podem se realizar se você acreditar
“Se perder, aplaudes o teu adversário, mais se vencer nunca peça aplausos, tenha humildade e eles surgirão naturalmente.”
Quanto você vale?
"Peça para um publicitário descrever um botão de camisa, você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o “pobre” botãozinho.
Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada, aquela pessoa bem “feiazinha” que você conhece desde a infância e vai até pensar que ele está falando de outra pessoa.
O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas, transformando a fera em bela em instantes.
Peça para o poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre
divino no arrebalde da tarde quente onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente…
Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto, vai acreditar que em breve teremos a maior recessão da história e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver.
Agora, peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol, da lua, dos botões, das rosas e do amor para você ver.
Pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança geral.
Você sente a energia te contaminando, vai fazendo mal, vai te deixando sem forças, porque os desanimados, os reclamões e depressivos tem o poder “vampiresco” de sugar energias do bem e transformar em medo, e o medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até o mais simples pensar.
E você?
Como é que você descreve a sua vida?
Quem é você para você mesmo?
Como seria um comercial da sua vida?
Como você venderia o produto “você”?
Você é barato, tem custo acessível ou é daquelas figuras caras,daquelas que não tem tempo para perder com a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades?
Alias, você vive em que século mesmo?
São os teus olhos que refletem o que vai na sua alma, e o que vai na sua alma se reflete na qualidade de vida que você leva.
É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não.
Por isso, não tem outro jeito, seja o melhor divulgador de você mesmo, valorize-se, esteja sempre pronto para dar o seu melhor, com seu melhor sorriso, com sua melhor roupa,
com seu melhor sentimento, com suas melhores intenções, com sua gentileza sempre pronta para entrar em ação.
Seja OMO, BRASTEMP, Lux de Luxo, e se for chocolate, que seja logo Godiva, belga e caro, porque gente especial igual a você não existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.
V A L O R I Z E – S E!, não importa o que você faz, importa sim como você faz, isso sim, faz toda a diferença."
