Nao me Peca pra te Esquecer
Quando precisar de um conselho, nunca o peça para sua dor.
Ela pode até dizer alguma verdade, mas quase sempre fala em nome da ferida, não da vida inteira.
Peça a Deus força e sabedoria, pois as batalhas sempre existirão. Que a oração seja sempre nosso escudo, nossa proteção e nossa paz para seguir com fé e coragem em cada novo dia.
Minha mente é um quebra-cabeça sem imagem final, onde cada peça parece deslocada, sem encaixe possível, e ainda assim eu insisto em montar algum sentido, como se desistir fosse admitir que tudo foi em vão.
Olhe para o espelho e peça desculpas à pessoa que você vê ali por todas as vezes que a obrigou a caber em molduras pequenas demais para a sua imensidão. A imperfeição é o que nos torna conectáveis, é através das nossas rachaduras que a humanidade do outro encontra morada e sentido. O caos não é o presságio do fim, é o estado vibrante que precede qualquer ato de criação verdadeiramente sólido e transformador.
- Tiago Scheimann
A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.
Os anjos festejam de certo a necessidade humana
A proteção peça a divindade dos céus
Com o melhor de nossa fé...
O ano que iniciará é como uma grande peça de teatro: se você entrar nele com o mesmo roteiro, a peça será uma reprise.
Estou recolhendo os meus cacos. Vai demorar, mas prefiro ser um mosaico quebrado do que uma peça inteira no seu jogo.
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
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"O cérebro virou peça decorativa.
Hoje, cinco segundos de um boato bem inventado geram mais engajamento do que uma vida inteira de neurônios trabalhando."
A peça que faltava...
Vivia por aí...
Todo dia,
A noite toda...
Tudo igual.
As pessoas eram as mesmas...
Quem se importa se acabei de conhecê-las?
Eram iguais a todos do convívio...
Só mais alguém na multidão...
Nada me tocava...
Nada me pertencia...
Não importava onde eu estava,
Era sempre o mesmo vazio.
Faltava algo...
Uma parte em mim...
Uma peça que eu nem conhecia.
Mas faltava...
Eu sentia...
Andava por aí,
Só por andar...
Vivia por aí,
Só por viver...
Dizem que isso é errado,
E quem quer saber?
Não fui eu quem perdeu a peça,
E nem sei se alguém a perdeu...
Ela só não estava aqui,
E não fui eu...
Um dia, eu a encontrei,
E, por distração, nem notei.
Comecei a ficar diferente,
A ver as cores,
Os dias estavam mais bonitos...
As pessoas começaram a ter mais valor...
E a noite, finalmente,
Me conquistou.
E um misto de alegria
E ternura preenchia tudo
Quando você aparecia.
Era uma completude.
Eu não estava errada,
Era mesmo quebrada...
Faltava um pedaço,
Eu já sabia.
Você era a peça que faltava
Desse meu quebra-cabeça
Chamado vida.
Talvez um assassino peque menos que você, pois ele peca nas vezes que ele mata, e você, quantas mentiras tem contado durante seu dia?
Se alguém lhe xingar por sua culpa seja humilde e peça desculpa
ou perdão: isso é melhor do que
ser um arrogante.
Bom dia!
Sempre peça a deus so o necessário para o seu dia, pois amanhã será novo dia e novas promessas surgirão 🌹
Ery santanna
A vida sempre prega peça.
Mostra a alegria e o amor.
Depois tua alma engessa.
E conhece-se a dor.
Mas não há de ser nada.
Amanhã mostrarei meu olhar.
Construirei uma morada
Para minha alma sonhar.
Na advocacia, cada recurso é mais do que uma peça técnica; é a voz da coragem e da dedicação, capazes de desafiar os limites do impossível e provar que a justiça é alcançada por aqueles que não desistem.
