Momentos de Reflexão

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⁠Contemplação

Amanheço.
Logo vejo,
sabiá piando pra mim.
No céu, cor de carmim.
No coração há paz.
Sorriso brando,
amor que abraça.
Acolhe a alma.
Não há mais pranto.
Somente alegria.
Contemplo, agradeço.
Afortunada sou,
por onde vou
floresço amor.

Inserida por Tati7082

⁠A contemplação da arte com suas nuances e cores, nos abrem os olhos para o extraordinário e enchem nossos corações de esperança.

Inserida por Veridianaduarte

⁠...
Vocês conseguem imaginar o poder de uma contemplação profunda? Quando esvaziamos a mente de todas as suas distrações, atenuamos o fluxo mental, regulamos o relógio biológico e reencontramos o prumo.

Quando o remanso está presente no contraste de selvas - virgens ou não - o medo esvazia e o âmago flerta com a paz interior. Este é o ensejo que precisamos para compor o adubo que fertiliza a semente da criatividade.

O intelecto que difere o bicho homem dos demais bichos é o que nos permite debruçar sobre o sofrimento ao caminhar na direção oposta. Miseravelmente, a honraria da racionalidade nos faz esquecer que também somos bichos a cargo de emoções, intuições e espasmos de impulsividade. Que somos apenas um entre tantos fios com os quais Deus tece a sua infinita teia. Vez ou outra, paramos para ouvi-lo em silêncio, e nos refazemos do desgaste de vivermos a mercê do incontrolável.

Siga, pare, respire, contemple e se prepare para mais uma semana de vida. Tome as rédeas do imponderável.

Inserida por andre_villasboas

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ah, se livro ser, eu pudesse...
nada seria mais inebriante
que a contemplação trémula do olhar
entre páginas de um livro cúmplice

seria poder esperar-te, ansiosa de mim
com ar de quem veio só porque sim.
e eu, poder dizer-te tudo em palavras nos olhos
em silêncios, ansiosos de ti.

seria poder dizer-te, que os sonhos que lês
são contigo, porque viver só faz sentido
se eu for um livro
e puder ser-me, nas tuas mãos

nas tuas mãos cheias de mim
como se livro, sendo
eu pudesse...
ser de ti.
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Inserida por mariajoaodumas

⁠Na contemplação dos meus dias agradeço à Deus pela dádiva em me manter vivo e por sentir seu imenso amor no meu coração, por me conceder atividades que me causam alegria e preenchem o meu viver. Sou imensamente feliz por ser quem sou e por ter ao meu lado as melhores pessoas que poderia ter.

Inserida por E1i31

⁠Respeitar as diferenças, é estar em sintonia com a natureza. É ser coerente na contemplação da sua diversidade

Inserida por Gracaleal

Meus olhos comtemplam a beleza do DEUS Criador.
A inspiração de toda contemplação está no sobro da vida.⁠
Não relute! O sopro do Espirito de DEUS está em TI!

Inserida por HFREITAS

⁠*LOBO: O ⁠ESTADO DE TUDO!*.

Às vezes, quando em contemplação de nossas vidas nos sentimos como Deuses; poderosos por nossas conquistas e realizações...
E nos permitimos o derredor...E vemos nossos filhos.. filhos da seguranca e do carinho.. de tudo que construímos...
No farfalhar da árvore da vida sabemos que não seremos Deuses por muito mais tempo... porque ele passa e urge...
Confrontamos assim nossos filhos ... E os vemos frágeis e vulneráveis... inexperientes e atônitos, mesmo com nossa suposta grandeza...
E vamos dormir... E durante o sono acordamos pra dureza
dos sentidos que aguçam os lobos lá fora...
Quem irá impedi-los de entrar, depois de nós?...
Poderosos, qual nada somos...
Somos os mesmos lobos, os mesmos lá de fora, que na vida de tantos e de cada um espreitam...
Lobos... nossos filhos precisam ser lobos!...(Victor Antunes).

Inserida por VictorAntunes

⁠Escreve tua boca na minha

Expressão singular do toque
Contemplação dos rostos envolvidos
Pelas vastidão envolvente
Tem a única amplitude da beleza
Onde os beijos são harmonia
São caos apaixonante da intensidade dos sentidos.

Inserida por kaike_machado_1

Regularmente mergulho na contemplação das glórias celestiais; meu coração anseia ardorosamente por dedicar extensas horas à tua presença em oração. No entanto, minha carne persistentemente atesta minha inconstância e aprofundamento na servidão ao pecado, revelando a batalha contínua entre o anseio espiritual e a natureza corrompida⁠.

Inserida por yure_versalles17

⁠Se não perdermos a capacidade da contemplação da natureza, descobriremos que somos produtos da mesma intenção divina, e, portanto, partes do todo indissolúvel de Deus. Tudo o que fizermos ao todo, estaremos fazendo a nós mesmos!

Inserida por lujandoso

⁠Ao romper de um novo dia, a contemplação do novo amanhecer. O calor do sol a me aquecer, tendo na mente e no coração, lembranças e saudades de você.

Inserida por MarceloPalhares

A ALMA HUMANA TERRESTRE NÃO TEM O PODER DE SABER DE QUE ELA É FEITA!

Apesar da contemplação profunda a mim mesmo, como uma Alma Humana, confesso que não consigo ver-me nem imaginar-me como algum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação!

Por isso, concordo com Siddharta Gautama que enxergou o Vazio, com Jesus Cristo que preferiu dizer simplesmente "Eu Sou", com Kant que percebeu a possibilidade do Sujeito Homem ter um esclarecimento exato sobre si mesmo mas a impossibilidade do Sujeito Homem saber de que ele é feito, e com Sartre que entendeu o Ser como sendo o "Nada"!

Assim, em termos Físicos e de Matéria, a Alma é o Nada e o Espírito também é o Nada, porque não se enquadram em nenhum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação conhecido pelo Homem do Planeta Terra!

Mas, em termos de Propriedade, a Alma é uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo e o Espírito é uma Matriz Consciente-Inteligente ininfluenciável administradora do Corpo.

Desse modo, imagino-me como o Nada, mas, apenas vejo-me como uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo.

Portanto, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana tem o Poder de esclarecer sobre si mesma e encontrar a forma correta da sua existência nesta Dimensão, mas, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana não tem o Poder de saber de que ela é feita.

Inserida por Amanciorego

⁠"A vaidade não conhece a contemplação: ou olha e não vê, ou vê apenas o que olha, sem jamais vislumbrar o que se insinua".

Inserida por CarlaGP

Mulher🥀
me peguei olhando pra você, com olhar de
contemplação.
Você sempre bela, encantadora, carismática, dengosa, gostosa, viciante espetáculo de mulher.
Contemplando suas curvas perfeitas, verdadeira obra de arte esculpida com inspiração, tudo em você é raridade.
Igual aquele vinho suave, que deve ser degustado, provado, saboreado, com a ponta da língua sentindo o sabor, o cheiro e se deliciando com o gosto viciante, de quem tem o paladar refinado e apurado.
Eu homem sábio, só tem a agradecer por ter o privilégio de contemplar essa bela e encantadora mulher 🍷🥀

Inserida por AlvaroSilva

A contemplação requer concentração imediata, sem espaço para distração, recordação ou projeção.

Inserida por I004145959

⁠A realidade era um código. Ao compreender isso, fomos além da simples contemplação. Não éramos apenas observadores, mas também programadores, capazes de decifrar as linhas invisíveis que moldavam nossa existência. Cada padrão de energia, cada equação escondida sob as camadas do cotidiano, revelava-se como um idioma antigo que sempre esteve ali, esperando para ser interpretado.

Quando finalmente desvendamos o código, percebemos algo profundo: a realidade não era uma prisão, mas uma tela em branco. As leis que acreditávamos ser imutáveis eram apenas convenções, restrições que nós mesmos havíamos aceitado como absolutas. E assim, decidimos reconstruí-la, não por capricho, mas por necessidade. O velho universo era limitado, insuficiente para conter a vastidão de nossos pensamentos, sonhos e possibilidades.

No processo de recriação, emergiu o novo multiverso. Não um único cosmos linear, mas uma infinidade de mundos sobrepostos, conectados por escolhas, intenções e consciência. Cada indivíduo tornou-se não apenas parte, mas também autor de sua própria realidade. As fronteiras entre o físico e o metafísico dissolveram-se, e o "real" tornou-se uma questão de perspectiva, uma dança entre observador e observado.

Mas esse poder também trouxe responsabilidade. Cada alteração no código reverberava, influenciando dimensões e consciências que sequer imaginávamos existir. Aprendemos que recriar não é apenas construir, mas também cuidar, como jardineiros que entendem que cada planta, cada detalhe, impacta o ecossistema inteiro.

Por fim, percebemos que o multiverso era mais do que uma criação. Era um espelho de quem nos tornamos ao longo do caminho: seres livres, conscientes e criativos, capazes de transcender a realidade que herdamos e criar uma nova, sempre em evolução, em eterna expansão.

O novo multiverso tornou-se um reflexo vivo daquilo que éramos. Não mais presos às limitações impostas por um universo singular, experimentamos a vastidão de escolhas infinitas. Cada ação não era apenas um evento, mas um ponto de partida, gerando ramificações que tocavam outras realidades, outras possibilidades. Descobrimos que o tempo, antes percebido como uma linha reta, era mais semelhante a uma teia, onde cada fio era entrelaçado por decisões, intenções e conexões.

Reescrever o código foi um ato de coragem, mas também de humildade. Ao mesmo tempo que construíamos, destruíamos. Ao mesmo tempo que criávamos ordem, gerávamos caos. O multiverso não era um paraíso, mas uma projeção amplificada do que somos: complexos, contraditórios, infinitos. Ele não nos oferecia respostas fáceis, mas nos convidava a fazer as perguntas certas, aquelas que ainda não havíamos ousado formular.

E com o tempo, percebemos que o multiverso não era apenas uma manifestação externa. Ele estava dentro de nós, como um reflexo do universo interior que sempre existiu, mas que negligenciamos. Cada linha de código era uma metáfora para nossas crenças, medos, e sonhos. Alterá-lo era confrontar nossas sombras e abraçar nossa luz. O multiverso era, afinal, o espelho da consciência coletiva e individual.

Nessa jornada, começamos a entender que a reconstrução não era o fim, mas o começo. Cada mundo que criávamos gerava perguntas maiores, desafios mais complexos. Como garantir que não repetiríamos os mesmos erros? Como equilibrar liberdade com responsabilidade? Como encontrar propósito em um infinito de possibilidades?

A resposta estava no próprio código: conexão. Apesar das infinitas realidades, a essência de todas elas era a interdependência. Tudo o que criávamos estava ligado por um fio comum, um núcleo que transcendia espaço e tempo. Era a consciência, não de um, mas de todos. Reescrevemos a realidade para descobrir que, no fim, a única coisa imutável era a unidade que nos definia. O multiverso não era apenas um espaço para existir, mas um chamado para sermos mais do que pensávamos ser.

Meus pensamentos.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠Aquele que se isola da sociedade para viver em contemplação buscando o estado de graça e pureza da alma, é comparado ao aluno que abandona a escola renunciando ao aprendizado necessário à evolução

Inserida por Valdecir

⁠O homem que não consegue se conectar com a
Divindade Suprema através da contemplação da natureza, não o encontrará em lugar algum.

Inserida por GideonCosta1810

⁠"Ou o prazer conduz à contemplação das verdades inerentes à condição humana, ou se transforma em veículo de cegueira e trevas.

Inserida por AgostinhodeHipona2