Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Cerca de 628669 frases e pensamentos: Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

Dúvida.
Família rima com ilha, amigo rima com abrigo .
A ilha é isolamento, abrigo aconchego
Isolamento é solidão, aconchego união.
Solidão é muito triste, aconchego não.
Tristeza é angustiante, aconchego gratificante.
Família a gente tem, amigo conquistamos.
Família tem preferências, amigo cumplicidade.
Família tem hierarquia, amigo...só alegria.
Então chego à conclusão que bons amigos;... família são.
(ECBT) maio de 2013

Inserida por ECTB

"É das agruras da vida que tiro inspiração. Foco no que vivi de bom. Escrever é solitário, mas retrata minha alma.

Inserida por ECTB

"A velocidade do teu milagre depende da velocidade quê você se entrega a Deus"

O ENVELHECIMENTO NUNCA ME ASSUSTOU.
EU SABIA Q SE EU Ñ FOSSE PARA JUNTO DE DEUS,
ELE SERIA UMA COMPANHIA INEVITÁVEL.
Ñ PENSAVA EM COMO SERIA, NAS RUGAS QUE TERIA,
NOS COSTUMES QUE ADOTARIA...
PENSAVA QUE SERIA EU, SÓ QUE COM MAIS IDADE.
HJ, POR VEZES, ESSE ENVELHECIMENTO, ME APAVORA!
AO MESMO TEMPO, SINTO-ME PRIVILEGIADA POR
DEUS TER ME PERMITIDO ESTAR AQUI AGORA,
COM TODAS AS RUGAS QUE ESTÃO APARECENDO,
COM OS VESTÍGIOS DA IDADE, COM MEU COMPORTAMENTO,
AS VEZES, ANTIQUADO PARA MUITOS...
O MELHOR A FAZER É ASSUMIR Q Ñ SOU MAIS
UMA JOVENZINHA DE 15 ANOS.
ME DIVERTI, ME DECEPCIONEI, SOFRI, CHOREI...MAS
O QUE IMPORTA É QUE EU VIVI!!!

Inserida por ksterra2003

Amo amar você, amo amar como te quero já que nunca pude ter.

Inserida por fabiannabrandao

Te vejo quando a lua beija o mar, ate a a brisa suave que toca o meu rosto te vejo, em tudo te vejo.

Inserida por fabiannabrandao

Te vejo nas ondas do mar, no beijo de um beija flor, no perfume das flores do ar.. no céu azul.

Inserida por fabiannabrandao

Luz para caminhar.
Força para lutar.
Coragem para prosseguir.
Amor no seu agir.

Inserida por ksterra2003

Deus vai realizar todos os planos que Ele tem para as nossas vidas se nós deixarmos. É necessário a nossa permissão para que o agir de Deus aconteça. O tempo de Deus é diferente do nosso!

Inserida por ksterra2003

A mente humana é inacreditavelmente complexa! É impressionante como lembranças do passado podem se tornar feridas profundamente dolorosas.
E, quando permitimos, essas feridas, tornam-se grandes produtoras de fracassos aparentemente irremediáveis...

Inserida por ksterra2003

Enquanto algumas pessoas saem de nossas vidas sem razão, outras trazem consigo novas cores e nos ajudam a colorir traços sem vida!

Inserida por ksterra2003

A confiança no desconhecido, a fé no invisível e a perseverança no inalcançável, nos motiva a ir além de nós mesmos. A esperança da conquista é o q nos move e nos coloca a caminho p/ buscar vitórias. Em suma, nunca deixe de sonhar, jamais desista e tenha a fé como combustível da alma...

Inserida por ksterra2003

Se está doendo, vai passar! Tudo passa! Deus sempre nos capacita para suportarmos as várias situações difíceis da vida.

Inserida por ksterra2003

Um conto de outras primaveras passadas. Como era....
As moças de famílias com mais recursos financeiros, tinham que namorar os rapazes que fossem da mesma estirpe, ou que tivessem um bom emprego, de preferência em algum banco,. se fosse no banco do Brasil, melhor ainda. O pretendente que não se enquadrasse nos requisitos exigidos pela família da moça, só podia namorar "escondido." A moça que namorava "escondido", para ir ao cinema, tinha que sempre estar acompanhada com alguma amiga, ou com os pais, mas nunca sozinha.. O mancebo atrevido e sem os requisitos necessários, ficava por ali , na espera, na ante sala do cinema. Quando começava o filme, ele, na penumbra, saia procurando a moça. Vez ou outra,depois de estar sentado e curtindo a namorada, acontecia algum problema com o filme e as luzes se acendiam, era hora de se levantar e sair, deixando a moça sozinha. Assim que resolviam o problema com a fita, apagavam se as luzes, voltava o rapaz novamente a se sentar ao lado da namorada. Quando terminava o filme, aliás, antes do fim, o namorado já tinha que ir saindo, deixando a namorada sozinha. Normalmente alguns pais ficavam esperando a filha na saída do cinema, ou então, ela ia para casa acompanhada de alguma amiga, mas nunca com o mancebo. Os encontros extras, ou seja, fora da sala do cinema, eram sempre furtivos e rápidos. Quando os pais da moça descobriam aquele namoro, vinha o desfecho sempre com o argumento de que eles não haviam criado uma filha para aquele tipo de rapaz. Fim do idílio. Ivo

Inserida por IvoMattos

O amor pegou a mala e resolveu viajar.
Foi para Maracangalha de chapéu de palha.
O amor trabalhou incansavelmente e já estava com as férias atrasadas.
O amor antes de pegar o carro e ver se Anália queria ir junto para Maracangalha, decidiu parar em Itapoã para beber água de coco e ouvir o mar.
Mar esse que por sinal aconselhou: se Anália não quiser ir, vá só!
E não é que o amor foi?!
O amor entrou no carro, ligou o som, fechou a porta e pegou a estrada.
O amor não se estressou com o engarrafamento, nem com o calor e muito menos com a pessoa que passou xingando sua genitora.
O amor foi viajar livre das dividas, das cobranças e do remorso de ter sido largado por Anália.
O amor colocou protetor solar e foi se bronzear, afinal a palidez resultou na insatisfação.
Agora, o amor tira férias. E pouco importa a companhia de Anália.
Hoje, o amor se faz completo, sem dependência, sem cobrança e sofrimento.
O amor se impôs e Anália sofreu em casa. Solitária.
O amor tirou férias.
Anália sofreu com o saudosismo.
Mas, se bem me lembro, o amor tinha convidado Anália; mas, ela preferiu a liberdade.
Liberdade essa que foi usada como libertinagem.
O amor cansou de dar sem receber.
O amor juntou os honorários e tirou férias a longo prazo.
Anália se arrependeu.
Mas, querida, agora já era tarde!
O amor se foi e largou o emprego como estagiário.
Quer dizer, escravo.

Inserida por anaterraaraujo

O que nos faz líderes incomuns usados por Deus é sairmos do impacto e causarmos mudanças.

Inserida por williamesilva12

Era assim! Assim era.Eu sei que era!

As moças, das famílias com mais recursos financeiros, só podiam namorar os rapazes que fossem do mesmo nível financeiro ou com um bom emprego, de preferência em algum banco,. se fosse no banco do Brasil, melhor ainda. O pretendente que não se enquadrasse nos requisitos exigidos pela família da moça; só se fosse no "namoro"escondido." As moças que namoravam "escondidos", para ir ao cinema, onde ocorria os encontros tinham que sempre estar acompanhadas com alguma amiga, ou com os pais, que as levavam até a porta do cinema.,Nunca iam sozinhas. O pretendente atrevido e sem os requisitos necessários, ficava por ali , na espera, na ante sala do cinema. Quando iniciava o filme, ele, na penumbra, saia procurando a namorada. Vez ou outra,depois de estar sentado e já de mãos dadas com a namorada, "arrebentava a fita," as luzes eram acessas, era, então, a hora de se levantar e sair, deixando a moça sozinha. Assim que resolviam o problema , apagava se as luzes, voltava, no escuro o pobre coitado à procura da namorada e poder, outra vez, se sentar ao lado dela. . Quando terminava o filme, aliás, antes do fim, o namorado já tinha que ir saindo, deixando a namorada sozinha. Normalmente alguns pais ficavam esperando a filha na saída do cinema, ou então, ela ia para casa acompanhada de alguma amiga, mas nunca com o rapaz. Os encontros extras, ou seja, fora da sala do cinema, eram sempre furtivos e rápidos. Quando os pais da moça descobriam aquele namoro, vinha o desfecho, sempre com o argumento de que eles, os pais, não haviam criado a filha para aquele tipo de rapaz. Fim!

Inserida por IvoMattos

regressar seria uma derrota.

tão dolorido foi um dia sair e

deixar a casa. deixar um história..ter que se dividir

se deixar em partes, mas

regressar jamais

mesmo ferido, perdido, segui !

havia a noite para aquelas saudades que viriam.

de tudo e de todos. havia o choro silenciosos e sufocado no travesseiro para amenizar a falta

deixar que os olhos enganassem o coração paras coisas difíceis, quase impossíveis, mas voltar derrotado,não, nunca.

quase sempre mentindo para sufocar as dores dos que ficaram , fui ficando..

mas voltar teria sido uma derrota, mesmo tendo perdido tanto. /i

Inserida por IvoMattos

⁠em frente a pracinha, havia um cinema. Cine Rios.
Eu viajava naqueles painéis de fotos de "mocinhos e bandidos",Depois ficava esperando a matine de domingo, quando, então, aconteciam aquelas batalhas do "bom contra o mau". o "mocinho bom" sempre vencia. tinha ainda, a continuação dos seriados intermináveis, que sempre deixavam um suspense no final. perto do cinema, aquela sorveteria. a coisa mais linda do mundo, cada sorvete era homenageado num painel.que ficava exposto na parede. o dono, classificava os meninos que podiam ou não entrar. e foi ali, naquela sorveteria, que um dia, um homem bom,usando botas e chapéu de boiadeiro, mandou que o homem ruim, servisse o melhor sorvete que havia, para aquele menino que não podia entrar na sorveteria.
do outro lado da pracinha, tinha um bar que vendia umas balas com figurinhas de jogador de futebol, com direito a ganhar um bicicleta, desde que você preenchesse um álbum imenso. ganhar aquela bicicleta era quase impossível. mas, foi assim, que um dia, com 8 anos, eu comprei o salário inteiro do meu pai em figurinhas, mesmo ele não tendo álbum de figurinhas.- /i

Inserida por IvoMattos


Gratidão. (
Ali estava eu novamente, no centro de São Paulo, se escondendo da chuva. Já havia estado ali pelo menos umas dez vezes. Era uma agência de emprego. Na noite anterior eu havia decidido, caso não conseguisse um emprego, voltaria para Santa Mariana, mesmo derrotado. Aquela era a última tentativa. A agência de emprego ficava no segundo anda do prédio.r Fui até o balcão, cumprimentei a recepcionista, já minha conhecida, ela me olhou e disse --"nada, não apareceu nada pra você.", . Havia umas cadeiras ali, iguais àquelas de escola. Me sentei e fiquei pensando em como arranjar dinheiro para a passagem de volta para o paraná. A minha situação era a pior possível. Fazia um mês que eu estava batendo sola em São Paulo.
Como eu não tinha uma roupa apresentável, usava um terninho de tergal, propriedade do meu irmão. Terno brilhoso. A camisa com a gola puída, dele também, sem o primeiro botão. A gravata meia boca e torta O sapato era um número menor e do meu irmão também. Para piorar estava com a sola furada. Dinheiro não havia. Aluguel atrasado e para piorar estava com uma gastrite daquelas. A coisa estava tão ruim que na noite anterior, eu tinha brigado com todos os santos, (meus assistentes para assuntos empregatícios), cada um trabalhando com dez por cento de comissão, caso me arrumassem o emprego, seria uma doação para uma instituição. Como não tinham conseguido nada, despedi todos, incluindo o chefe maior. Depois de fazer uma bola com o travesseiro, comprimindo a barriga para diminuir a dor da gastrite, dormi e sonhei com minha mãe.
Então, enquanto eu estava sentado na cadeira, pensando na volta para minha cidade, ouvi uma voz dizendo para recepcionista --"minha empresa está precisando de um funcionário, que seja bom datilografo, faturista, e que conheça um pouco de acessórios de peças. Aquele homem me descreveu. Eu sabia fazer tudo aquilo. Tinha sido faturista na Oleopar, trabalhei na oficina do João Bampa. Meu currículo era mais ou menos. Mas que depressa desci e fiquei, novamente sob a marquise, esperando aquela pessoa. Quando ela apareceu, entrei da frente dela e disse, --'moço, (era um homem) me desculpe, mas estava lá em cima, na agência e ouvi o senhor falar com a moça., eu sou do Paraná, sei fazer tudo aquilo que sua empresa está precisando, "por favor, me consiga esse emprego"“, estou numa situação horrível. Os olhos já acompanharam o pedido, se enchendo de lágrimas. Ele me olhou, e disse:
-- vá até a minha empresa, vou ver se consigo te ajudar, ah, na parte da tarde, tá bem?"-., que nada, fui me informando com as pessoas como chegar até aquele endereço e , depois de uma hora de caminhada cheguei na empresa Agrale. uma empresa gaúcha fabricante de tratores e motores.
Depois de umas três horas de espera. Sofrer com o cheiro do almoço de um restaurante ao lado, ele me chamou, e disse: --” faça uma carta solicitando emprego e coloque alguns dos seus conhecimentos, coisa simples. Depois que você datilografar a carta, vou te apresentar para o nosso gerente, é ele que vai fazer a admissão. Sentei na cadeira, coloquei o papel na máquina de datilografia e comecei. Na primeira batida subiram duas letras e ficaram encavaladas perto do papel. Segunda tentativa a mesma coisa. Terceira tentativa: não consegui regular o papel, comecei a escrever e as letras ficaram tortas. Nesse momento aquela pessoa se aproximou pediu para eu sair da cadeira, sentou e fez a carta inteira e disse: --"Olha, para todos os efeitos, foi você quem fez a carta." Colocou meu nome eu assinei e ele me levou até o gerente. Me apresentou e saiu. O gerente leu a carta, começou a fazer perguntas inerente ao trabalho que eu ia executar, caso fosse admitido. Quando ele me perguntou quais eram as minhas pretensões salariais, lhe disse que precisava ganhar, salário de hoje, uns ¨$1.000,00, não me lembro qual era a moeda, aí ele me olhou e disse que o salário para aquela função não era aquele, era o dobro. Sai dali empregado. Comecei no dia seguinte e fiquei uns três anos trabalhando na Agrale. Fui faturista e tesoureiro. Fiz cursos, viajei para a matriz, Caxias do Sul.
Já me sentido empregado na Agrale, abri uma continha no bar perto do lugar onde morávamos. À noite, com a barriga cheia, tive uma conversa séria com os santos e com o chefe. Pedi desculpas, expliquei a situação etc., e dormi igual um anjo.A gastrite nem apareceu.
Tenho uma gratidão muito grande pelo homem que fez a carta para mim. Se não fosse ele, quem sabe, talvez estivesse morando em Santa Mariana e a minha história de vida seria outra.
Hoje acho que aquela pessoa que me ajudou, foi a mesma da sorveteria, só que de terno e gravata ao invés de bota e chapéu de boiadeiro, quem sabe.

Inserida por IvoMattos