Nao Conto Detalhes e muito menos
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica nessa camada de realidade que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
Se algo pode ser estudado, então é real, mas o que é o oposto não é real, não para você.
A irrealidade é algo como ervas daninhas nas plantas para compreender seres reais como vocês, humanos.
Existem coisas que não podem ser tocadas pelo conhecimento de quem convive na realidade.
Agora faça esta pergunta: o que é irreal?
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica, que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
Não existe mau maior ou menor.
O que existe é o mau disfarçado de bem, que engana e seduz com palavras bonitas, mas com o tempo, se mostram mentirosas e não se sustentam.
Como diferenciar um do outro?
Eleva seus pensamentos e sentimentos ao Alto e busca Jesus como exemplo e guia.
Busca vivenciar sempre a solidariedade, fraternidade e amor ao próximo, assim, não cairá em nenhum engodo.
Esboço de epistemologia _ 1
Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.
Quando se sente medo.
Medo de fracassar.
Medo de não ser o suficiente.
Medo de não ser capaz.
Quando se olha no espelho e não se sabe mais o que fazer.
Quando se olha em volta e não se sabe mais pra onde correr.
Quando se sente tão incapaz, que não se sabe mais o que fazer.
Quando só lembranças dos dias de domingo a tarde,
Te fazem sentir um pouco de paz.
Quando somente a alegria de ter sido uma criança,
A inocência, a despreocupação de alguém que ainda não conhece a dor.
Quando se está cara a cara,
Quando ela sente seu medo,
Quando ela sente seu repúdio,
Quando ela decifra seus sinais de fraqueza,
A dor te olha nos olhos,
e a partir dali, você já não sente mais nada além dela.
Imagine uma palestra de um palestrante que não se prepara, não pesquisa nem se preocupa com o seu público! E fala tudo na improvisação e achismos, Imaginou? Pois é! Cada minuto parecerá uma eternidade! Aqui vemos a teoria da relatividade de Albert Einstein sendo vista na prática!
Lamentável, real, iminente, previsível, tediante, tolerante não sei até quando, mas faz parte do pacote posto e imposto!!!
2 Tm 2.15; Rm 12.7; Mt 22.29; 2 Pe 3.16-18
Autor: ouvintes
- Teatro! Teatro! Teatro!
Não será o homem personagem
dele mesmo
e mesmo
ele mesmo
não sabendo de si mesmo
não sabendo dele
as falas, mas adquirindo as marcas
?
O UNIVERSO NÃO TEM PRESSA
Para que tanta pressa?!
Nem o sol, nem a lua.
Esse mal não lhes convém
Giram lentamente o tempo todo!
Por estarem acima
Refletem os mares e lagos
Aquele a quem pressa lhe faz bem
Seus passos serão sedentos.
Ah! Pra que tanta pressa?
Se o tempo que ainda resta
São sonhos que não veem.
”Se você esperar as condições externas ideais para agir, a má notícia é que você não sairá do lugar.Você precisa entender que é melhor fazer o hoje bem feito e que isso sim, trará resultados.
O "momento perfeito" nunca chega e as frustrações se acumulam.
Faça Hoje o melhor por Você.”
A vida tem o tempo de um abraço.
Não dispense energia com bobagens.
Se sua estrada não está te levando para onde planejou, pare, reavalie seu trajeto, e encontre outro caminho. Mas não se iluda, acreditando que não encontrará obstáculos, eles nos transformam em pessoas melhores, e mais fortes.
Aprenda saborear os bons momentos, os momentos ímpares, únicos, que nos motivam, nos guiam, enquanto caminhamos por aqui.
O tempo passou e à mágica do Natal fim de ano acabou
Datas comemorativas não vão trazer velhos amigos
Todo ano falta alguém e o tempo não para
sinto falta até dos meus parças de quatro patas
saudade de verdade da família que todo ano é desfragmentada, pela dona morte, que não dá trégua nem nos feriados
POESIA QUE ME ESPANTA
Do momento em que a razão não consegue comportar,
a poesia nasce.
Do esquivar das algemas da mente a espreitar.
Do olhar além do além que a sutileza capta.
Do que não se expressa pela oralidade chula e gasta.
A poesia condensa os sentidos.
Mimetiza-se na escrita de um livro
em qualquer estilo literário.
Entrega-se a um pedinte.
Não se rende a um mercenário.
Desconstrói a narrativa fática.
É música
que vibra no espectro da sonoridade.
E por ser ritmo e compasso,
também é matemática.
Torna a pequena palavra vasta.
Guerreira de um só
ou de exércitos de Ghandi,
conquista sem armas.
A poesia basta!
O VULTO QUE VOCÊ VÊ
Uma pena que não note a profundidade do meu riso.
Como ainda trago a menina na alegria que improviso
sobre uma trajetória intensa,
em que recriei com arte
a tristeza, sob disfarces.
Lamento que não veja a beleza que tenho,
e que não é pouca.
Que não morre na extensão da minha idade.
Que rebenta nas ondas da inquietude
e nos despertares repentinos,
extrapolando o que expresso pela boca.
O que você enxerga é ilusão de ótica.
Minha imagem recriada pelos tolos
e reduzida a um vulto,
porque os meus verdadeiros versos estarão sempre ocultos.
SOLTE AS RÉDEAS DA TUA POESIA
Tua poesia não se restringe
às letras encadeadas do poema,
que escreveste ou não.
Tua poesia sorri
na gratidão da tua paciência aos esquecimentos do pai.
No humor ao olhar de tua mãe, que te eterniza na infância.
Na amorosa tolerância aos defeitos dos teus amigos.
E na tua resignação ao ninho
vazio pelo voo justo dos teus filhos.
A poesia, que te é inerente,
mora em ti quase anônima
e exala na tua humanidade manifesta
em meio ao caos e o improvável,
feito florada fora de época.
Isto Sim, Isto Não
Ontem, ao ter prazer de participar de uma conversa e ver uma religiosa e um ateu compartilhando o entendimento, me causa arrepios. Isso é incrível. É a prova de que estamos melhorando do aspecto consciência, uma percepção maior da realidade. Será que se eu raspar a cabeça me torno uma pessoa melhor ?
NINGUÉM ODEIA SEM AMAR ODIAR. ("Eu odeio o quanto eu te amo, não suporto o quanto eu preciso de você". — Tati Bernardi)
O ser humano é um catador de lixo determinado, cheio de livre-arbítrio, mas escravo por natureza; não sabe escolher o que é bom, apenas tem o que lhe dão. Mas, impõe ao Satã o abismo, como se fosse melhor do que ele; porém, ele é o dono do lixão, ao qual vai buscar sua alimentação. Sem saber, que o Diabo precisa de idiotas, porque não quer terminar sozinho a obra de destruição que começou, desafia-o e xinga-o. Dizem, por aí, que quem tem Deus está protegido do Capiroto! Os que têm Deus também têm o Capiroto, pois os dois são um em propósitos. Quem quer o bem de um, quer o mal do outro, usando os dois ao mesmo tempo, já que são faces de uma mesma moeda. CiFA
Infinitas ou não...
Em outra época eu definia as lembranças como infinitas, hoje não trato todas assim,
meu maior exemplo de pessoa viva que passou aqui na terra (MÃE), minha viagem de lua de mel, meu cachorro chamado Plutu, dessas lembranças não me esquecerei,
mas e do momento do meu grave acidente, dos incontáveis dias sofridos de câncer da minha amada Mãe e o dia que reprovei a primeira vez por imprudência no sexto ano, disso garanto que não farei questão de lembrar, deletando!
Simples como olhar a chuva cair, não pensar em nada somente viver,
viver para que seja mais um, um motivo da risada de um alguém, que nunca te pertenceu mas que sempre estava ali, e a felicidade estava ali, como algo automático, automático como a paixão, às chamas do coração que incendiaram aquele sorriso, de forma que a lágrima não conseguira apagar, simples forma do amor se mostrar
Escuridão
A noite se aproxima, e com ela sombras vem trazendo como companheira a escuridão. Não é uma escuridão pacífica ou quieta, pelo contrário, é dolorosa.
O que fazer quando vc sabe o que está por vir? O que fazer quando vc sabe que não é o melhor?
Ela trabalha contra mim, me atormenta, me angustia. Logo ela que me conhece tão bem. Sabe dos meus piores momentos. Me afoga, me faz imergir em águas escuras, profundas, não consigo respirar.
Eu sempre penso que o sol se pôs e se esqueceu de nascer novamente. Parece poético, mas não é, é triste. É como viver numa noite eterna sem ter o benefício do descanso. Apenas o limbo, o tormento. Quem seria capaz de explicar tais sentimentos, tais pensamentos, uma mente tão perversa?
Ela trabalha contra mim...
Estou cansada. Não quero estar onde estou. Me sinto enojada de mim mesma. Não aguento mais os dias que se vão.
Estou CANSADA. Quero findar, colocar um ponto final em tudo que me atormenta. Quero me levantar e gritar ACABOU!
Estou cansada. Quero encerrar este capítulo, por um ponto final, virar a página. Até quando?
Estou cansada... Não quero mais dar risinhos falsos e acenos ridículos para cumprimentar pessoas que provavelmente nem gostam de mim.
Estou cansada, quero cair, desmoronar, por a máscara de lado, deixar os sentimentos fluírem sem me preocupar com opiniões alheias.
Estou cansada. É muito difícil viver com tantas coisas te corroendo de dentro para fora, com medo, incertezas, angústias.
Estou tão cansada...
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