Nao Gosto do que Vejo
Gosto de filmes de futuros distópicos pois não costumam ser muito violentos em matéria de cenas de ação e sempre acabam com uma ideia para solucionar um problema que aflige toda a sociedade, não apenas as personagens principais.
Gosto de acordos silenciosos, do respeito que não precisou ser exigido e da consideração que não precisou ser cobrada. "
"Só queria que você gostasse de mim do jeito que eu gosto de você, mas não é assim que funciona. Você é uma garota linda e especial, eu não sou tão bom assim. Você tem outros amores, você tem uma vida para viver. Mas saiba que, no fundo do meu coração, você sempre vai estar lá, sendo a minha garota favorita."
Eu não gosto de abraços, mas moraria no dele pro resto da vida.
Eu não gosto de coisas melosas, mas recitaria todos os poemas de amor pra ele ouvir.
Eu não sei demonstrar meus sentimentos, mas descreveria cada sentimento confuso e maravilhoso que ele me faz sentir.
Eu não queria me apaixonar, mas falo que amo ele todos os dias.
Eu não sei dançar, mas dançaria com ele em uma noite de luar.
Eu não sabia amar, mas amo ele
Eu gosto de estar só, viver em solitude.
Você não é solitária(o). Os pensamentos e as tuas emoções jamais vão lhe abandonar! O campo eletromagnético envolve, permeia tudo e todos. Há uma interação psíquica, espiritual com o nosso passado, nosso presente e principalmente com o futuro. Pois estamos todo tempo projetando o passo seguinte. Isto vale tudo. Nós somos "onda" em essência e nos expressamos como partícula no teatro de máscaras.
Gosto é assim igual c... coração
Fato, não
Diz-se do acontecido
Não ao que se deu ouvido
Mas ao que, conhecido,
não pode ser esquecido.
Gosto de mim do jeito que eu sou, eu não preciso saber se alguém não gostou, do jeito que eu falo, do jeito do meu estilo, do jeito que eu canto e gravo, Não preciso de alguém para mandar na minha vida, E sim para brincar, dançar, cantar, e a vida que segue, vida que segue, prefiro ter paz com gente que goste de mim de verdade, não precisa fica comigo pela falsidade, sejam verdadeiros um com o outro, não importa quem. (....).
Mentiras
Não minta para mim;
Olhe para mim e não minta;
Eu não gosto de mentiras;
Não gosto que não me ousa;
Me deixe viver sentimento cruel;
Você me deixa confusa;
Como a música "Te ver de novo";
Da Annick e Caio Viana;
Voce me sufoca sentimento maldito;
Não o sentimento não é amor;
É repulsa, saudades, ódio, crueldade
EU TE ODEIO;
De I.S para I.S.
Deixa estar
A vida é para se viver, não reclamar
Gosto de escrever
Mesmo sem saber
Gosto de viver sem medo
Já que o mundo anda tão azedo
Que um elogio pode ofender
Fazer sangrar e doer
Gosto de levar o bom humor
Pelos lugares que vou
Atualmente está difícil agradar
Pois um simples "A", pode te derrubar
Mesmo assim é muito bom
Fazer alguém sorrir, mesmo sem ter dom
Sorria quem quiser sorrir
Sorriam para o mundo, sorriam pra mim
Nunca gostei do óbvio, gosto mesmo é da capacidade de criar e reinventar o que ainda não existe nem aconteceu.
A chuva
Aquelas gotas… não são delírios da minha imaginação!
Eu sinto o gosto salgado, o trato molhado, o cheiro no ar, o brilho cristalizado daquela visão.
Às vezes me gripa, me congela o peito, tudo eu aceito sem maldizer…
De sombrinha ou capa eu sinto as pancadas daquilo que meus pais a muito me avisaram para me preparar, seja coturno ou burca, concerto ou ranhura, não existe desculpa que te livre do acaso, corta o dia ensolarado mais prevenido e te ensopa de algo que você nem sabia que precisa.
Sem rodeio e sem curva, nem a alma mais imunda é capaz de passar pela vida, sem molhar a cabeça com os pingos da chuva.
Sentimentos
Se eu te odeio? Não
Se eu te amo? Não
Se eu gosto de você? Não
Eu não sinto mais nada;
Eu realmente não sinto mais nada;
Antes eu sentia que estava me afundando, hoje eu sinto que estou bem, eu finalmente posso olhar para você normalmente, isso é estranho, mais eu me acostumo, eu só quero sua amizade;
Eu finalmente me libertei.
De I.S para C.R
gosto da luz do fim de maio. ela entra pelas brechas, quebra tudo que não pulsa e traz beleza além do olhar. amor aqui na terra das Minas Gerais é mistério que escorre por calçadas e dança nos encontros tão poéticos, tão abertos por entre mercados - novos ou centrais - por entre clubes e esquinas.
gosto dos segredos guardados, das praças - talvez sete. aqui liberdade mora entre histórias erguidas tijolinho por tijolinho enquanto árvores imensas acolhem quem passa. minha gente é feliz debaixo de árvores que abraçam o céu.
por entre clubes, por entre esquinas, por entre falas e despedidas. por cheiro de café, correria e gente… marcas deixamos no mundo - e sem a pretensão de ser poema. há lirismo na expressão da gratidão do povo daqui.
não falo de mim, não falo de ti. falo de tudo e nada, falo de Belo Horizonte.
O arrependimento é um sentimento
Que não gosto de sentir
Talvez por isso eu seja capaz de ir ao infinito
Só para não ter que desiludir
Não gosto de fazer as tuas petalas murchar
E mesmo não havendo rosas sem espinhos,
para mim, vale a pena tentar
Não existe um mar sem corrente
E não existe um "nós" sem a maré e as suas fazes
Que mudam, como a Lua
Assim como muda a forma como vejo uma miragem tua
O teu sorriso, quente como o sol
Os teus olhos profundos como o oceano
Meu amor por ti, é como o espaço
É extenso, ninguem sabe onde ele acaba,
E talvez por isso achem que não sou boa para ti
Mas somos duas metades que não procuram nenhum fim
Se na escuridão tiver de mergulhar
Quero a tua mão para de lá me tirar
Nem que seja por um segundo que seja,
Poder senti-la só para sozinha não chorar
Vais sempre deixar uma saudade em mim
Saudade que não tem fim
Podemos estar colados ou até mesmo a quilómetros
Mas este vazio
Vai ser sempre como se não estivesses aqui
Existe uma grande diferença entre solidão e solidez. Eu não gosto da
solidão. Mas eu amo minha solitude.
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
“Lettre à ma maitresse”
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Por causa dela,
Não me importo mais com cães
Gosto das mãos das mulheres
Mas não como quase nada
Nos alimentamos de maçãs
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Graças a ela,
Eu ouço ópera e mijo na varanda
Nós jogamos bacará, mas ela nunca ganha
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Graças a ela,
Eu gosto de Bach
De tango, e também de violoncelo
Por causa dela, graças a ela
Passei a ir ao cinema em Roma ou em Honfleur
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Ela diz que não devemos ter vergonha do choro
Eu não gosto muito disso
Eu não suporto os gritos
E há gritos!
Há lágrimas e risos
Ela diz “Serà lo qué serà”
E vamos fingir que…
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Eu deito bem perto dela
Meus olhos negros carvão,
pintados com rímel,
sonham com carne
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Graças a ela, passei a gostar de cigarros
A fuga para o fim
E ja não tanto de biscoitos
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Escuto suas longas conversas pelo corredor
Anseio por testemunhar sua doce evolução
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Graças a ela, eu não sou mais um cachorro
Eu ando em seus passos
E quando ela me diz “Venha!”
Então todo o meu coração bate ao mesmo ritmo que o dela
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Por causa dela, eu sei de tudo
No entanto, eu não digo nada
Quem é ela, o que ela faz?
Sempre o que lhe agrada
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Ela só ama o preto
Eu sou toda branca
Nossos corpos à noite se revelam
Sem distinção de status
Adentrando os jardins
Deitando pelos bancos
Esquecendo nossas tristezas
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Ela é sem fé, nem lei
Graças a mim, graças a mim
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De Jean-Michel Bernard.
Traduzida por Julha, a partir da Interpretação de Fanny Ardant.
