Mulheres Falam mal uma das outras

Cerca de 277139 frases e pensamentos: Mulheres Falam mal uma das outras

O homem é de fato um ser estranho. Pode encontrar-se em silêncio no meio de uma multidão e outras tantas vezes estar no meio do barulho mesmo estando sozinho.

Inserida por Eraldocunha

Uma pessoas que não entende as outras
Não tem capacidade de se entender própria

Inserida por Plattinno

Carregamos em nós quatro janelas. Apenas uma é totalmente conhecida, as outras continuam parcialmente fechadas ou totalmente ocultas.

Inserida por IedadePaula

Pode ser que, em outras estações este mesmo sol volte a brilhar.
Pode ser que, entre uma em um milhão encontre a mesma beleza.
Pode ser que , o que o vento levou, traga de volta o perfume
Pode ser que, o tempo e a ausência te encontre para te dizer o que quer ouvir.
A certeza é que existem coisas que podemos mudar, exceto o amor.

Inserida por EDPENSADOR

Exercer autonomia de pensamento é justamente proporcionar uma reflexão que abranja outras possibilidades.

Inserida por RicardoMoura

Na maioria das vezes depositamos em outras pessoas uma responsabilidade que é nossa. Esperamos que o outro nos ame, que seja fiel, que nos trate bem e nos respeite, mas nem sempre será dessa maneira. Almejamos muito mais, desejamos que tudo seja com intensidade e reciprocidade, mas não deveria ser assim. Depositar a nossa vida nas mãos dos outros nem sempre é saudável. Temos que nos amar antes de amar alguém, nos valorizar antes de dar valor ao outro. A vida nos ensina a não esperar tanto das outras pessoas, porque cedo ou tarde elas vão nos decepcionar, nos machucar de alguma forma. Nós somos responsáveis pela nossa felicidade!

Inserida por janilton_silva

"Tem pessoas que matam com um tiro e outras,roubam de um menino o gosto pela educação.Com uma caneta matam milhões,depois, pede delações para curar sua corrupção.Tem professores dentro de sala,cujo a voz já está fraca por viver em Depressão."
(Rodrigo Juquinha).

Inserida por RodrigoJuquinha

Uma linda flor no meio de tantas outras! Parabéns. Beijos.

Pessoas são seres complexos e se afastam uma das outras por tão pouco.
Se afastam por bobagem, por orgulho, por pequenas faltas e pequenas falhas, que um simples desculpar se resolveria. Basta dizer ou aceitar que errei, que erramos.
Errar, faz parte de nosso ser, de nosso crescimento, como tambémfaz parte acumular. Sim, somos também, seres que acumulam.
Acumulamos experiências, pessoas, coisas. E dentro dessas experiências cultivadas, nós mudamos nosso comportamento e, até nossas relações de amizade.
Quantas pessoas entraram em sua vida em determinado momento, quantas destas pessoas você às mantém hoje em seu círculo de relação pessoal?
O mundo é dinâmico, sabemos disso.
Não há tempo para cultivar o orgulho, o preconceito e qualquer outra mazela.
Esperar pela velhice, se houver for, para poder se desculpar e reconhecer que deveríamos ter tido um empenho maior dentro de cada relação, acredito, será talvez, tarde demais.
Aproveite as pessoas à sua volta, todas tem uma forma de agir e ser, todas tem seu mundo e sua individualidade. Respeite isso.
Existe uma palavra falada que muda tudo, você sabe qual é?
Pense nisso.
Paz e luz.

Inserida por Massako

O Respeito é uma arma tão forte contra o Preconceito, contra o Racismo entre muitas outras coisas... Com o Respeito aprendemos também a entende o Espaço do Próximo. Entendemos que nem todos vão nos olhar com bons olhos, sempre haverá alguém duvidando do seu carácter da sua integridade. Mas o Respeito abre os Olhos daquele que não enxergam a verdade, Então descansa... Fique tranquilo...
Ame, abrace, beije, se alegre, festeje tudo isso e muito mais Sempre Respeitando o Limite e o Espaço do seu Próximo. E assim tudo irá bem!

Inserida por daniel_goes

Era sábado, a noite não era mais quente do que todas as outras noites de outono, e uma brisa sutil, entoava o ritmo das noites boemias.
A Lapa brilhava em seus muitos tons, dos sambistas altivos em seus velhos ritmos que agitavam os bares, até as damas da noite, que satisfaziam corpo e mente dos afortunados ou não.
Era inegável, no entanto, a magia das noites cariocas. Magia essa que levava os mais variáveis públicos até seus braços, os braços da cativante noite envolta em cerveja e no batuque dos pandeiros.
Carlos não era um homem muito diferente de qualquer outro que apreciava a companhia sistemática de ninguém menos que ele mesmo.
Vivendo o que ele viveu e passando o que passou, seu copo e cigarro eram melhores que qualquer papo que tirasse a poeira da rotina, ou ouvir um amigo falando sobre o espetáculo de Garrincha contra o Flamengo no Maracanã.
Ele se sentia bem na sua própria companhia. E normalmente acompanhado de seu inseparável caderno de notas, o qual escrevia seus romances e infortúnios da sobriedade.
Lembrou-se de uma situação que viveu quando tinha seus 23 anos. Amores de juventude normalmente eram indícios de problemas, principalmente se o resultado final era estar sozinho num sábado a noite.
No entanto, Carlos apreciava as memórias de quem fora importante em seu passado.
Angélica foi seu grande amor, provavelmente o maior de todos os amores, motivo de seu sorriso e embriagues.
Conheceram-se na faculdade de jornalismo, sendo ele o aluno de tal curso, enquanto ela cursava medicina veterinária.
Não era diferente de uma típica menina dos anos 60, onde o amor pela natureza e seus animais era o ápice das relações humana.
No entanto, algo havia cativado o coração de Carlos. Ela fazia com que todas ações que pareciam comuns, tomassem formas absurdamente especiais. Ela sorria de forma diferente, e o cumprimentava de forma diferente, sendo simplesmente diferente de todas.
Ele, por outro lado, resguardava a timidez, característica de sua personalidade frágil com relação ao que não compreendia.
Era um rapaz altivo, porém, jovem. Tinha pressa de conhecer e saber as coisas do mundo, garoto suburbano de pais humildes que trabalhavam para que ele pudesse completar os estudos.
Certo dia, no verão de 67, num Brasil onde todas as palavras precisavam ser medidas, desmediu um ato. Decidiu que Angélica não seria mais sua relação do imaginário. Esbarrou quase que propositalmente nela no meio do gramada da Universidade, e disse:

_Perdão! Desculpa mesmo incomodar. É que eu te vejo sempre, e bom... Você nem deve saber quem eu sou, mas...

Prontamente, foi interrompido por ela:
_Você é o Carlos, eu te conheço sim.
E sorriu. Sorriso esse que queimava no coração dele como uma tocha de coragem, um farol entre seus pensamentos de medo da rejeição. Coragem para fazer a tal pergunta:
_Não aceitaria sair? Eu conheço um barzinho legal na Lapa, com viola e cerveja.
Ela aprontou um amplo sorriso, pois percebia o nervosismo do garoto e apesar dos pesares, ele estava ali, tremendo mas com muita coragem em sua tremedeira.
_Vamos! Ela respondeu.
Prontamente se despediram após marcarem o horário de encontro. Era fim de semestre, quando qualquer aula perdida poderia ser prejuízo.

Eram 22:00 da noite, e a Lapa reinava sublime. Era o auge da Bossa de Vinícius e Tom, que ecoava nos ladrilhos históricos, em nuances carnavalescas com o samba raiz que o carioca entoava com um hino.
A alegria dos presentes era visível. Casais dançavam juntos em bares, com suas bebidas. Rapazes em seus ternos polidos e moças em seus vestidos de cores tão diversas, que eram uma atração visual, um Taj Mahal arco-íris.

Ele já estava lá quando ela chegou, havia separado uma mesa pequena para dois, aconchegante o suficiente para equilibrar conversas como vida, amores, futuros projetos e etc...
Ela falava, ele bobo, olhava e admirava como se fosse a própria rainha da Inglaterra que estivesse discursando particularmente para um único súdito.
Era normal. Todo homem apaixonado cria para si a ideia de um momento, um momento que ele vê como algo possível, mas improvável. Ela estar ali, se divertindo com ele era o algo impossível de se imaginário.
Perdeu o controle quando viu que ela sabia seu nome, e perdeu o jogo quando ela aceitou o convite. Estava totalmente entregue.
Dançaram por horas. Entre pausas e danças, fluiu uma pergunta vinda da moça:
_Acha que o amor é pra todos?
Ele ficou sem resposta, de pé, encarando-a. Então disse:
_Acho que tô prestes a descobrir.
Aquele foi o gatilho, o estopim dos muitos sentimento. O amor era o sentimento sublime que construiu a maior parte da filosofia poética, ferindo de morte os corações desavisados, no crepúsculo da inocência que circundava o homem.
Beijaram-se como casais bem mais antigos, como se estivessem juntos a décadas, uma conexão extremamente rara, uma rosa nascida no concreto dos dias ácidos que corroíam a nação.
Mas brotou, com a força dos bárbaros, e a leveza dos artistas.

Já estavam juntos à 3 anos, e em 1970 era ano de Copa Do Mundo. Ele já era um médico iniciante que acabara de receber uma proposta que poderia mudar sua vida completamente.
Seus muitos contatos universitários trouxeram a ímpar oportunidade de um intercâmbio na Universidade de Cambridge, uma das mais renomadas do mundo. E uma oportunidade tão incrível, poderia não ocorrer duas vezes.

Correu até o apartamento que tinham em conjunto, era pequeno, sem muito brilho, mas era dos dois. Aquele pedaço de paraíso como costumavam chamar. Esbaforido, e exausto de tanto correr para chegar e anunciar à sua amada a notícia tão aguardada.
Ela pressentiu e com um sorriso e olhos marejados entendeu o que ele pretendia dizer no momento em que abriu a porta.
_To contigo! Vai viver nosso sonho, amor. Estarei aqui quando voltar.

Arrumaram as malas juntos, e se encaravam, rindo copiosamente da situação. O sonho de um era o sonho do outro. A distância seria vencida no devido tempo e em seus moldes.
Desceram as escadas do apartamento, e em suas alegrias que se misturavam com a festa pelo gol salvador de Jairzinho, partiram para o aeroporto.

O check-in foi feito assim que chegaram.
_Me responda sempre que possível. E use os casacos, lá é inverno.
_Eu sei, amor.
Ele respondeu.
_Assim que chegar eu dou um jeito de falar com você.

Ela assentiu com a cabeça, como quem entendeu.
_Te amo, lembre-se disso antes de dormir e ao acordar. Você é único, é tudo.
Ele não respondeu. Sua solitária lágrima que delicadamente escorreu de seu rosto, seguido de um beijo.
_Você estará comigo em cada momento.
Respondeu olhando repetidamente para trás e dizendo "eu te amo" em sussurros, até entrar no avião. Partindo para o grande momento.


Depois de 1 ano nos Estados Unidos, correspondiam-se com frequencia. Mas naquela manhã fria e de neve, recebeu um telefonema que não esperava. Era seu pai:
_Oi filho. Eu preciso que volte para o Brasil. É a Angélica, ela...
Relutou em dizer.
_Pai, o que aconteceu? -Disse ele assustado.
_Ela... teve um mal súbito, filho. Encontramos ela caída no apartamento. Eu sinto muito, filho. Ela não resistiu.
Soltou o telefone naquele momento, se negava a acreditar, enquanto gritava encolhido no chão da universidade. Nunca imaginara um mundo onde Angélica não estava, e aquilo doía de formas que a morte seria melhor.
Foi para o alojamento e arrumou suas malas com a ajuda dos colegas. Lembrou-se que sua ajudante na última vez que fez aquilo nunca mais o ajudaria. Sentou-se no chuveiro e por meia hora ficou lá. E suas lágrimas confundiam-se com a água que caía, e que por capricho, não escorriam seu sofrimento até o ralo.
Partiu para o Rio de Janeiro no mesmo dia. 12 horas depois, chegou a um Rio que não era semelhante ao que viveu. Chuvoso e frio, como se o céu sangrasse por ela.
Ele negava-se a entrar na igreja onde o corpo era velado. Como crer naquilo? Era ela, a pessoa que mais amava em todo o mundo, e que 3 dias antes havia falado com ele.
Olhou-a distante, de longe, estava linda, uma flor pálida.
Carlos saiu durante o enterro e seguiu até um lugar comum para ele, a Lapa.

Naquela noite não houve samba, não houve músicas e alegria. Era só ele, sua dor e sua lembrança.
"Lembre-se que te amo, quando dormir e ao acordar."
Lembrou-se disso todos os sábados a noite, por 30 anos, quando ia para o mesmo lugar onde se conheceram. Pedia 2 copos de cerveja e um sempre terminava a noite cheio.
"Realizei nosso sonho, meu amor."

Ele conheceu outra pessoa, a qual amou e construiu família. Mas nunca amou como aquela a quem amou na juventude. Nunca houve outra Angélica.
Nem as rosas pouco falantes de Cartola expressavam sua dor eterna, tão eterna quanto seu amor e gratidão.

Inserida por MatheusHoracio

Não há uma época pior do que a época que quer barbarizar mais que as outras.

Inserida por elissiqueira

É sabido que a marcha de uma civilização sempre provocará a
destruição de outras civilizações, e sempre foi assim. Mas, em nossos dias, com o uso das novas tecnologias, a televisão e os meios eletrônicos não
podem ser responsabilizados sozinhos pelo estrago. Eles, porém, assumem
um papel destacado ao arrematar o serviço: são veículos de comunicação, ou melhor, veículos de globalização, os interlocutores da palavra do mais forte
sobre o mais fraco, cobrando inclusive o sacrifício dos idiomas mais frágeis.

Inserida por cristiane_neder

Aprendi
Que ser uma pessoa de valor é tratar as outras pessoas de forma digna, com respeito e igualdade. Não importa a posição que ela ocupa, a função que desempenha, a roupa que veste, o carro que dirige ou a língua que fala...

Inserida por ElidaJeronimo

Eu nunca quis ser uma pessoa que inspirasse outras pessoas. Todas as minhas lutas, guardo para mim e para um pouco de pessoas que eu possa chamar de amigo. Eu realmente nunca quis mostrar para toda a comunidade minha luta para ficar longe de algumas coisas que não posso mostrar aqui. Eu tentei me afastar também de pessoas que me fazem sentir mal por minhas escolhas. Mas eu fui e sou frágil, sou humana. Cheguei perto dessas merdas, e quando somos viciados em algumas coisas e tem algumas chamas acesas, é difícil controlar e não errar. Por algum tempo eu queria ficar longe e às vezes eu não queria continuar a minha luta para ficar sóbrio e longe todas as merdas que me fazem ter uma recaída. E aqui estou eu, no chão, sem as pessoas que disseram "você tem que fazer o que faz você se sentir (na verdade, cair) feliz". Eu mudei minha opinião, minha mente apenas para ser feliz, e eu estou me afundando dia após dia. Eu quero agradecer de todo o meu coração todo o meu amigo que me deu apoio e nunca desistiu de mim, que me deu super poderes para ficar sóbrio. Quero que todos vocês saibam que sempre serei grato por todas as coisas que vocês fizeram, fazem e, se eu precisar, pelas coisas que vão fazer, mas se eu cair de novo e algo acontecer, eu quero que você saiba que você não precisa se preocupar comigo, porque eu tenho que ficar forte sem ninguém me ajudar, porque eu não terei pessoas para ficar lutando comigo todo o Tempo. Eu tenho que lutar sozinho. Eu realmente não gosto de saber que estou aqui passando por tudo de novo. Eu posso prometer que vou conseguir ajuda, mas não posso prometer que ficarei bem por um longo tempo ... Eu também me preocupo com isso, mas às vezes é tão difícil.Por favor, não me julgue por algo que você não sabe o quão ruim isso me faz sentir. Sinto muito por mim mesmo.

Inserida por zehst

Tudo que uma pessoa pode imaginar,
outras podem tornar real.
Paulo Silveira

Inserida por PauloCesarSilveira

Se você é uma pessoa pró-ativa, não terá que esperar circunstâncias ou outras pessoas para criar perspectivas – já estará evoluindo.
Paulo Silveira - Conferencista e autor

Inserida por PauloCesarSilveira

As ameaças são uma forma covarde que algumas pessoas têm de intimidar outras.

Inserida por Maxwouters

Tenho certeza que em outras vidas já fui diferentes coisas e seres. Já fui uma pedra. Já fui sapo. Já fui nuvem. E até um grão de areia do deserto. Já fui um rei. Já fui escravo. Já fui um Santo. Fui até um guerreiro. Fui sou e serei uma expressão da criação. Fui tantas coisas e faz tanto tempo que eu não lembro mais. Hoje sei que SOU. E que tudo É.

Inserida por Todeschi

UMA MEMÓRIA

Um dia as fotos envelheceram, mas todas as outras a se encontrarem na memória, essas tempo algum pode faze-las se perderem. Minha consciência apela aos pensamentos... E assim, sei o quanto as poesias resistiram.

Inserida por ricardo_oliveira_1