Na Sombra de uma Árvore
Outono é quando a Natureza poetifica as suas próprias cores e devagar desnuda as sombras dos arvoredos.
Mulher é como árvore que à muito tílias, dá sombras para leões, é como medicina que recria artes e religiões, ou ser apenas o corpo de uma pequena família ajudando milhões.
Meu brinquedo preferido é, um balanço de borracha acoplado a uma bela árvore frutífera, sombra e deliciosa brisa pois, linda é essa Vida.
Casa da árvore
A minha casa foi construída em cima da árvore,
lá, tenho sombra a vontade para os desconfortos da vida,
nela, tenho os pés firmes no chão enraizadas naquilo que é de verdade,
a chuva traz alegria, os ventos quando balançam nos fazem dançar,
a casa respira amor pois sinto através da fotossíntese a energia da seiva transpirar,
aqui eu tenho o remédio para os dias bons, tenho a receita para o sol brilhar diariamente e tenho todas as repostas ao olhar para o céu do topo da árvore.
Em paz
No ritmo do vendaval a cachoeira fazia chuva no oásis,
Na sombra da árvore o beija-flor dançava polinizando,
O barulho dos castores ecoava pelo vale rio acima ,
No deslumbre da calmaria, dois corações indomáveis respiravam os afagos dessa brisa de paz.
Essa linda árvore,
onde você se esconde sol,
em sua sombra fresca,
já foi uma pequena planta,
que outrora você pisou!
Cansei de ser raiz, quero ser a árvore frondosa que vai dar sombra e frutos aos meus algozes que adubaram a terra árida que germinou vida que agora habita em mim.
Quem recebeu o privilégio
de compartilhar a sombra
de uma arvore durante
a infância jamais esquece,
A árvore emprestou o galho
para pendurar o balanço,
os gravetos para as brincadeiras,
o fruto ingenuamente "furtado"
e mora até hoje no coração
da nossa criança interior sempre
naquele sonho de fugir de tudo
para construir a sua casa na árvore
quando tudo estiver por um fio,
alguns até tiveram a sorte
de ter a sua casinha na árvore,
Eu mesma não tive uma casa
na árvore e o fato de existir uma
árvore por onde eu passasse
sempre me fez feliz e não mudei;
Quem não percebe o quanto
ela foi importante, ela é e seguirá
sendo não caiu em si que temos
que fazer tudo pelas florestas
se quisermos continuar vivendo,
Sei que ninguém nasceu sabendo,
sei também que não diferente
de uma árvore todos merecemos
continuar se desenvolvendo,
Porém, sei que sem florestas ou
sem a sombra de uma única árvore
estamos fadados a acabar morrendo.
A sombra de uma bela
árvore de Guanacaste,
Uma conexão ancestral
com a palavra e a terra.
Eu sou aquela do jeito
que você quer ter,
pode ser e do jeito
que você assim quiser.
A Primavera perpétua,
inevitável e poética
que vem te movendo
e me inteira querendo.
Com os olhos fechados
o oceânico sonho,
com os olhos abertos
desejos em festejos despertos.
Com o barco de pesca
em Cayo Madrisquí aportar,
e sob a sombra absoluta
de uma árvore descansar.
É o quê temos para daqui
a pouco para que nada
tire da o ânimo da rota
de viver a nossa História.
Deixar o quê é de impulso
amoroso nos governe
sempre daqui para frente.
Com os olhos fechados
confiar inequivocamente
um ao outro os sonhos.
Passear de mãos dadas
na Ilha das Conchas,
Um beijo discreto debaixo
de uma sombra de uma árvore.
A cena está finamente
feita na imaginação,
Ando sorrindo e cantando
ainda sem aparente razão.
A intuição tem escrito
poemas de amor para mim,
é alguém vindo no destino.
Sem receio de ser chamada
de ultrapassada ainda persisto
em ser quem sonha acordada.
Experimentar o abandono
e a sombra das árvores
da Ilha das Cabras no mar
sem nada para se importar.
Um minuto para respirar
e para pensar quando
a maré começar a mudar
para não me deixar levar.
Porque assim tem a vida
tem que ser e assim será
onde o quê é de juízo está.
Colocar cada um sem quer
agradar no seu devido lugar,
para a paz ser e a espalhar.
Plante uma árvore, regue-a, cuide-a, proteja-a, observe ela crescer. Então, um dia, você terá uma sombra. E talvez poderá dizer que ela é sua.
Logo após o amanhecer o sereno desenhava o contorno das árvores sobre o chão e o resultado era uma sombra como do meio dia.
PONTO DE VISTA
Pela janela vi uma arvore no alto de um monte
Grande é soberana como se estivesse ali a se exibir
Imaginei-me lá e sorri por um instante.
Olhei tudo ao redor protegido por um sobra refrescante.
Sentei no chão e vi casinhas lá em baixo.
Uma das janelas estava aberta vi uma bela garota á costurar
Havia também um cara olhando pela janela sorrindo parecia feliz,
mas, qual seria o motivo, será que sorria atoa?
Despertei com uma voz dizendo “acabei, veja se a costura ficou boa”.
"Ao longo do meu caminho planto árvores, não para ser lembrado por isso, tenho certeza que se eu não desfrutar das suas sombras, alguém desfrutará."
No caule macio de uma pequena árvore
palavras escritas ao léu, ao céu,
da pequena que sob sua sombra nascera
coberta pela poética e seu inspirativo véu
sentimentos, ideias e ideais, os quais
realmente nem sabia o que eram,
versos ainda poucos, alguns roucos,
vindos de dentro do coração,
murmurando a poética pela tapera,
quimeras em metáforas de ilusão
