Mulher Bruta
Palavras! Quem as entende?
Ora doce e suave, ora ardil e bruta.
Queria possuir palavras-alvitres inclinando prudência e resistência.
Que a tênue linha da vida, haja extremos de lisa arquitetura e de bel-prazer
Lua
Viva aquele amor da forma bruta que é!
A ame, mostre para ela, a sua importância.
Seja na dificuldade, na alegria, na tristeza, seja onde for!
Mas viva o seu amor!
Se dedique!
Ela não é a mulher que você sonhou a vida toda!
Ela é a mulher que você quer viver a vida toda ao lado dela!
É inconcebível que a matéria bruta inanimada deva, sem a mediação de outra coisa que não seja material, operar e afetar outra matéria, sem contato mútuo, como deve fazer se a gravitação no sentido de Epicuro for essencial e inerente a ela. E essa é uma das razões pelas quais eu desejava que você não me atribuísse “gravidade inata”. Que a gravidade deva ser inata, inerente e essencial à matéria, de modo que um corpo possa agir sobre outro à distância, através do vácuo, sem a mediação de qualquer outra coisa, através da qual sua ação e força possam ser transmitidas de um para outro, para mim, é um absurdo tão grande que acredito que nenhum homem que tenha em questões filosóficas uma faculdade competente de pensamento possa cair nela. A gravidade deve ser causada por um agente agindo constantemente de acordo com certas leis; mas se esse agente é material ou imaterial, deixei à consideração de meus leitores.
Para Ingrid 💪🏽
Menina Marrenta do sorriso encantador; por fora é bruta, mais por dentro é um Amor; escolheu se fechar para não se machucar; leva uma vida tranquila, estuda e trabalha, se diverti com as amigas para poder se distrair, das coisas que a magoam e das que deixam ela infeliz.
Sem apoio da família, resolveu se aventurar, em uma nova cidade ela veio morar; hoje ela ver suas conquistas quando para trás sua família teve que deixar.
Tão nova e imatura nesse mundo complicado; se apaixonou por uma menina e teve seu coração quebrado, desacreditada do Amor, se culpa por não amar, mais ela sabe que um dia sua pessoa certa irá chegar.
Hoje ela só quer se divertir, viver sua vida da melhor forma e feliz; ela guarda bem o seu coração para não ter mais decepções.
Entregar bruta de vídeo pra cliente é que nem tu ir numa confeitaria e pedir pro cara vender só a farinha que usa na massa do bolo
A PEDRA BRUTA PARA SER PRECIOSA PRECISA SER POLIDA.
Rocha mãe, matriz milenar e inconsciente, bruta na nascente, solida e permanente, busca na escuridão das trevas, da subserviência, extirpar-se da rudeza de suas arestas, flechas incandescentes, pontiagudas e inconsequentes. Essa pedra bruta precisa, solenemente, receber de presente, o afeto, o ensinamento, o aparo, o amparo e o burilar, tornando-a pura e bela.
Desejosa em embelezar uma dama contente, na preciosidade do colar e do brinco envolvente, rola ribanceira abaixo ao encontro do seu Eu renovado.
Haverão pedras cúbicas, retangulares, angulares, quadradas, triangulares e redondas, irregulares e desniveladas, perfeitas e imperfeitas, simples ou em camadas, em pisos, muros, pontes e alicerces, que, ainda na aspereza original tem o seu jeito, a sua razão e o seu valor.
- O destino depende de sua escolha, da família rocha matriz, e do seu veio.
A aspereza pode ser a autodefesa, a insegurança e a falta de vontade em mudar-se, que, depois de burilada, perderá a sua essência e originalidade. Nada quer perder, nem que seja para encontrar o seu lugar, um novo, um belo, uma arte, um designer, um modelo, um desejo.
Perder pode ser ganhar um pouco, ou tudo.
O bruto pode ser suave, o áspero burilado pode ser uma joia rara.
Perder as asperezas tornar-se-á pequeno, mas notável.
A antes pedra bruta, através do pequeno cinzel, tornou-se polida, e, ainda mais diminuída, um diamante, uma esmeralda, ouro.
Quem conhece apenas o belo, não consegue imaginar quão duro e áspero foi a sua origem e a sua caminhada até o seu destino.
A PEDRA cúbica, outrora pedra bruta, enfeita e é cobiçada. Não é possível conhecê-la e entendê-la se não tiver a percepção do quanto foi maltratada, sofrendo todas as humilhações e as dores da transformação. O talentoso maestro não nasceu maestro, o grande médico não nasceu médico. Mudar para melhor é penoso, dolorido e demorado, e é preciso de uma persistência inabalável.
Elcio José Martins
De frágil aqui só o salto que eu uso... porque de resto... sou bruta, rústica e sistemática...
Durona, brava e bem teimosa.. adoro pagar pra ver... adoro correr o risco e amo demais da conta contrariar... pimenta só arde pra quem prova...
NORDESTINO.
Somos de boa conduta
terra de povo valente
mesmo na seca bruta
não arrega da semente
se não sabe dessa luta
não fale nada da gente.
O professor é aquele profissional lapidário que transforma pedra bruta em diamante; nos ensina a desenvolver habilidades, amabilidade, gentileza, cordialidade, tudo com amor à profissão; nos ensina a ser lhano; nos projeta para o mundo, nos ensina a ser educado, respeitoso e atencioso. Sem dúvidas, é um legítimo promotor das transformações sociais.
" Passei por tantas decepções na minha vida que me tornei uma pedra bruta, onde a mesma se tornou lapidada com experiências vividas"
Diante da estranha, a pessoa fica bruta, contudo, diante da pessoa amiga, tudo se modifica, eis aí o poder da amizade.
A vida as vezes é bruta e te da uma rasteira, te derruba e você fica jogada no chão.
Só que você pode escolher, ou continua no chão, eu levanta e segue em frente mesmo se for mancando um pouquinho, por que ainda não superou a dor do tombo.
O mais importante é seguir em frente, com ou sem sorriso no rosto, sendo forte ou não. Por que você só vai ser feliz se seguir em frente.
Tudo na vida é passageiro, até a gente não é? Então. Por que um pequeno tombo também não seria?!
Então levanta a cabeça e segue em frente, por que no final, é tudo o que importa.
Deus não nos da um fardo maior do que podemos carregar.
Indi(Gente)!
As mãos sujas pelo mau trato da vida, vasculha de forma bruta o saco junto ao meio fio, a cada volta da sua mão na aquele paraíso de sobras humanas, faz escapar o fedor de toda uma sociedade que ignora sua existência.
O rosto baixo com o corpo meio curvado e os olhos tristes, como quem se esconde de outros olhares falsamente piedosos, ouve múrmuros quase imperceptíveis, embora sua cabeça insista em lhe alucinar, que seja sobre sua humilhação.
Sem saber que horas são, sem se importar que seja dia, noite, ou madrugada a fora, sem obrigações legais, sem obrigações sociais, sem falsas ideologias ou filosofias baratas. Apenas com a esperança de encontrar uma sobra que possa comer, ou vender para conseguir poucos centavos.
Mesmo que seu sofrer lhe de motivos para sorrir, dificilmente saberia que se trata de felicidade, pois a pele queimada do sol e marcada pelo descaso, já não tem a sensibilidade necessária para sentir algo além da dor. Acostumou-se a dar passos vazios, há ser invisível, há ignorar seus sonhos e desejos, não poderia ser nada além de alguma coisa qualquer, quase que um objeto decorativo, essencial em qualquer sociedade trincada e obsoleta.
Percebe que não é bem vindo, percebe que não sabe para onde está indo, e que de alguma forma é motivo de risos, indelicados e indecisos. Que com suas marcas estampadas, seres ligados no automático esquecem-se de vestir-se de humanidade. Seu olhar corre pelas calçadas mal cuidadas, pelos muros pichados, uma cidade morta, cinza e explorada pela incessante busca de poder aquisitivo, que não se lembra mais qual é seu verdadeiro objetivo.
Pensa com sigo mesmo, como mudar, como sobreviver a esses tempos tão incertos, não poderia ser ele o único invisível em um lugar que parece ser bom apenas para sobreviver. Aos poucos se levanta, exalando o cheiro de seu viver pelos poros entupidos de verdades nunca ditas, abandona o saco, já sem nada para lhe oferecer, da alguns poucos passos com seus pés calejados, prostrando em frente aquilo que pode ser mais uma refeição, cai uma lagrima lhe dando esperança de que ainda não foi totalmente destruído e que lhe resta uma gota de humanidade e assim segue sua sina, imposta por outras línguas que não conseguem identificar o sentido da vida.
