Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Estou em minha perfeita insanidade para entender que estou na terra com algum propósito e não de propósito.
Não tenho tudo o que amo,
mas amo tudo o que tenho!
Amo a terra, amo o mar
amo a fauna brasileira,
tambem amo os meus filhos.
que para mim são riquezas
amo tudo o que Deus me deu
amo toda a natureza!
Parabéns a SP terra onde a noite não chega , onde nada se cala , onde bate o coração do brasil , Onde tudo e todos em todo lugar Pulsa. 24 hr Sem parar Essa e a Terra da Garoa
Não é porque qualquer um diz que 'te ama' que significa dizer que ele moveria céus e terra por você. Longe disso.
Preferia aqueles tempos em que o Sol girava em torno da Terra, mesmo não sabendo aonde iria chegar (ele, o Sol).
Fiqueis atento para que não se percas dentro de si, pois todas as obras que fazes na terra é vaidade e aflição de espirito.
O ignorante vive na ilusão e é esse que não aceita o resplendor. O Homem é Homem com terra, isto é, com a casmonia funcionando. Os ignorantes, nunca aprendem ser não ignorantes.
não sei se a terra parou
ou se eu parei para a terra
a saudade é tão grande
que me vejo parada
sem entender se eu parei
ou se a terra parou
sandra mara cruz
Na memória, flashes em relâmpago
De uma terra que era minha.
Onde a paz reinava, e não o ego,
Onde a pele não diferia o respeito.
O antigo paraíso hoje é escravidão,
Exploração de meninos e meninas.
Ah! Minha terra! Foi minha um dia,
Esbanjava de fartura e regalia.
Até que um dia por azar,
Vimos algo estranho vindo do mar.
Não vieram conhecer, vieram exterminar
A pela vermelha!
Mas o guerreiro Latino-americano
Morre lutando
Se preciso for, e preciso é.
Ouvi dizer que o espírito "guarani"
Já não existe por aqui,
E discordo da opinião.
"Não se trata com paz,
Quem lhe pede guerra"
Já disse um de nossas terras.
Não será uma linha imaginária
Que fará nossa América Latina
Uma terra fracionária.
O mundo norte que nos aguarde
Pois existe vida no centro-sul.
Os Livros deste mundo..
Quando não são lidos...
São almas puras e perdidas,
Numa terra impura de perdidos
À procura da metade que nos falta
Quando na verdade a metade
que nos falta é a metade que
não entendemos ou não aceitamos.
Mostra-me os teus versos minha querida..
E eu te dou o poema da minha canção,
O romantismo não está apenas...
Nos meus versos, nos meus poemas
Está quando as nossas almas
Estiverem sedentas de afeto
E os nossos corpos sentirem esta necessidade.
Os livros partem para a outra margem
Para outras paragens,
Onde estão à espera deles..
E não serão mais almas tristes
Porque alguém os irá ler com amor, timidez..
E ficaram para sempre nas suas lembranças.!
Depressão
Certa vez, sonhei que o mundo chegava ao fim. A terra não produzia nem mesmo água. A comida era raízes secas e ás vezes um lagarto que se encontrava escondido entre as rochas. Um animal sobrevivente como nós, talvez apenas para servir de alimento, mas, cada dia era mais raro encontrar um. O povo andava de um lado para outro sem rumo, sem ânimo, sem opções. O nosso grupo era grande, éramos todos da mesma família. Meu pai era o chefe de todos nós e não desistia como muitos chefes de outros grupos que se davam por perdidos, se entregando à depressão, e logo morriam da praga que dominava a alma até devorar todo o corpo, caindo em um canto no chão ficando ali até a morte. Os mais velhos do nosso grupo também começaram a ficar doentes. As crianças buscavam esperança no sorriso meio apagado de meu pai que pedia para não perdemos a esperança. Apareceu ali uma tropa de homens, mulheres e crianças pedindo água.
— Estamos a caminho da terra prometida. Não sabemos quanto tempo ainda devemos cavalgar, e não temos mais água. — disse o chefe do grupo.
Meu pai respondeu:
— Temos pouca água. O poço está quase seco e temos muitos velhos, doentes e crianças.
— Porque não pegamos toda água que você tem e vamos todos para a terra prometida? — falou o chefe do grupo. Meu pai olhou em volta vendo todos do grupo montados a cavalo, me disse:
— Temos poucos animais, não dá para todos.
— Vamos a pé — falei para o meu pai. — Coloca os velhos, os doentes e as mulheres com filhos pequenos nas carroças e o resto seguem a pé.
— Não sabemos quanto tempo ainda resta de caminhada. — falou novamente o chefe do grupo. — Com certeza a pé não chegarão nem à metade do caminho.
— Temos que tentar — respondi muito confiante. — Se lá é um lugar para todos, devemos tentar nem que demore uma eternidade. — Não haverá comida e nem água o suficiente para todos, se demorarmos pelo caminho — falou o chefe. — Devemos cavalgar dia e noite para poupar o que temos.
— Não importa — respondi. — Chegaremos depois de vocês, é só nos dizer o caminho.
Meu pai olhou-me profundamente aos olhos, e falou depois de uma leve pausa.
— Vamos conseguir. Acredito que sim!
Enquanto os doentes eram levados para as carroças, a água restante era tirada do poço enchendo os barris. Penduramos candorras com água nos ombros e partimos atrás das tropas. Aos poucos as pernas foram se cansando e logo perdemos todos de vista, nos restando apenas a indicação do chefe, pois não estávamos nem na metade do caminho. Os pés sangravam deixando junto com os rastros gotas de sangue, mas não desistimos até chegarmos a uma encruzilhada de três partes. Numa havia um portal, na outra não havia rastro dos animais, indicando que haviam seguido por ali, e á frente não teríamos como subir por um grande barranco. Olhei para trás e nada vi que pudesse indicar o caminho certo. Estávamos perdidos! As palavras do chefe voltaram à minha mente “Um portal azul”. Olhei para o que estava ali, era vermelho-escuro como sangue pisado. Achei que o chefe havia confundindo a cor e entramos por ele. Um homem de preto nos recebeu na entrada e pediu que seguíssemos. Enquanto, caminhávamos naquele lugar como se fosse outro mundo, pior que aquele que vivíamos, vi várias pessoas acorrentadas trabalhando como escravos. Pensei em perguntar alguma coisa ao homem, mas ele estava distante já entrando em um galpão, onde entramos também por ele e ficamos ali aguardando como pediu o homem. Ouvi barulhos nas paredes, bem abaixo, quase ao chão, e gavetas se abriram acorrentando todos. Saltei, quando se aproximou de mim e consegui me libertar. Vi todos serem arrastados como animais para outro lugar e obrigados a trabalharem na fundição de ferro debaixo de chicotadas. Corri para fora do galpão até o portal, mas não tive coragem de sair por ele, então voltei, não podia deixar meus companheiros e companheiras naquela situação de escravos. Procurei soltá-los das correntes, foi em vão. Procurei por chaves que pudessem liberta-los, não encontrei. O homem havia desaparecido e por mais que eu procurasse não o encontrava. Vi minha sombra, que parecia dar gargalhadas pelo meu desespero. Levei minhas mãos na garganta com a decisão de tirar a minha própria vida, e, vi minha sobra afastar-se de mim ainda dando gargalhadas de minha aflição. Ouvi gritos de pavor e quase em desmaio consegui correr. Vi minha sombra aproximar-se novamente de mim. Sem pensar saltei agarrando-lhe pelo pescoço e o homem nela apareceu. Era minha alma que naquele momento estava presa em minhas mãos e lutamos por horas pela sobrevivência, até que consegui acertá-la com um golpe jogando-a morta ao chão. Todos foram libertados das correntes e correram em direção ao portal enquanto eu olhava o homem morto no chão. Minha mente dizia ser eu assassina, mas não senti remorso. Olhei para fora não ouvindo mais ninguém e vi o portal azul. Lentamente aproximei-me e entrei por ele, vendo ali meu pai, minha mãe e meus irmãos, mas não consegui aproximar-se deles. Naquele instante fui condenada, jogada em uma cela, prisioneira do crime que cometi. Por vários anos paguei pelo meu crime. Matei minha própria alma que se perdeu na tristeza, angustia e sofrimento do meu próprio corpo.
Que Alívio! Acordei! Era apenas um sonho. E lutei contra meu próprio corpo que não desejava nada a não ser a morte. Venci a “Depressão".
Dessa vida não se leva nada, apenas deixa sua marca na vida das pessoas que continuaram na terra depois da sua ida.
Vivendo
Sinto-me soterrado pela tristeza. A terra está submersa pela água e essa água não é passageira. Procuro encontrar o caminho, mas o peso parece tirar-me os últimos ares de vida que habita em mim. É cansativo, outrora era sorrisos, agora é lástimas, o industrial parece ter poluído a terra de tal forma em que todos parecem está soterrados na mesma terra e submersos pela mesma água, pesados e cansados, sem vontade de lutar para viver, sem vontade de encontrar o caminho. Talvez eu só quisesse ser feliz sem ter motivos, mas hoje é triste pensar nisso, pois não tenho motivos nem para tristeza, já que ela está toda por cima de mim…
Quem inventou a guerra.
Pra destruir nosso mundo.
Não sabe que nossa terra.
Castiga-nos por segundos.
É vento, chuva poluição.
Tantas mortes desavenças.
Quem fez guerra pra matar.
Pensou-se, hoje não pensa.
Quis-se ganância, riquezas.
Não parou para pensar.
Que a vida é natureza.
Quem fez guerra, pra matar?
Fé não é bastão nem tampouco pescaria, contudo, uma entrefase pelo céu e terra, reunidos na distância da dicotomia da realidade cotidiana, e inseridos nela também.
um vulcão quando jorra suas larvas em cima da terra, não é para destruir e sim para fertilizar um solo cansado e improdutível. A natureza encontra seus meios.
Assim é o final de um casamento, quando desgastado e improdutível. As vezes é melhor findar para arar e renovar os sentimentos.
Se o mundo acabasse hoje, não tenho certeza se cumpri com minha missão aqui na terra.não tenho certeza se fui bom, muito bom, fantástico, ou se não passei de alguém que se esforçou e não passou no teste. Não queria que ninguém deixasse de viver sem ter pelo menos experimentado ser meu amigo. Não gostaria que uma criança faminta passasse por mim sem que eu percebesse sua fome. Não me sentiria bem, se acumulasse bens enquanto tantos, sequer tivesse um teto para abrigar se da chuva. Se o mundo findasse hoje, gostaria de ter dado meu melhor para que houvesse mais igualdade entre as pessoas. Gostaria que as cores se misturassem e que não houvesse percepção entre raças. Tenho em mente que não me deram as oportunidades que poderia ter, mas, não culpo ninguém, entendo que fui culpado pelos fracassos que tive, e responsavel pelo sucesso que alcancei.
Vou te esperar aqui na terra enquanto der pra esperar, vê se não demora, vê se não me perde, vou sentir sua falta
