Nao me Peca pra te Esquecer
Vai com calma meu filho, reze a Prece da Serenidade, peça a Jesus para tirar todo o estresse que com certeza tudo vai passar. Viva um dia de cada vez. Só por hoje o amanhã a Deus pertence! Beijos e abraços de todos nós que te amamos muito.
Rumo à vitória:
Se você quer voar
Sem direção
Peça asas aos anjos.
Se você quer correr
Sem parar e desmaiar antes do fim
Peça um empurrão ao amigo.
Mas se você quer caminhar
Com fé e paz no coração
Segura na mão de Deus!
"Para a atriz de Hollywood, eu sou apenas um número. Para o destino, eu sou a peça que falta no quebra-cabeça da vida dela. Ela prefere os aplausos de estranhos ao amor de quem conhece sua essência."
A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.
A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.
É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.
O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.
O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.
A maior peça que a vida nos prega é revelar o verdadeiro valor do amor: querer, acima de tudo, que o outro esteja bem… e feliz.
A vida é como colcha de retalhos, onde juntamos cada peça como num quebra-cabeça. Às vezes precisamos parar ou ir mais depressa, de acordo com o momento, porém com altos e baixos, vamos delineando a nossa existência a cada pedacinho de vida que vivemos!
O ano que iniciará é como uma grande peça de teatro: se você entrar nele com o mesmo roteiro, a peça será uma reprise.
O mundo é uma peça de teatro que se repete todo o tempo. O mundo quer a sua repetição. Só quando percebemos a nossa contínua reprise é que podemos nos modificar, e, assim, modificar o Universo.
Minha mente é um quebra-cabeça sem imagem final, onde cada peça parece deslocada, sem encaixe possível, e ainda assim eu insisto em montar algum sentido, como se desistir fosse admitir que tudo foi em vão.
Olhe para o espelho e peça desculpas à pessoa que você vê ali por todas as vezes que a obrigou a caber em molduras pequenas demais para a sua imensidão. A imperfeição é o que nos torna conectáveis, é através das nossas rachaduras que a humanidade do outro encontra morada e sentido. O caos não é o presságio do fim, é o estado vibrante que precede qualquer ato de criação verdadeiramente sólido e transformador.
- Tiago Scheimann
Olhando para certas pessoas e pensando: sobrou peça na montagem e faltou o parafuso da noção.
Vilma Martins
Estou recolhendo os meus cacos. Vai demorar, mas prefiro ser um mosaico quebrado do que uma peça inteira no seu jogo.
A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.
A peça que faltava...
Vivia por aí...
Todo dia,
A noite toda...
Tudo igual.
As pessoas eram as mesmas...
Quem se importa se acabei de conhecê-las?
Eram iguais a todos do convívio...
Só mais alguém na multidão...
Nada me tocava...
Nada me pertencia...
Não importava onde eu estava,
Era sempre o mesmo vazio.
Faltava algo...
Uma parte em mim...
Uma peça que eu nem conhecia.
Mas faltava...
Eu sentia...
Andava por aí,
Só por andar...
Vivia por aí,
Só por viver...
Dizem que isso é errado,
E quem quer saber?
Não fui eu quem perdeu a peça,
E nem sei se alguém a perdeu...
Ela só não estava aqui,
E não fui eu...
Um dia, eu a encontrei,
E, por distração, nem notei.
Comecei a ficar diferente,
A ver as cores,
Os dias estavam mais bonitos...
As pessoas começaram a ter mais valor...
E a noite, finalmente,
Me conquistou.
E um misto de alegria
E ternura preenchia tudo
Quando você aparecia.
Era uma completude.
Eu não estava errada,
Era mesmo quebrada...
Faltava um pedaço,
Eu já sabia.
Você era a peça que faltava
Desse meu quebra-cabeça
Chamado vida.
Rainha num tabuleiro cego,
por que te moves como peça descartável?
Já te despi das correntes invisíveis,
Já te mostrei o nome da liberdade…
Não te encurtes agora,
Não depois de te expandires em mim.
Há reinos no teu olhar,
E tu aceitas migalhas?
És excesso de beleza,
Para viver na sombra da mediocridade.
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Rabisquei Poesia
