Nao Chega aos meus Pes
Minha escola é a vida, os professores são os meu ouvidos, os diretores são meus olhos, as provas são praticas, os exercícios são sempre mentais e quem me aprova ou reprova é a vida...
"No caminho do trem”
Me deixe com os meus meios de ser feliz
Junte-se a mim para rir e ser promissor
Não me venha dizer nada sobre a minha vida
Estamos aqui para curtir bons momentos
Foda-se a sua grana e o seu belo sorriso
Se você não me agradar, você esta fora dessa mesa
Essa a qual só vencedores podem rir da glória.
Algum dia os meus olhos perguntaram-me dizendo: porque choras? Respondi-lhes: choro porque o meu coração está apaixonado e que a minha mente não para de pensar no amor, mas a minha boca não tem coragem de dizer o que sinto.
JAT-João Alfredo Tchipilica
Nessa brisa desse amor
Como um tornado me levou...
Nessa escuridão maciça
Meus movimentos são sonegados...
Ainda sobrevivo em seu olhar
Que alimenta meus segundos...
Mesmo que me roubas-te já o ar
Sussurrarei meu ultimo fôlego
À te dizer EU TE AMO...
Quero enrolar meus dedos em seus cabelos, caçar seus olhos e te beijar como que seu beijo fosse minha forma de sobreviver.
Infância. Muitas histórias. Muito me orgulha. Muito me deixa saudade por ter sido perfeita aos meus olhos.
Uma pausa na Cafeteria
Existe, na agitação de meus dias, um espaço para mim. Sentada à mesa de uma Cafeteria, nas costas de um diário de classe, o meu lápis começa a semear o sonho. As palavras se encadeiam e elevam meu pensamento, meu corpo se torna menos tenso e meu sorriso se esboça à lembrança... e a musa aparece como em magia, deslubrante,esvoaçante, seminua, dançando descalça naquela contracapa azulada. A palavra desejada se acomoda a outras tantas, até a chegada do ápice, quando o poema está pronto, na rima, no rítmo, na métrica e na beleza. Esqueço o café que esfriou na mesa, recoloco o diário de classe na bolsa e retorno novamente aos meus afazeres.
"No silêncio insano da intermitência entre meus estados febris de consciência, respiro descompassadamente e me precipito no vazio escuro da incerteza de um novo dia. Brumas de torpor ocultam o intermédio entre o sono e a vigília e ao chegar o crepúsculo de mais uma jornada, encontro-te em mim. Escondida, sufocada pelo meu orgulho, sequiosa por irromper do fundo de minh`alma e clamar por si mesma, chamando-se para junto de mim..."
" Preciso estar bem para curtir meus poucos amigos de verdade e de bens para vivercom muitas companhias falsas."
Esse cheiro de saudade
Esse aceno de adeus
Aspirando a novidade
Choram alto, os sonhos meus
Esse novo de novo me envolve
Que ronda, exige e põe a prova
Desistir, agora, não resolve
Tal ao pecado que te leva à cova
Impiedoso, te cobra atitude
outro mundo, outros planos
E todos com uma vida amiúde
que erram e pecam como profanos
Se não posso opinar, nem escolher
Se não posso mudar, nem retrucar
Pois que aconteça o que tem que acontecer
Só não prometo aceitar sem doer, nem chorar.
