Nao Conto Detalhes e muito menos
Título - Felicidade
Como um conto de fadas, vamos todos dançar e sorrir. As fadas dançando nos céus e cantando melodias tão doces que agraciam nosso ouvidos tolos. Vamos, vamos brincar igual antes, nos divertir como crianças sem se importar com coisas fúteis como "Amor" ou "Tristeza". Deem as mãos e girem, girem olhando para as lindas fadas que estão nos céus.
NoLife$
Ela se apaixonou
Trocou tudo por um conto de fadas
Deixou sua vida
Foi viver essa história tão sonhada
Deixou de lado as amigas
Parou de frequentar as baladas
Encontrou o seu príncipe
Deixou de ser aquela garota que não ligava para nada
Encontrou o seu lugar no amor
Onde será eternamente amada
Imensidão
Seus olhos negros
Imitam a noite
Porque ao te olhar
Conto estrelas
Sua boca linda
Imita o dia
Porque ao te olhar
O sol irradia
Sua voz suave
Imita poesia
Porque ao te ouvir
Meu coração alivia
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 10/05/2021 às 11:00hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Amor
Amor vamos viaja o mundo todo
Eu te amo mt e nn é pouco
Eu conto as estrela pensando q tem fim, mais eu conto elas pensando em ti
Mais eu conto assim
1-essa mina é linda parece q nem tem sicatriz, vou da um anel igual de Saturno pra ver ela feliz
2-ela me ilumina igual a lua, mais o brilho dela e mais reluzente acho q é uma estrela cadente
3-se eu pôde-se eu roubaria Marte, só pra ver os povo olha pra vc é fala q vc teve sorte
E assim vai indo, eu só quero vc aki cmg.
Quando o amor...
Quando você acha que o amor é coisa de novelas, de ficção, conto da carochinha, pura fantasia, uma esperança surge de onde você nem imaginava, ele entra em sua vida de forma avassaladora e te deixa prostrado.
Mexe com o mais íntimo dos seus sentimentos, toca seu coração que parece que vai desfalecer, acelera o seu metabolismo só em pensar, se angustia quando não pode mudar o que ainda está no plano dos sonhos.
Quando o amor toca seu coração, você fica como quem sonha, tem vontade de gritar pra todo mundo saber que você o encontrou, que já está prestes a se tornar realidade, por pouco, muito pouco, você vai experimentar o mais nobre de todos os sentimentos, vai sair das estatísticas e vai confrontar a realidade.
Ah, o amor, que sentimento lindo, que sentimento puro, que sentimento frágil, se não souber administrar, pode se tornar uma arma mortal, tem de vir de Deus, não pode ser confundido com paixão, pois paixão é momentânea, já o amor é eterno.
Feliz o homem que ama de verdade e recebe a recíproca como resultado de um amor limpo e honesto, ofertado pelo pai, será feliz por toda a vida, ao lado dessa pessoa que Deus escolheu com todos os detalhes para se encaixar em você, o côncavo do seu convexo.
Momentos são como o vento, você vive e vira uma história. Se esse conto vai ser bom ou ruim, vai depender da relação que tu tens com o destino, já que nada está em nossas mãos, só a esperança de que tudo seja majestoso.
Viva, reflita e cause, busque, peregrine e ria, momentos podem ser inesquecíveis e a sua atitude é o que mais representará na lembrança da eternidade.
Em que tipo de forma nos colocaram?
Desde crianças somos alimentados com o conto da forma, somos alertados que a felicidade mora na estabilidade. Que o anseio primordial é a segurança. Que o risco deve ser sempre evitado, e assim seremos felizes. Nos matriculamos então em prisões travestidas de casa do saber; grandes muros, vigias, celas com divisórias.
Para reivindicar algo é necessário levantar a mão e pedir permissão ao vigia presente. Quem discordar ou contrariar irá sofrer as sanções. Talvez uma advertência ou suspensão.
Mas o tocar do sino nos trazia sempre uma esperança. Afinal, no "banho de sol" entitulado de "recreio", tínhamos um breve momento de liberdade onde podíamos partilhar nós mesmos. Depois, o martírio recomeçava.
Com o tempo fomos nos moldando e percebendo o giro desta roda. Bastaria que fôssemos bons de memória. Decorar seria o suficiente para avançarmos. Em poucos meses entendiamos que se replicássemos o padrão, jamais teríamos qualquer problema.
No fim, entregavam um diploma àqueles que tiveram boa memória, então pregávamos um riso largo no rosto; algo nada discreto, mas também não podia ser diferente, é que nossos pais estavam logo ali, bem à nossa frente, com um orgulho estampado na cara e aliviados porque você, afinal, é um promissor replicante.
Para coroar a cerimônia final, chamada "Formatura", os adultos ali presentes entoavam gritos de bravura e aplausos calorosos. A graça era manifesta e evidente.
E ali, inconscientemente, aprendemos que todas as vezes que desejássemos obter aquela saudação, só precisaríamos entrar na forma.
E o que veio depois?
Nos "formamos" na faculdade, no ensino médio, na pós-graduação. E vamos nos moldando em várias formas, tomando a forma de algo que nem nós mesmos sabíamos. Porque quando questionávamos, apenas diziam: "eu não sei, mas é que todo mundo faz assim"
Até que uma coisa acontece: um grito ensurdecedor implora para sair de dentro do seu peito. Sabe o que é isso? a sua essência aprisionada por toda uma vida, constitucionalizada no padrão, na média. Trancada dentro da própria casa, mas em vez de libertá-la, você faz o que foi programado a fazer: se adapta!
Ou por não saber do próprio potencial, afinal, não houve treinamento para isso; ou por medo do risco. Não é o que te dizem? "mais vale o certo que o duvidoso" .
No fim, você termina correndo em torno do próprio círculo, sonhando com um horizonte que não foi feito para você, afinal, foi o que disseram na TV. Você corre sem nunca ter saído do lugar.
E assim, vamos replicando o padrão. Erguendo cada vez mais muros e nos jogando dentro. Carimbando nossas carteiras e nos enfileirando em departamentos de nomes compridos.
Mas assim como no passado, há um alívio momentâneo. Um recreio que aqui o chamam de "Happy Hour". Uma sexta-feira tão aguardada que nem nos damos conta que estamos desejando que a vida passe mais rápido. E assim possamos contemplar cada vez mais outras sextas-feiras.
A tão antes desejada estabilidade foi se tornando uma condenação. Uma espécie de perpétua, a Firma em Forma de Prisão. E para não parecer um estranho nesse ninho, você se ajoelha e diz sim para uma vida moldada pela forma.
Até que um dia a catástrofe é percebida: Você finalmente se formou na vida!
O Conto da Bicicleta
Em um mundo distante, num tempo remoto, em outrora sociedade de um universo contemplado, hás de ter um carteiro, que carregava uma bicicleta nas costas, então, ele encontra uma criança de vinte e sete anos e a criança pergunta ao carteiro:
- Por quê carregas em mais de dois mil metros uma bicicleta de vinte quilos nas costas?
Então ele responde:
- Por quê até agora não encontrei a carta ideal para entregar ao homem ideal. Mas também, não sei andar de bicicleta.
Ignorando tudo o que o carteiro falou tirando a parte que lhe convinha, o menino fala:
- Me dê essa carta e eu lhe ensinarei a andar de bicicleta.
Assim falou o menino sem nem saber o que ele tinha de entregar, então, o carteiro entrega a carta ao menino.
- Tome esta carta e me ensine a andar de bicicleta.
Logo após o menino pega a bicicleta das calejadas costas do carteiro e coloca no chão, apoia em sua mão esquerda, o carteiro, com suas costas sangrando, senta na bicicleta e o menino começa a empurrar a bicicleta.
- Está conseguindo? Carteiro.
E assim o carteiro vai andando pelo resto da pista e assim aprendendo a andar de bicicleta. Depois de ter acontecido isto e o carteiro ter desaparecido no horizonte, a criança abre a carta e nela diz:
- Obrigado por ter me ensinado a viver.
Moral: Aprenda a viver apoiando-se nos outros, mas sempre ensine quando uma pessoa com as costas calejadas de tanto aturar sua vida aparecer no meio da estrada do infinito.
O que eu seria?
Seria uma historia de amor?
Um conto que se é dito depois da primavera,
Ou seria a luz na escuridão de uma crise?
Mas, não uma crise qualquer
E sim uma memorável
Que o céu e o inferno se recusam a esquecer.
Algo que seres mortais jamais entenderiam,
Algo a ser passado mesmo depois de morrer.
Um mistério eterno,
Que nem os mais sábios conseguiriam compreender.
Seria uma entidade ?
Sim, tudo oque se pode imaginar,
Tudo oque se pode amar.
Com uma odisseia de cores em meus cabelos.
Indo de Roxo daltônico a vermelho amarelado.
Se estendendo até o pescoço
Hipnotizando.
Se eu faço magica?
De certo modo, sim.
Seria um sonho muito louco ?
Com certeza!
Com policias correndo atrás de mim,
Depois de entrar em uma igreja e matar todos os fies,
De se infiltrar em um navio pirata
E sermos foçados a limpar o convés,
De em um castelo antigo para matar um dragão
E tudo que encontro era tesouro de alguns anões.
Desde um sonho de atos “mundanos”,
Até de massacres em escolas que parecem românticos.
Tudo se possa imaginar.
De desejos de consumir almas
Que nenhuma alma humana conseguira pensar
Ou até mesmo, ter a ousadia de desejar
Algo mais que o limite que sua mente possa suportar.
Filosofia literária da vida.
Poderia ser um conto.
Um caso.
O devaneio pronto.
A viagem de um tonto.
Brincadeira de adulto.
Lírico e prosaico.
Romântico.
Uma figura.
Um mosaico.
Não deixa de ser literatura.
O contexto da leitura.
Que também tem fantasia.
Esboço de quem não conhece.
O que verdade tece.
Além do tempo e do dia.
Filosofia, sim, certeza.
A expressão da natureza.
A identidade do homem e do estado.
O sentir e pensar.
Expressar e construir.
A maneira peculiar de ver, receber e reagir.
Um romance entrelinhas.
Do anseio, do entender, compartilhar e viver.
Não é vão essas linhas.
No peito.
De um isolado sujeito.
Estampada uma tardia identidade.
Mesmo percebendo.
Que o medo tece remendos.
É nessas entranhas de palavras lançadas.
Um sonho íntimo e portátil.
Armazenada na esperança da mente.
Vencer a característica volátil.
Dessa mesma mente.
Que sente.
Porém.
Nem mesmo sei esse repentino tardio.
Talvez se a juventude obedecesse, seria diferente.
Nada, claro que não.
Natureza é uma aptidão moldada.
Aliás a personalidade pode ser forjada.
Criar se uma identidade, ainda que sonhada.
O homem é a imagem do ilimitado.
Auto surpreso de um tempo frustrado.
A vida.
Segmento rico, contrito, uma constelação indecifrável.
No meu cantinho, poderia chamar de jornal, campo, futebol, carnaval.
Política, inteligência, uma bolha, um parque variado de conhecimento.
Um contexto amplo não há quem mede, não há quem ...é meça ou mida, partindo de medida. kk
A filosofia é literatura da vida.
Giovane Silva Santos
Embora eu passe o dia casado, compromissado com tudo, eu conto nos dedos as horas, os minutos, os segundos até chegar a noite.
Eu sou amante da noite. Linda, misteriosa, perigosa e mágica noite.
Eu quero pular sorridente nesse escuro, quero me jogar e não voltar mais.
Eu posso sentir o calor por dentro do frio, eu me equivco facilmente quando chega a noite. Me torno infaltil e amadereço quando chega o sol.
↠Catopês ↞
.
Dança, ritmo, até mesmo um batuque,
Conto um folclore de Minas Gerais, antes que eu caduque.
Há 170 anos, Marujos, Cabloquinhos e Catopês
Os festeiros cantam em frente a minha casa de sapê.
.
Em Montes Claros, no mês de agosto
O povo humilde toma o seu posto,
De reis e rainhas, príncipes e princesas, imperador e imperatrizes
E em uma mesma folia, a origem das suas raízes.
.
Homenageiam o Divino, São Benedito e Nossa Senhora
Os Santos atendem as preces, sem demora,
Cada fiel com sua roupa: bonitos, alegres, porém pobres
Com chinelas ou descalços, porque não tem cobre.
.
Carregam na voz a suas maiores riquezas: a sua tradição,
A crença na religião, o sacrossanto de devoção,
Ser escola e ter a história como convicção,
E manter esta cerimônia sem fim, no coração.
Que seja ad aeternum a cultura deste sertão!
Conto escrito sob inspiração de imagem recebida...
Qualquer semelhança com fatos reais, será apenas mera coincidencia,
fruto da inspiração de algo que pode ter sido vivido por alguém, e pode
estar mandando um recado a quem interessar possa...
Ósculos e amplexos
Marcial
REGRESSO À CASA DO LAGO
Marcial Salaverry
As recordações da infância sempre nos assaltam a memória. Buscamos as origens, procurando explicações para os fatos que nos levaram a tomar determinados rumos em nossa vida. Depois de longos anos afastado de minhas origens, ao saber que meu pai havia falecido, resolvi voltar ao passado, rever os fantasmas que me haviam afastado do convívio familiar.
Ao entrar no trem que me levaria àquela pequena cidade onde vivera na minha infância, as imagens começaram a chegar à minha memória... Aquela casa enorme, imponente, às margens do lago era o ponto marcante de tudo. A obsessão com que meu pai fazia questão de marcar as origens de nossa família, sempre entrava em choque com minha maneira de pensar. A mansão familiar ocupava um amplo terreno, dominando o lago. Considerava o ponto ideal para um hotel de luxo, aproveitando o visual, a topografia do terreno. Seria realmente um grande sucesso. Poderia fazer fortuna com esse empreendimento. Já havia uma incorporadora que desejava executar a obra. Tentei convencer meu pai a fazê-lo. Negou-se peremptoriamente. Disse que jamais macularia as tradições familiares por causa de dinheiro.
Jamais me esquecerei da última discussão, quando trocamos palavras amargas demais. Chamei-o de velho teimoso e retrógrado e coisas mais pesadas. Terminei dizendo que iria viver minha vida, e que não queria mais vê-lo, e mal sabia que não o veria mesmo. Consegui relativo êxito em minhas tentativas, sempre tropeçando no que meu pai sempre me dizia, minha precipitação, minha urgência em querer conseguir tudo.
Muitas vezes me vi tentado a voltar, e reconhecer que ele estava certo. Mas a teimosia era hereditária. Recusava-me a admitir minha incapacidade para o enriquecimento que prometera a ele. Dissera que só voltaria após fazer fortuna. Rira quando ele disse que a fortuna estava ali, nas origens da família.
Ao desembarcar na estação, e pegar o táxi que me levaria à mansão, que agora poderia vender e fazer o hotel de meus sonhos, era só nisso que pensava. Mas agora, sentado onde costumava ficar com meu pai, em um outeiro um pouco afastado da mansão, local que propicia uma visão fantástica da mansão, refletindo-a inteiramente nas mansas águas do lago, fiquei absorto contemplando aquela imagem que me levava à infância, às conversas que sempre tivera com ele, e que tanta falta me fizeram depois, nos tropeços que dei pela vida afora.
O casarão, imponente, lembrava as tradições que meu pai tão ferrenhamente defendera. Acontece que sua imagem, curiosamente refletia-se nas mansas águas do lago, como se estivesse de cabeça para baixo, ou seja, ao contrário. Naquele instante, as águas como que pararam, ficaram totalmente imóveis... Vi então, o que fizera de minha vida, a deixara de pernas para o ar, tentando provar alguma coisa, que agora me parecia totalmente irrelevante. Por causa disso, dessas minhas idéias, tinha perdido anos de convivência com minha família.
Essa imagem da mansão refletida no lago, fez-me ver o que fizera de minha vida, movido por uma ambição sem limites. Tomei então a decisão. Iria voltar àquele vetusto casarão, trazer minha família e ensinar aos meus filhos toda a história familiar, procurando fazer com que eles possam sentir o orgulho que eu sentia quando era criança, e que depois desprezei. Espero que não tenham que sentir sua vida, como senti a minha, vendo a imagem da mansão refletida nas plácidas águas do lago...
Com a inspiração da linda imagem, desejo lembrar que devemos respeitar a história de nossa vida, o que poderá sempre proporcionar que possamos viver UM LINDO DIA, com recordações do que vivemos ao longo de nossa vida, e que muitas vezes desprezamos em nome da ambição, do desejo de fazer fortuna, quando em nosso coração ela está bem enraizada...
Eu me deito e conto mentira
Me arrependo e minha conta outras
Eu conto ovelhas com sono de canto
e choro em conta gotas
Me conta quanto custa?
Eu pago! pra sorrir fácil
E dormir leve, juro irmão eu pago
Eu bebo, eu trago, rabisco, apago
Se eu precisar eu me estrago
Mas e porque eu preciso adocicar esse amargo
Eu escrevi no papel eu quero mudar
Não quero né, eu preciso
Então já comecei escrevendo errado
Converso com Deus
Igual um amigo do bar
Por que pelo o menos um de nós estava bebendo
Querido céu hoje eu te vi chorar
Por isso eu dormi chovendo.
ASS: Nilson Neto
De um jeito ou de outro, eu vou te achar.
Nossa! Conto os dias para te ver.
Eu penso em você o dia todo.
Eu sei que vou te encontrar.
Um dia, talvez semana que vem.
Eu te carrego no meu pensamento sempre querendo te encontrar.
Seu rosto é tão encantador sorrindo.
Até o espelho te admira.
Estou aqui.
Escutando as ondas do mar querendo te amar.
Viver um sentimento com sentido
Quem me dera se eu fosse o teu luar, você seria o meu raio de sol.
Vendo a cheia do luar.
Sempre procurando uma razão para viver, sentir a felicidade e o amar.
Você é meu porta voz, confidente e conselheiro.
Eu nunca me senti tão feliz quando ao te conhecer.
O sorriso que eu tanto amo me faz sorrir todos os dias.
Oh, amado, cadê seus segredos para eu me apaixonar por ti?
Lindo você e esse paraíso.
De todo o meu amor serão incontáveis iguais às gotas do oceano.
Seu nome é minha palavra favorita.
Sua voz é meu som favorito, você canta e encanta.
Você não fala, você recita.
Faz um bom dia virar poesia.
Seus olhos são meu espelho favorito.
Seus braços são meu lugar favorito.
Seu amor é meu sentimento favorito.
Eu te adoro demais, mais que tudo.
Você é lindo.
Você é fofo.
Você é raro.
Você é incrível.
você é maravilhoso e tem um coração gigante.
Você é especial, sol, luz e autoconfiante
Você é perfeito, determinado e animado
Você é inteligentíssimo, forte, generoso e criativo.
Encontrei em você minha paz escondida.
Ah, enquanto eu te procurava?
Será que eu sabia que era você aquilo que me faltava para me completar?
Amor, a esperança é o que nos mantém revigorados e vivos.
Diante da eternidade do amor de quem se ama.
O amor não acaba, mas o amor pode morrer, deixando lembranças boas e muitos felizes.
Recordações duradouras e felizes que jamais esqueceremos e que juntos nós passamos naquela tarde de domingo.
Contigo topo tudo, o limite não me existe.
Estou super e eternamente feliz por tudo.
A alegria de viver contigo é promissor, pois é cheia de momentos especiais e inesquecíveis.
Afinal, esse é o jeitinho que eu tenho para demonstrar afeto e carinho a ti.
Faz de conta
No palco da vida, enceno um sonho,
Onde somos atores de um conto medonho.
Faz de conta que somos felizes,
Numa história sem dor, sem cicatrizes.
Na história inventado, te encontro sorrindo,
Teus olhos, estrelas, meu coração, abrindo.
Cada cena, um beijo, cada ato, um abraço,
Faz de conta que o tempo não passa.
Na fantasia, somos eternos amantes,
Dançamos ao som dos desejos constantes.
Faz de conta que a tristeza não existe,
Que o amor é eterno e sempre persiste.
Se a realidade nos ferir com sua lança,
Faz de conta que o amor é a única herança.
Nos braços do sonho, deixemos viver,
Faz de conta que nunca vou te perder.
E desse encontro só
sobrou um conto sem ponto.
Por isso, escrevo saudade
vazia em uma pequena poesia.
Versos tão tangíveis que posso
senti-los em minhas mãos.
Instantes que se dissolvem
em horas a ponto de não perceber
que o dia já está para amanhecer.
Quando me dou conta do que dizer,
acabo por escrever minha sina:
O tempo não comprou passagem
de volta, hoje sou eu sem você.
Espetáculo
Assim é, amor, como bem sabes
Dos sonhos meus que te conto ao acordar
Do som dos pássaros que cantam conforme o nosso passo
Dos registros que eternizamos no palco da vida
E sabes, assim, como bem é – amor
Das nossas intimidades singulares pelas noites
Do doce tocar do meu rosto no seu e…
dos nossos olhares distraídos, perdidos – em nossa própria imensidão.
Passa por nós o tempo tão breve
que abre e fecha as cortinas do nosso espetáculo.
Do rio que corre e nos renova a cada encontro.
Mas eterniza (na memória) o sentimento –
do pouco de cada um que no outro fica.
(Tão breve o tempo, mas tão belo o caminhar)
E descubro, paciente, o viver (tão seu).
Enquanto ouço os aplausos dos outros eus sobre nós.
Fiquei doido, fiquei tonto...
Meus beijos foram sem conto,
Apertei-a contra mim,
Aconcheguei-a em meus braços,
Embriaguei-me de abraços...
Fiquei tonto e foi assim...
Sua boca sabe a flores,
Bonequinha, meus amores,
Minha boneca que tem
Bracinhos para enlaçar-me,
E tantos beijos p'ra dar-me
Quantos eu lhe dou também.
Ah que tontura e que fogo!
Se estou perto dela, é logo
Uma pressa em meu olhar,
Uma música em minha alma,
Perdida de toda a calma,
E eu sem a querer achar.
Dá-me beijos, dá-me tantos
Que, enleado nos teus encantos,
Preso nos abraços teus,
Eu não sinta a própria vida,
Nem minha alma, ave perdida
No azul-amor dos teus céus.
Não descanso, não projecto
Nada certo, sempre inquieto
Quando te não beijo, amor,
Por te beijar, e se beijo
Por não me encher o desejo
Nem o meu beijo melhor.
Quando a gente fica longe um do outro, me dá tanta saudade
Conto os segundos para estar com você
Mas os dias parecem ser mais longos
Os minutos se tornam horas
Mas quando te encontro, parece que somos apenas um
Porque essa saudade que sinto, mesmo que com uma vida toda ao seu lado
Não seria capaz de amenizar......
Te amo.
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