Nao Gosto do que Vejo
Eu olho pra natureza e vejo Deus.
Eu olho pra uma criança, vejo Deus.
Em atos genuinamente bons, o vejo.
Eu vejo Deus na justiça de quem busca a paz, o amor.
Eu vejo Deus na vida de quem é humano com as pessoas e por ser humano erra, mas procura rever seu eu.
Eu sinto Deus na natureza, no som dos passaros, no barulho da chuva.
Eu não vejo Deus em discursos vazios, em palavras sem atitudes coerentes com elas.
Eu vejo Deus em quem deixa ele entrar e todo dia ser transformado um pouquinho mais por ELE.
Somos obras em constante manutenção pelo nosso criador.
E você? Onde vê Deus?
Cada dia o tempo passa
E eu te vejo tão distante
Por isso tenho que externar
O quanto és linda e importante
Só você que me inspira
Só você...
Por isso pensei que seria fácil
De eternamente te esquecer
A saudade aperta
E eu pedindo para voltar
Pois só você me ilumina
E consegue me acalmar
Se um dia eu consegui
Te darei todo meu coração
Mesmo que seja para sempre;
Mas não teria melhor sensação
Pela janela do meu quarto, vejo a lua, doce e profunda.
Profunda em sua energia que me movimenta com o sol e magia.
Sinto em minha pele a esperança, alegria da petiza em dia.
Aprendo todos os dia e é isso que me motiva.
Vejo minha boca como um lindo antúrio vermelho.
Digo para eu mesma que meu amor não é merca quando me olho no espelho.
Alvíssaras ao novo alerta,
Oro pela asnidade e pela lerna…
Minha mente nunca foi uma fuzarca.
Sendo a diletante que sou, tudo fica mais fácil nessa arca.
É me admiro com a maneira loquaz com que discurso mais uma vez.
Sem pensar nas memórias que uma ex história me fez.
Pretendia escrever uma polografia poética, mas nunca escrevia nada, apenas contemplava o infinito um por um cada.
FORÇA DA ATRAÇÃO
Será mesmo que o ser Humano entende o poder da mente?
Vejo tanta gente buscando cédulas ao invés de sementes
Plantadas no chão forte, geram frutos melhores
Que permanecem por gerações
Melhor que essa busca insana, que até o fogo corrói
Contemplar a felicidade
Construir uma família
Dar uma educação agradável aos filhos
Tudo isso são sonhos
Que realizam
Permanecem vivos
Objetivos materiais são fluviais
Desintegra com o tempo
Mudam no decorrer da evolução do mundo
Seu nome desaparecerá em questão de segundos
Evoluir como pessoa
Saber perdoar e ouvir
Respeitar a supremacia que te fornece vida
Tenho certeza e te dou confirmação
Que quando você tiver setenta
Sua permanência neste plano vai ter valido a pena
𝗨𝗻𝗰𝗹𝗲 𝗦𝗮𝗺
Ladrilhos é o que vejo!
Ladrilhos é o que ouço!
É o que telinta e parte.
Ladrilhos negros,
Cuja rachadura é arte.
Ladrilhos de cerâmica fina!
Ladrilhos frios na pele quente!
Em mil pedaços ágeis.
Ladrilhos negros...
Porte fino de gumes hábeis.
Ladrilhos em camara lenta!
Ladrilhos em retrocesso!
Like a black playback.
Ladrilhos negros...
Hey bro! Come back!
Ladrilhos que fazem estrilhos
Hey King! Come back!
Do you saw that?!
Do you saw that, King?!
Estilhaços humanos,
A força de cassetete,
Na vós do incólume,
Com quem ninguém sem mete.
Put him in a bunker, just forever!
Daqui não sou nada.
Daqui pouco vejo.
Daqui pouco luto.
Daqui parece piada.
Daqui parece gracejo.
Daqui nem sequer imputo.
(Hey George! Watch that!)
Ladrilhos é o que vejo!
Ladrilhos é o que ouço!
É onde carimba o lacre.
Ladrilhos brancos,
De quem regorjeia o fraque.
Ladrilhos da mais alta costura!
Ladrilhos frios na casa do tirano!
E é tudo um saque,
No pavimento humano!
Tiquetaque ao roque,
No xadrez Republicano
E o peão é que "sufoque"!
Ladrilhos mil onde governa o senil
Ladrilhos que fazem estrago
Na consternação do senado
Forty-One Uncle Sam
Forty-One Finger Points to
Fifty States
For you Unite
Fifty States that open the heaven gates
To George Floyd’s!
There will be a big basketball hoop.
He will enjoy...
And beautiful field.
Forever, and ever!
George Floyd’s fly!
Fly George Floyd’s
Onde há Mais Belo Olhar....
Onde Floresce a Flor da Experiência, Vejo no Sorriso Marcante a Personalidade que encanta a Alma mais Tímida.
"É quando fecho os olhos que vejo a pessoa maravilhosa pela qual me apaixonei. É quando fecho os olhos que vejo que fiz a escolha certa. É quando fecho os olhos que meu coração bate mais forte, porque não te enxergo com os olhos, mas sim com a alma. "
Eu penso grande nos muros pequenos das esquinas. Nos caminhos pelos quais me guio vejo a cidade destilar o aroma das vidas que se vem e que se vão. Eu já não sei o que será do Hoje e, o ontem, tão escuro eu enxergo ao longe, perdido na penumbra das lembranças que se somam ao esquecimento. Percorro as enxurradas das chuvas inventando o meu próprio caminho, estreitado nas sarjetas pelas quais o meu barco teima em navegar. A nados cansados e exaustos continuo o meu progresso impetuoso e discreto, no limiar tolo dos esforços pelos quais já não sei mais "sei lá..."
A minha identidade caiu-se ao chão, em uma calçada nua se irrompeu, da minha mão se perdeu, já não consigo mais abaixar para pegar de volta às recordações do bom momento que se esvaneceu. As vezes perco-me no tempo não percebido, flutuo num espaço que não me situo mais, viajo por caminhos que me levam a lugar algum. Sou o reflexo do vazio que não se vê diante dos espelhos, a voz surda dos corredores da aflição, o olhar perdido e triste envolto em lágrimas.
Olhe para mim; não me acharás mais. Ouça a minha voz; não a reconhecerás. Veja o meu semblante disperso; dirás que estou envolto na loucura. Contemplem com alegria a retribuição do meu sorriso; rirás de mim por não me entender.
Não sei me expressar, de forma alguma o sei. Perdido em tudo que aprendi, sobrou apenas o "quem sou eu?" Perdido no teu orgulho em não querer me entender.
Por onde eu venho andando, procurando alguma cor, vejo apenas sombras do passado totalmente incolor. Caminhando sozinho, carregando só dor. Que me acompanha e me atormenta onde quer que eu vou.
Onde quer que eu vou, não vejo mais cor, são sombras do passado que me atormentam onde for.
Lembro que um dia eu vivi, onde era apenas amor, tinha todas as cores, e pessoas ‘valor’.
Mas eu já não passo voltar atrás, porque o mundo acabou. Você já seguiu, e me deixou. Continuo vivendo nesse mundo sem cor.
Quanta inocência nos olhos do mundo
Vejo a alegria em cada olhar
Um sorriso liberto no rosto de uma criança
A felicidade espalhada no ar
Cada criança imaginando
Seus sonhos realizar
A leveza do amor de um coração puro
Em uma brincadeira de infância
Toca profundamente a alma
Pra um futuro á esperança
O som das águas me acalma
Poucos podem comparar
É curumim e cuiantã
Brincando de mergulhar...
Olhos que tudo vêem
Te vejo com meus olhos rasos d'agua
Com teu desdém me fizeste sofrer
Deixaste meu coração imerso em mágoa
Não sei se almejo viver ou morrer!
Porque me mostraste o céu de estrelas
Para depois confinar me numa prisão?
Se eu nunca poderia vê las
Para que sonhar com elas então! ?
Ver tudo é sofrer em vão _imensamente
Não poder bater asas e voar livre
Ver com olhos que tudo sabem e tudo sentem!
Por isso,amor, choro deste mundo toda a dor
Quedo me ante mares de tristeza e solidão
Meus olhos tudo vêem. ..tristeza e amargor!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados )
Quando penso nesse mar de ilusão
Quando vejo eu perdido em mim
Tenho para mim que a lua se afastou
Tenho para mim que a luz do sol sucumbiu
Se a vida que levo não se mostra nesse ápice
Se não vivo em uma louca euforia
Num pequeno quarto, no fim de um agosto frio.
Vejo pela janela alguns pássaros a voar
Tendo para mim que a liberdade é um privilégio
Enquanto os mortais procuram um sinal de alegria
Tenho se juntado a eles.
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Não tem limites nessa hora, a solidão da alma se vai para longe
Pois todos estão juntos e estamos sós nesse universo
Somos pequenos e grandes como o universo de uma célula
Iludidos imaginando, que por um acaso o sistema
Nos reserva algo maior
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Aaahh, como eu queria ser um pássaro
Livre e solto nessa imensidão
Nesse céu azul tão grande e calmo
Nesse universo ao alcance de minhas mãos
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
O vento bate nas águas do mar
De longe vejo as ondas se formar
Meus pés descalços calmo caminhar
Sinto a brisa meu nome chamar
É o marasol
É o marasol a me chamar
É o marasol
É o marasol de Yehovah
O sol quente já vem inspirar
Um renovo na areia do mar
Vejo o horizonte e vejo o luar
Ansioso a tomar seu lugar
É o marasol
É o marasol a me chamar
É o marasol
É o marasol de Yehovah
Um menino descalço a jogar
Um barquinho de longe a pescar
O silêncio me leva a pensar
No grande e lindo tamanho do mar
É o marasol
É o marasol a me chamar
É o marasol
É o marasol de Yehovah
Me vejo por vezes nublada,
nitidamente chuvosa,
temporal que me vem de surpresa e logo passa.
Deixo as janelas e portas abertas
para que areje meu ser
para que vente
ventre
vem-te
que eu vou, sem pensar muito
pestanejo devaneios tolos, repenso.
Prisioneiro de mim
Quando olho no porão escuro eu logo me vejo, escondido, recolhido, começo a meditar, onde está aquele pensamento atrevido, aquele anseio e aquele brio, o desejo de puxar a espada, então, vejo que minha jornada pode estar condenada, pois a poesia está enclausurada, sem forças para reagir, aprender, emergir, a cada dia o porão ganha vida, muitos pensamento habitados por lá, uma riqueza na escuridão, o tesouro que não pode ser garimpado, o pirata não tem o mapa, o castelo foi abandonada, nesse lar sem céu, sem estrelas, sem o luar, a mente que não aceita amar, o coração que parou, suspirando com dor, sem barulho, nem ratos e nem morcegos, somente os medos, a covardia, pois a vida é uma pressão, se não entender vira depressão, e nessa escuridão, sem dá oportunidade e sem colocar opinião, digo então, reflexo do rosto é não, seu céu é vermelho, eu triste não me reconheço no espelho, eu falo pra mim, sou mesmo assim um prisioneiro de mim.
Giovane Silva Santos
Passo na rua e olho para ver se te vejo.
Andavas sempre a distribuir um pedacinho de conversa. Aqui e ali... Eras uma faladora nata.
Conquistavas com o teu olhar meigo e palavras alegres todos os que te ouviam.
Sempre sorridente e de coração aberto partilhava vivências com as tuas companheiras....
Agora a rua ficou mais triste, as tuas amigas mais prostradas... Perdeu o brilho do teu olhar.... A estrada perdeu as pegadas que carinhosamente ias deixando.
O vazio e a saudade vão apertando, deixando uma mágoa inexplicável...
A idade não perdoa, mas a vida não tem idade..
As tuas lindas flores já sentem a tua falta.... Tenho de lhes dizer que agora cuidas delas do outro lado... Mas cuidarás sempre....
Porque continuas a fazer o que te fazia feliz....
Até um dia....
Viagens ilusórias!
Faça chuva ou faça sol
Vejo no fim do túnel um farol
Que parece que nada é
Pois no fim tem um Zé Mané
Quando saio nada tem
E o Zé Mané não era ninguém
Fui de verdade muito enganada
Por uma simples sombra projetada.
Eu sei como é bela
Uma fronteira sem janela
Que tem rios por todo lado
E uns sapos esmagados
Os animais inferiores
Morrem fácil pros predadores.
Sei que na lua não vou chegar
Pois não consigo alcançar
Por isso vivo na tristeza
Mais vivendo aqui na natureza
Eu sou aquele que as mina pira
Prazer meu nome é curupira.
Descobri como acabar com aquecimento global
Só usar extintor de incêndio nesse sol infernal
Vamos fazer coisas boas pro mundo
como jogar videogame e assistir Naruto
deixar o mundo feliz e sem poluição
por isso de muitas coisas teremos que abrir mão.
