Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Um chocolate derretendo no cantinho da boca. Escorrendo devagarinho a deslizar por cada poro como se fora uma criança que passeia pela cidade e desliza suas pequenas e suaves mãos pela vidraça do prédio conforme avança em seus passos despretensiosos; ao avistar a beira, vai desacelerando os passos para que deslize mais um pouco, adiando o momento em que seus dedos se desprendem, quase se despedindo, da última vidraça do prédio.
Assim imagino, o percurso de uma gota de chocolate escorrendo pelo canto esquerdo da minha boca. A sensação de senti-la rastejar de um canto da minha boca para outro, alcançando o queixo querendo se jogar de braços abertos ao abismo, esperando que meus dedos a alcance e a leve-a para meus lábios; me faz pensar em você.
Uma gota de desejo escorrendo por mim, eriçando cada poro em que desliza. Uma gota de desejo que por onde passa tudo vasculariza.
Algo me diz que essa gota precisa jorrar de algum lugar e terminar essa doce e sutil agonia que é, desejar você.
"Quando quiseres me levar"
Ele acordou com um gosto metálico na boca e uma lucidez que parecia milenar.
Sabia. Não era intuição. Era certeza.
Hoje, a Morte viria. E ele, cansado, não a temia.
Ajeitou os papéis sobre a mesa, acendeu um cigarro que não fumava havia dez anos, e pôs uma música quase inaudível no velho toca-fitas. Era Chopin, talvez. Ou só o vento.
Deixou as janelas abertas. Queria que ela entrasse à vontade.
Morte. Senhora. Fera. Fêmea.
Ela que viesse — sem cerimônias.
No papel, começou a escrever, como quem fura o véu do mundo com uma agulha de fogo:
“Quando quiseres me levar, irei sorrindo.
Quando me achares digno daquele banquete onde serei o prato suculento dos vermes, fique à vontade.
Sei que poeta não deve demorar muito por aqui.
Quanto a essa ilusão que puseste no coração do homem, de ser eterno, fica no vácuo, como hiato cósmico.
Como palavra muda, impronunciável.
Que nós, por confusão mental, criamos em delírio: eternidade.”
Fez uma pausa. O silêncio da casa parecia escutar. A xícara de café esfriava devagar. Lá fora, o mundo seguia: os cães latiam, os pneus assobiavam no asfalto, alguém batia panela no apartamento ao lado.
Mas ele já não pertencia a isso.
Levantou-se. Pegou o espelho da infância — aquele que pertencia à mãe — e olhou-se como quem vê um estrangeiro.
“É você mesmo?”, pensou. “Ou o que restou do que chamaram de você?”
Não chorou. Apenas fechou os olhos.
Lembrou de um amor antigo.
De um poema que nunca publicou.
De uma criança que lhe sorriu na rua, semanas atrás.
Cada coisa lhe parecia uma despedida disfarçada.
Às onze e quarenta e cinco da noite, ela veio.
Não como figura. Não como caveira.
Apenas entrou no ar. Como frio.
Como verdade.
Ele sentiu.
Sorriu.
E sem mais palavras, morreu de olhos abertos, como quem enfim compreende — ou perdoa.
Na folha, sua letra deslizava até o rodapé da página.
E ali, como se deixasse ao mundo uma última gargalhada filosófica, escreveu:
"Criamos o infinito com medo do fim.
Chamamos de eternidade o que não suportamos perder."
Se quanto mais a gente agradece, mais coisas boas acontecem, então, coloca um sorriso na boca e bora agradecer, que o mês tá só começando e tem muita coisa boa pra acontecer.
Amanhecer, mais do que abrir os olhos pro dia, é redesenhar na nossa boca um sorriso de esperança que por ventura, o dia anterior tenha apagado.
Tu tens um sorriso tão lindo, saem palavras doces da tua boca e esse olhar tão meigo, cheio de fogo e desejo que me queima e me mata de prazer.
Não adianta querer falar bonito, sendo que na prática, quando abre a boca, é semelhante um vaso sanitário cheio de fezes, ou seja, fofoca, difamação que só traz contenda e divisão!
(DVS)
Palavras doem, como um soco, até pior, mas quando vem da boca de quem você ama é como se milhões de pessoas atirassem em você.
Deus determinou que tivéssemos dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Há um propósito ... Basta parar, e pensar. Refletir sobre.
Doce Amarga 2
Eu sinto um amargo doce na minha boca
Quando penso que posso perder você
A vida é um gosto mais suave para quem ama
Mas o amor também traz o peso da dor
Eu tenho medo de encarar o fim inevitável
E suportar a dor que a saudade traz
Você vai partir e eu vou ficar aqui
Sem saber se sou capaz de seguir em paz
Mas enquanto estamos juntos, vamos aproveitar
Cada instante desse amor tão intenso
Deixa que a doce amarga da vida
Seja nosso alento e nosso alívio imenso
Pois você é meu doce, meu sal, minha canção
E a vida sem você é vazia e sem cor
Vamos fazer valer a pena cada segundo
E deixar nosso amor escrever a nossa história de amor
A Verdade é Verdade em qualquer lugar e na boca de qualquer um. A mentira é mentira em qualquer lugar e na boca de qualquer um.
lua de mel no amor
eu queria ser um beija flor
para beijar com docidade e com amor
sua boca, essa bela estrela com seu suor
com muita dor reclamenado seu calor
iremos juntos viajar pelo caribe
encontrar nas ilhas virgens
o amor que procuramos tanto achar
na lua de mel se esbaldar o nosso amor
beija na minha boca o doce da sua paixão
lambuza a minha solidão com seu doce olhar
a presa é inimiga da perfeição chega com calma no meu coração
vai ser o encontro da razão com a ilusão
Nos seus olhos refletem meu doce amor por ti
e a distância que nos separa é pequena
Me beija nas ilhas virgens e agora chegou a hora
Me casei na intenção de refletir em seu coração o amor de nossa união.
Eu que esperava um eclipse só nosso.. pra sentir tua boca na minha denovo... e dizer juras ao pé do teu ouvido .. como nos velhos tempos...hoje é outro tempo...e outra história e outra vida...e outro momento e nem sei mais se ainda queres que eu seja teu sol.. eu nunca mais ouvi tua voz.. já faz tempo...
Um bom poema
È aquele que nos fala,
Ou com os olhos,
Ou boca,
Ou ouvidos,
São sentidos,
Não importa,
Com ele
Queremos conversar,
Rimar.
Sem rima.
.
Ene Aguiar
Sina -
Na minha boca há um grito
que é feito do teu silêncio
nem sei amor o que sinto
se a noite vem em segredo
como uma onda que agito.
Nas asas brancas do vento
não há vida nem morte
que o nosso amor não tem tempo
pois sinto que a nossa sorte
é filha do sofrimento.
E como uma rota traçada
tracei a sina na mão
esperei tanta madrugada
vesti tanta solidão
de ti não tive mais nada.
Mesmo em meio às agruras e as incertezas da vida tenha sempre um sorriso na boca, para confundir a tristeza e afastar o mal humor.
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