Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
la nave va
tantas filhas teria tantas Deus me enviasse
de dna de coração de alma de vida
não pudesse nunca ser papis, papito ou pai delas
passaria por aqui sem muito sentido
mas tenho esta divida contigo Senhor
um varão para me ser
e algumas lindas filhotas para sê-las
observar e ajudar, sem compensação
mas totalmente compensado
Grazie Dio...la Nave Va
piu
Ame quem você é
Seu corpo é sua nave
Cuide dele, ele te leva
Para todos os lados, cuide
E não se esqueça de se mover
Não se esqueça de fazer
Acontecer!
Amanhã vai amanhecer
E depois de amanhã
Depois e depois...
Sempre temos dias
Para percorrer, não perecer
Fazer, fazer e fazer
Ame, ame e ame...
Se muitos pudessem ver o teatro oculto do nosso espírito, não ficariam a exigir que nossos atos navegassem nos mares serenso da prudência. Se pudessem, ainda, devassar as cortinas que escondem nossas inquietações mais intimas veriam que a razão da emoção é a maior verdade de todas as verdades.
Estou precisando sair de "Órbita", Vejam bem, não é subir em uma espaço-nave e sair do planeta não, estou precisando de umas férias, respirar novos ares, sair da rotina, esquecer os problemas por 1 ou 2 dias, preciso relaxar, renovar-me, e assim então voltar com mais forças para encarar os problemas com mais ânimo... Alguém por favor me tire deste planeta?
A salvação não virá numa nave, esse é o falso messias e o anti-cristo.
Existe ao todo doze tribos, doze raças e doze dinastias, sendo três não mais que uma.
O corpo não é feito todo de pé, logo as pessoas não são iguais, também não existindo o conceito de unidade.
Não precisamos de um mundo sem fronteiras entre nações, precisamos na verdade de pessoas com livre passe e que se ajudem em ações de graça.
É preciso valorizar o esforço, há pessoas que ganham um denário por folha que assina e há pessoas que pagam o denário com o dizímo.
Nunca se satisfaça com o lugar que alcançou, vá com a cara ao pó enquanto há tempo porque os menores são os maiores.
A parábola para o que têm entendimento é conselho de sabedoria, mas para o tolo não há entendimento.
O Senhor concede sabedoria e prudência aos que pedem, mas a vitória se dá pelas obras.
A ciência também afirma que os antigos viviam mais tendo menos, mas na visão da verdade os antigos tinham mais e nós menos. Lembrando que pisamos a mesma terra.
Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.
Não sou emoção
Abrindo as janelas da alma...
Vejo o planeta ser diferente...
A nave do meu olhar vai seguindo...
As asas estão semiabertas..
O relógio é o compasso...
A inspiração emerge...
Sinto o vento soprar...
Direção reta...
Desafio até gravidade...
Aclives ocultos estão as espreitas...
Não posso vê-los...
Mas sei que muitos estão á minha espera...
De pneus borrachudos...
Subo sem precisar me desgastar...
Na métrica sem medidas...
A flecha foi lançada...
O alvo é invisível...
Minhas emoções ficam para trás...
Não posso viver assim...
Emoções não....
Cada metro alcançado....
Já é uma Vitória...
Dou um autografo na união estável para meu pensamento e o meu coração....
Unidos e registrados...
Meu pensamento sempre prevalece...
Multiplico as inúmeras vezes que ele se debate...
Sinto o Real sabor da vida...
Renovando a cada segundo...
O ponteiro...
Onde o tic-tac não compreende direito...
Furioso ele me diz...
Como...?
Como consegue ser assim...?
Utópica não é essa poesia...
Por eu não ser emoção...
Vivo pelo menos em paz...
Com minha própria ilusão....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Ao Olhar Para o Céu, Não Procure Por Nenhuma Nave, Cometas, Asteroides, Olhe Para o Céu Veja e Sinta o Poder De DEUS.
... Vislumbro delírios
Em uma nova aurora
Nave que tanto sonhos decolam
Na busca de algo que não se sabe agora.
"Nave Negreiros não tarda a chegar
Muitos morrem sem te encontrar".
A NAVE
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Minha mala está feita, não sei quando vou,
mas a lida está leve; sem tanto a fazer,
só me dar ao prazer de sentir essa brisa
de além-mar, além-chão, além sonhos daqui...
Já deixei de querer o que a vida requer,
desejar o que o mundo promete aos meus olhos,
quero ver a passagem da estrela cadente
que anuncia e desenha o caminho a seguir...
Deixo a mala em seu canto e desfruto das horas;
o que tenho a fazer é deixar que se faça
e tomar uma taça de bebida extra...
Minha nave projeta sinais evidentes;
minhas unhas e os dentes desgarram do chão;
não há pressa nem praça, mas estou aqui...
Em uma sonhada nave, milhões de cápsulas individualizadas, isso necessariamente, não impede que os participantes, sintam a interferência das ondas magnéticas, dos gostos alheios, na hipo central, é que me "tremo toda", dependendo da emissão, o sujeito pode até virar objeto, mas, sua imaginação é fértil.
Chic mesmo é ser honesto e viver com o que você tem, sem cobiçar a vida do próximo e sem roubar de ninguém!
O tempo já foi verde,tao verde que se existia beleza,naturalidade, alegria por trás das cores das linhagens e por fim das conformidade. Já se foi o tempo bom,o tempo da alta astralidade da pura alegridade.
