Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
O mundo diz: há tantos problemas, então ficamos pensando, como iremos vencer os obstáculos, como iremos vencer as barreiras?
Aí Deus vem e diz: Eu venci o mundo por você.
Então, tome posse dessa palavra, e vá em frente, nada poderá te vencer, pois Deus é contigo, e não há problema nenhum para aquele que confia em Deus.
Se o mundo te lançar as dúvidas, Deus vem e te mostrará todas as verdade da Vida.
Eu Confio em Deus, por isso sou Feliz!
Há uma enorme diferença entre os problemas que acometem as nossas vidas, os problemas que nós procuramos para as nossas vidas e o fato de nós sermos o problema que desencadeia os problemas nas nossas vidas.
Há uma madrugada em meus olhos
Há um assassino nas sombras
Morda a mão que te alimenta
Morda a mão que te faz sangrar
Olhe bem dentro dos meus olhos
Há um corte em sua garganta
há feridas que nunca acabam de fechar-se ou de extinguir-se, dias amargos, sem beleza, que trazem névoa ao espírito e o desespero é do tamanho do oceano...resta a esperança sustentada...que nos faz ainda acreditar em milagres...
Semente...
Há sempre uma semente corajosa que se desprende da flor do alecrim, do manjericão e até da macieira lá do pomar e se aventura mundo afora levada pelo vento ou por um pássaro, suas melhores companhias.
Quando cansa de sua viagem aventureira, pousa sobre um campo descoberto ou entre as pedras para que a protejam até a chuva cair e a enterre no solo para criar suas raízes e produzir uma nova vida.
by erotildes vittória
Vida...
Gosto de parar em algum lugar e observar o meu redor. Há música, uma sinfonia de sons que se misturam e ecoam em meio ao caos.
Há pessoas de mau humor, mas há também, muita gente com um sorriso contemplativo, com um bom dia sem palavras, um olhar carregado de amor, um abraço sem toque e há muitos corações, recheados de gratidão.
Dessa forma, aprendi que quando atravessar a rua, será sem pressa, todas as corridas serão inúteis se eu não conseguir enxergar a vida que vibra do meu lado.
by/erotildes vittoria
Há muito tempo, uma forma alienada de viver domina nossa sociedade globalmente, tornando-se evidente nas diferentes manifestações do corporativismo ao fascismo, à destruição da arte e do meio ambiente, forçando-nos a nos auto enclausurar numa forma íntima, para nos protegermos do convívio.
A sociedade é constituída sobre como verificar e fazer as coisas objetivamente e colher informações. E nossa cultura valoriza as informações e a ciência permitindo-nos fazer diversas coisas com a tecnologia que nós jamais seríamos capazes de outra maneira.
Crescemos e frequentamos escolas, onde aprendemos informações sobre matemática, ciência e história, mas não recebemos a sabedoria sobre como viver a vida. Nossos pais, professores e amigos interagem conosco e nos dão o que podem, mas ensinar como estarmos presentes em nosso viver, com envolvimento e receptivos, e com capacidade de resposta para a verdade, não é foco da nossa cultura.
Quando respondemos à vida de uma forma livre do nosso condicionamento, o nosso conteúdo criativo gerador de essência, a nossa alma, o gênio dentro de nós, torna-se disponível e emerge.
Há pensar
Se vivo, coleciono metas...
Elas fracassadas ou conquistadas...
Nos dias a repetição,
Nas horas o sorriso, nos minutos apenas reflito...
Para que existo???
Fantasias me frustra...
Alegrias me sinto vitoriosa...
Ao ler um conto, me vejo voar...
Na loucura dos dias me ponho á pensar.
Nem mesmo o céu, nem todo o mundo
é capaz de mudar o sol
Mas todo o resto é capaz de mudar o homem...
Não somos nada, mas queremos o mundo...
Não temos nada, mas lutamos para ter tudo...
Do milagre viemos do mistério voltaremos...
Há um momento na vida, em que se faz necessário desocupar lugares, reorganizar os móveis, eliminar todo aquele pó acumulado e respirar novos ares.
Por vezes a distância nos impede de sermos completos.
Pois há momentos em que ficar distante de quem amamos, é sentir a ausência de uma metade, é está longe de uma parte de si mesmo.
O Acaso
Cai
a pluma
rítmico suspense do sinistro
nas espumas primordiais
de onde há pouco sobressaltara seu delírio a um cimo fenescido
pela neutralidade idêntica do abismo
