Morto Vivo
Sou viciado em uma droga: Solidão.
Ela me mata, lentamente, mas também é o que me mantém vivo.
Não abuse da solidão, ou então, acabe viciado e perdido na mesma.
Talvez eu ainda morrerei muitas vezes antes de morrer definitivamente
Mas enquanto estiver vivo viverei pra quando morrer pela última vez
Terei vivido o bastante pra morrer satisfeito...
Às vezes penso que vivo num mundo
Onde estou na palma do Criador.
Mas quem será o Criador, afinal?
Será Deus, será o Diabo, num duelo imortal?
Muitos dizem que Deus é o bem,
E que o Diabo é o mal que vem.
Mas será que, dentro de nós, existe essa luta?
Será a criança que nasce, já moldada e absoluta?
Será que tudo vem da alma pura,
Ou de algo que, na infância, já perdura?
Fruto do Criador ou de uma força que é oculta,
Que nos guia sem que a percebamos, como uma sombra absoluta?
Vivemos entre o que é certo e errado,
Num mundo onde o bem e o mal estão entrelaçados.
Mas, quem somos nós, senão reflexos de algo maior?
Seremos criaturas ou apenas ecos do Criador?
Luto pelo vivo
Um luto você certamente já viveu
Deve ter sido por alguém que já morreu
Daí você responde que é óbvio
Mas não é tão óbvio assim
Tem vivo que já está morto
Porque por dentro já morreu
O pior não é a morte
E sim se um dia a pessoa viveu
O pior luto, na verdade, é o da pessoa "viva"
Meu pensamento você pode compreender?
A pessoa viva pode estar
Mas por dentro não viver
Quem já morreu
Muita coisa já viveu
E você que continua vivo?
Está vivendo?
Ou aos poucos morrendo?
Agora é só questão de interpretação
Preste atenção
Se não entender
Posso te ajudar
O que o título do poema quis dizer?
Que eu estou em luto por uma pessoa que ainda vive
Ou que
Eu luto por uma pessoa que vive
Mas morta parece estar
Qual sua opinião?
Não tem explicação
Como disse antes
Tudo é questão de interpretação
Confuso, não?!
Soneto: O Milagre
O milagre de Natal é vivo, respira e sente
Conhece seu lugar em cada coração
Daquele que o roga em oração e comhunhão
Milagres acontecem de repente, sem aviso
Chega como se estivesse a nos visitar
Em passos sutis, radiante, envolto em luz Santificada
E estando em nós, adorna nossa alma
E decidi ficar por sabedoria e nela faz seu ninho
Pois conhece sua valia e compromisso
E doa o bem e a cura, sem nada exigir
Entrega esperanças, envolto num amor miaor
Se achega, se acomoda, observa e se apresenta
Momento em que o sentimos e vivemos sua benção
E rogamos, seja por nós, para um amigo... um necessitado
O milagre opera magnânimo, gestando nobreza e encantos
Em estado de Graça, com a alegria de uma criança
Puro, iluminado, solenemente bem vindo!
No mundo em que vivo existem,anjos e demônios. Os demônios querem minha cabeça,porém os os anjos são poucos mais me consolam porque me amam.
Alguém como você jamais saberia ou entenderia como é que eu saí vivo daquilo. Muito menos o que é jogar aquele jogo.
O sorriso é o que mais se mantém mais vivo na memória, além da música.
Em encontros de turmas de escola, lembramos das pessoas pelo sorriso.
O segredo da Sabedoria é manter-se Vivo!!! Que todos possamos terminar 2025 mais sábios do que nunca!!!
Faz tempo que não escrevo, e também faz tempo que não vivo o agora, apenas o que passou e o que ainda está por vir. Acabei de assistir a um filme que me fez perceber que escrever sobre nossos sentimentos não é para os outros, mas para nós mesmos. Nos últimos meses, minha estabilidade emocional tem sido um turbilhão sem fim… Mas quem precisa colocar um fim nesse furacão sou eu! São tantos sentimentos, como as ondas do mar, que surgem sem aviso, sem saber onde vão parar. O bom vem e nos derruba, o ruim nos faz pensar, mas sempre está lá o passado, que insisto em carregar e que me impede de me entregar ao presente.
Me dói tanto não receber o que queria, ou o que ainda espero, que me questiono: devo continuar ou é melhor deixar ir? Só sei que, de qualquer forma, tudo dói, machuca e nos faz duvidar de quem somos ou do que somos capazes de ser. Minha mente gira, e eu não consigo parar. Esse sentimento de incerteza me consome. A verdade, por mais dura que seja, sei que vai doer, mas talvez não tanto quanto a insegurança que todos carregam, o medo do mundo e do desconhecido. Precisamos aprender a nos colocar em primeiro lugar, mas também lembrar que as pessoas que eram nossa prioridade ainda pensam em nós e sentem a nossa falta.
que você não tem ideia onde irão parar. Do nada o bom te derruba e o ruim faz você pensar. Porém sempre tem o passado que não consigo esquecer e deixar o hoje me levar! Me dói tanto que não recebi ou recebo o mesmo, será que deveria continuar? Ou será que é melhor desapegar?! Só sei que de qualquer maneira tudo dói, machuca, faz você duvidar de quem você é ou capaz de ser. Porque minha capacidade gira e não consigo parar de girar! Esse sentimento de não saber me destrói . A verdade com certeza vai doer mas acho que não dói tanto como o sentimento de insegurança de todos e do mundo. Devemos sempre nos colocar em primeiro lugar mas lembrar que pessoas que eram sua prioridade ainda pensam e sofrem por você!
Não nasci em "1984" mas vivo em um,
não sei nem se minha vida é proclamada,
continuando como um brasileiro comum,
vivendo numa mágoa inflamada.
E assim vamos indo,
testando a índole e o comando.
E assim vamos indo,
Quietos e ouvindo o nervoso brado.
Como continuar?
Se voltar dá azar?
Essa é a questão,
se o azar vier, vivo como um órfão?
Como parar essa mágoa?
Dá para só viver à toa?
E assim dá para saber que vivo numa vida outorgada,
numa vida calada.
São Paulo, 15 de janeiro de 2025
Não é porque o moribundo pensando estar vivo, ele não tenha morrido.
Os que lhe sustenta são somente outros com CONTRADIÇÕES e MENTIRAS.
Felizes para sempre
No doce compasso do amor encantado,
Vivo um sonho em um mundo cor-de-rosa;
Louvor à paixão, sentimento aclamado,
Pintando versos, cores em uma prosa.
Jardineiro de afeto, semeio ternura,
Flores dançam, vida floresce em primavera;
Tu, flor de lótus, na doçura da jura,
Nosso pomar é a fonte que reverbera.
Imerso no oceano de afeto sem medida,
Amor imenso, vasto como a poeira galáctica.
O tempo, efêmero, fortalece a ligação vida,
Você é uma fada, me apaixono feito mágica.
Da melancolia à alegria, trajeto completo,
Contentamento brota, lágrimas no passado;
Espanto, lamúria, paixão em formato,
Caixa de mistérios, enigma desvendado.
Olhos de esmeralda, serenidade que acalma,
Transportam-me a dimensões desconhecidas;
Como flor de lírio, delírios me embalam,
Apaixonar-se é viajar por telepatias infinitas.
Na alegria, nosso amor floresce,
Na tristeza, juntos, a força que merece.
Na saúde, dançamos a vida com graça,
Na doença, a cumplicidade abraça.
Princesa e príncipe, amor real e raro,
Castelos de sonhos, construídos com devoção;
Dama da beleza, de caráter sincero e claro,
Princesa deslumbrante, personalidade em exaltação.
Dia angelical, 28 de dezembro, nosso casamento,
Ficarei ao teu lado até os fins dos tempos.
Carinho, meu eterno miminho, dedicado,
Nesse poema, meu amor eternizado.
Me alimento do que está vivo. Remonto meu destino como quem orquestra seu próprio fim. Desmontei estruturas pendulares, me vejo em olhares, sou o estralar dos calcanhares no chinelo de borracha, a sola do tênis que pisa o chão, os olhos que observam cores e formas, sou o aroma que invade as narinas, pertenço a tudo, tudo pertence a mim, tudo pertence a ti: o sorriso que cala a tristeza, a beleza que encanta olhares. o canto lírico da natureza, o ar carregado da cidade. a dor do arrependimento; a lágrima da saudade…
