Nao Alimentar Esperancas
Não sou amor de ninguém, ninguém se faz dona dos meus juízos vôo entre a fé e as esperanças que transpassam o meu próprio brasão;
Teu sopro é o reconhecimento das dificuldades que a virtude percebe, sei que minha terra é a raiz do meu coração, me sinto mais a vontade de arriscar com o meu melhor dos sentimentos;
As minhas verdades libertam o que condenou no existir com palavras que só o coração entende para atingir o interior da alma;
Sentimentos não correspondidos se tornam frustrações por escolhas erradas que gira de esperanças a esperanças;
E quando o mundo capota o desastre é mútuo aos corações em questão para um chorar mimado que lamentam sem razão;
Poderia sim ser o que sonhamos, mas sempre haverá um mas para complicar o nosso entender;
Em espírito e verdade não perco minhas esperanças e com minha fé encontro minha força para resistir lutas em meu caminho;
Me preocupo se ainda não aprendi a amar e me perdi das esperanças, mas ainda tenho minha fé e clamor, para que o vento leve o meu pedido para o coração que me queira;
Ainda choro os meus erros que ainda insistem me invadirem pelas minhas buscas que não encontram o certo;
Não canso de nenhuma forma e não desisto de lutar pelos meus objetivos, pois minhas esperanças são à força do meu coração;
Mesmo com imperfeições me fazendo errar eu acredito que is meus erros são experiências de vida;
Não há mal que destrua as esperanças, não há dificuldades insuperáveis e nem mal que se estabeleça eternamente;
Pois a luz ilumina a mais intensa escuridão, mas mesmo assim o bem não dura para sempre;
Sonhar cansa. No auge dos dezoito anos, sonhando com a mesma coisa, já não restam esperanças de que um dia se torne realidade. Sentir-se inútil, velha demais para tentar — ainda que, no fundo, seja apenas uma distorção. Entretanto, a pressão despenca sobre você como um navio de toneladas, de uma vez só. Uma implosão debaixo d’água. Tudo irrita: as pessoas privilegiadamente ingênuas, moldadas por criações brandas e seguras, que subestimam seus problemas, seus sentimentos. E como dói… a cabeça, os olhos, a barriga, o coração, o apêndice, as costas, os nervos, as pernas, a respiração. Dói existir.
Sigo
Driblo certeiramente o mal...
Em loucas, mas não vãs esperanças...
Nas noites escuras e frias
Em notas dolentes de solidão…
Passo meu tempo a fazer poesias.
Numa inquietante audácia
O tempo passa certeiro.
Conduzindo glórias passageiras,
As trevas se dissolvem em fios.
Sorvo suavemente tudo o que cada instante tem pra me dar...
Sigo em frente, como assim seguem os rios.
Depressa com o andor que a Santinha não é de barro!
É feita dos nossos sonhos e esperanças.
E o tempo urge...
Tenho que me Libertar de tanta Podridão que ainda há em mim, que se eu não Acreditasse e Esperançasse na Misericórdia de Meu Pai, indubitavelmente eu Temeria pelo que pudesse sobrar depois disso.
Enquanto houver um pouquinho de fé... eu ainda não vou perder as esperanças ... Diaz melhores virão assim como o sol nasce a cada manhã!!
Dia 3
Mantenha a sua fé em todas
as instâncias e circunstâncias,
Não perca as esperanças
e sempre passe adiante
o seu aprendizado
sem se importar com tudo
aquilo que você tenha passado.
Na hora do acontecimento não aproveito nada. E depois vem uma ilógica saudade.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.
