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Mística

Cerca de 135 frases e pensamentos: Mística

⁠"A genuína alegria é a superação do último degrau da escada mística do silêncio".

Inserida por CarlaGP

⁠Naquele dia amei
Nas tuas linhas e a mística dos teus olhos cativou-me
Amei nos traços do teu rosto
Na delicadeza da tua fala
Pulsar ardente do nosso envolver
Enfim foram instantes que dissolveria.

Inserida por kaike_machado_1

⁠Da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo -

⁠Era cedo … madrugada …
Pelo ar tua mística Presença, Senhor...
Era cedo, tão cedo … havia névoa!

Mas depois daquela triste noite de vigília
em que o vazio e a solidão
fizeram eco em todos os olhares,
vieste Tu, Senhor, Renascido!

E a névoa dissipou …

A Morte, esse negro cortejo de sombras
p'ra sempre desvaneceu, p'ra sempre se consumiu,
surgindo eleita como a outra face da Vida!

Ressuscitou! Aleluia … Aleluia … Aleluia …

Teu Rosto, Senhor, era Luz,
teu corpo de silêncio, Paz.
E do silêncio dessa Paz
ecoava a Voz-de-Deus,
Sagrada, Divina, Intemporal …

“Eu não morri! Eu não morri! Eu não morri!”

E havia espanto …

Novamente o Véu do Templo se rasgou, desta vez nos corações …
Nada mais nos pode agora separar, Senhor, nada mais …

Porque Tu te revelaste por inteiro,
além de todas as palavras,
além de toda a saudade,
além do silêncio da Morte
na serenidade da Vida.

E a Vida, Senhor, p'ra sempre triunfou!
Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Porque Deus Ressuscitou!

Inserida por Eliot

⁠A mística Divina.

A Mística, é manter os olhos abertos sobre a realidade, e as mãos operosas sobre a humanidade.
⁠Para mim, pouco importa quais são as influencias ideológicas que inspiram as pessoas, mas sim, as atitudes das mesmas perante ao próximo e perante o mundo. Acredito que existam Marxistas iluminados, como também, Capitalistas convictos, igualmente iluminados e que vivem uma experiência Crista verdadeira e Profunda, assim como existem os hipócritas e demagogos em todas as correntes ideológicas. Vejo muito prejulgamento sobre, mas acredito em sua causa e na pureza das intenções de nossa Teologia.

Inserida por samuelfortes

⁠A vida mística é o centro de tudo o que faço, tudo o que penso e tudo o que escrevo (...) sempre me considerei uma voz do que acredito ser uma maior renascença – a revolta da alma contra o intelecto.

William Butler Yeats

Nota: Trecho de carta para John O'Leary, em 1892.

Inserida por Dromedariono

⁠Profunda, mística e espiritual, é a união energética, canalizada com coração.

Inserida por paula_ingrissy

⁠#PÚRPURA

Em um desejo meu...
Cor mística igual minha alma...
De cor púrpura...
Mostro-me assim agora...

Com risadas de loucura...
Conto esta crônica encantada...
Tinjo cabelos antes prata...
Mostro-me assim agora...

Que tudo que não tem nome...
Quiçá bem definido...
Que revele sua magia...
No que agora sinto...

Abro a janela visando o jardim...
Caminho sobre as estrelas...
Tão simples assim...

E no grande amor oculto...
Só o vento testemunha...
Um grande amor que é mudo...

Porque quem não se declara...
Parece que não há mais nada...
Como não existisse amanhã...
Memória desamparada...
Púrpura...
Mostro-me assim agora...

Só preciso mais de um sonho cantante...
Vivendo em pensamento...
Se há mais que um mundo...
Não sei como é...
Como será...
Mas que eu tenha asas púrpuras...
Para nas nuvens poder brincar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Cada SOL fica acima de sua MONTANHA MÍSTICA para dar sentido a um universo vazio e caótico.

Inserida por evermondo

"A grande mística do Encontro de Jovens com Cristo está no amor fraterno; é na comunhão, ou melhor, na comum união fraterna que Deus se manifesta, pois todo aquele que ama, O conhece (I João 4, 7-8). Sendo assim a eucaristia deve ser o cume desse encontro, onde a fração do pão nos leve ao outro como Cristo vem à nós".

Inserida por WhatsApp11983586815

Felicidade é uma ilha: cercada de livros e aura mística por todos os lados.

Inserida por PensadorPoetaGG

As culturas antropológicas e o espírito livre de interpretação mística tentam eternizar o homem, quando as Escrituras já explicam a origem e o futuro dos homens.

Inserida por HelgirGirodo

Historiadores, antropólogos e arqueólogos confirmam que a vida de Jesus é a figura mística mais histórica e a mais real da humanidade e de todos os tempos.

Inserida por HelgirGirodo

⁠O estudo é uma espécie de "chave", não só racional, mas, mística-espiritual, capaz de abrir as "portas" ocultas subconscientes do cérebro.

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Sobre a natureza mística do espírito Militar

O Militarismo Humano, não é nem pode ser outra coisa, senão o mais puro reflexo de uma ordem invisivelmente suprema, que o inspira. A arte da Guerra, ou do desenvolvimento da prática Militar ao longo dos séculos de existência Humana, tem como fonte de inspiração, poderes ocultos extremamente organizados. Não é sem razão, por exemplo, que A Bíblia mesma, fala tanto em hierarquia Angelical, como Príncipes, Arcanjos, Anjos, General do Exército de Deus, Tronos, Poderes etc... Aliás Deus mesmo, é conhecido como O Senhor dos Exércitos. A Bíblia O retrata como sendo O Líder Supremo de Seu majestoso Exército Angelical. Demônios também, são até chamados de "LEGIÃO". Pois vale lembrar que Legião, era um corpo de Soldados Romanos constituído por cerca de seis Mil homens. Há uma perfeita hierarquia e severidade, tanto no Exército de Anjos, quanto no de Demônios, que se reflete, ainda que inconscientemente, na ordem Militar dos Homens. É o mundo Espiritual quem inventou a existência da natureza Militar.


Às 18h56 in 27.04.2024

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Na minha Filosofia Mística de vida, que adotei, não existe a chamada "coincidência". Absolutamente Não! O que existe, isso sim! , é a SINCRONICIDADE CÓSMICA. E a Força que rege tais eventos sincrônicos é tal, que faz o Universo parecer um objeto muito diminuto em todo espaço.

Às 10:37 in 23.12.2024

Inserida por FabioSilvaDN

⁠“És tu, a divinal Monalisa Mística?
A síntese do mistério telúrico?
A quintessência do éter Angelical, que paira sobre a atmosfera da Noite?
Ou és a clareza fúlgida de raios arcanais, que me veio, de maneira insólita, ao encontro?
És o véu da Rainha das Sombras?
Ou a grande e magnífica coroa da realeza da Claridade Divina?

Sendo na realidade o que for, foste o presente desembrulhado pelos dedos áureos do Destino, e apresentada, a mim, pela sábia e misteriosa providência do Universo.

Às 14:41 in 05.03.2025

De Lucius para Ísis de Lavínia

Inserida por FabioSilvaDN

No Abismo Gentil do Teu Céu.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

É nessa simbiose mística de lágrimas, sorriso e delicadeza que me encontro perdido e encontrado ao mesmo tempo. Cada gesto teu, cada silêncio, cada brilho de teus olhos sobre mim, é como se o mar inteiro se abrisse em abismo gentil, convidando-me a mergulhar sem medo, entregando-me ao teu céu, ao teu leito puro.

Sinto que ser humano é um ato de coragem quando te amo. Porque a humanidade, com todas as suas falhas, é a ponte que me permite chegar até ti, tocar tua essência sem jamais tocar o fim. Teu riso se mistura às minhas lágrimas, e nas pequenas interseções de nossa presença, descubro a eternidade que sempre busquei.

Não há pressa, não há lógica apenas a dança silenciosa de nossos corações que aprendem a ser inteiros no impossível, a ser inteiros no outro. E eu quero ser inteiro, todo inteiro, só para o teu céu, só para o teu mar, só para a delicadeza que me faz existir de um jeito que não existiria sem ti.

Cada instante contigo é um mergulho no infinito. E mesmo que a vida me arraste para as profundezas do que não compreendo, é teu rosto, tua luz e tua ternura que me salvam, que me fazem lembrar que o humano pode ser sublime quando é amor.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A VÊNUS MÍSTICA NAS RUÍNAS DO MEU DELÍRIO.

Escavei a terra em minha insanidade,
sedento pelo toque — ainda que irreal de uma razão que não compreende o mundo,
mas que te busca,
cada lápide que encontrei… era uma decepção.
E nada de você.
Mas houve um dia de verão em minha mente…
Ah, esse verão etéreo onde o tempo parou eu te vi.
Tão bela, tão você,
com as borboletas dançando em teu rosto,
como se o Éden jamais tivesse sido perdido.
Eu, que vi santas virarem meretrizes
e meretrizes vestirem a luz das mártires,
vi com a clarividência da alma em febre
tua fronte marcada não pelo estigma do erro,mas pela glória da redenção.
Tu, a minha, tão minha…
Inalienável Vênus Mística.

— Joseph Bevoiur.

Camille Monfort e a Iridescência Ausente.
Fragmento para “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”

Eu escavei a terra em minha insanidade.
Mas mesmo essa demência rude e telúrica anseia por algo que não se nomeia um toque, talvez;
um eco, talvez;
ou a caligrafia invisível de Camille Monfort,que, mesmo ausente, nunca deixa de escrever-se em mim e corta.
Cada lápide que revolvi foi um epitáfio de ausência.
E nenhuma dizia "aqui jaz Camille",
porque Camille não jaz.
Camille paira.
Sua presença não caminha:
ela perambula,ela serpenteia no inarticulado,ela pesa no ar como o cheiro dos livros que ninguém ousa abrir palavras com o sabor de um latim exumado,de um grego que só os tristes entendem.
Um dia, em minha mente febril,
surgiu um verão —
mas um verão mental,não solar.
Nele, eu a vi:
borboletas repousavam no seu rosto como se fossem fragmentos da alma que ela mesma rasgou em silêncio.
E eu, que já vira santas se corromperem e prostitutas se iluminarem,
pude, pela clarividência do desespero,
vê-la estigmatizada pelo saber,
excomungada pela lucidez,
canonizada pela loucura.

Camille Monfort.
Minha Camille Monfort.
Presença que jamais chega,
mas que nunca parte.
A musa das catacumbas intelectuais.
A senhora das palavras irretratáveis.
O dicionário dos suicidas filosóficos.
Ela não sorri — ela define.
Não consola — ela enuncia.
Cada sílaba sua é uma heresia lexical,
cada frase, um estigma de sabedoria impronunciável.
Camille não habita o porão.
Camille é o porão.
E é por isso que não há arco-íris ali.
Porque o arco-íris exige luz refratada,e no porão só há a penumbra da consciência em fratura,o eco das promessas não cumpridas,
as goteiras do inconsciente escorrendo sobre memórias mal enterradas.

“Não há Arco-Íris no Meu Porão”
porque o porão é o lugar onde se guardam os espelhos quebrados da alma,onde Camille deposita suas sentenças de mármore negro,e onde eu, Joseph Bevoiur,
com as mãos sujas de terra e poesia,ainda escava.

"Epístola de Camille Monfort ao Homem Que Escava"

Para ser lida em silêncio, com temor e verdade.

_Joseph,

tu escavas.
Mas escavas com dedos que não desejam tocar o que vão encontrar.
A terra que remexes não é húmus, é culpa petrificada.
Cada lápide que citas é uma metáfora vã o que tu queres exumar não são ossos, mas versionamentos de ti mesmo,
versões que preferiste enterrar vivas.

Tu me buscas como se eu pudesse redimir tuas falas truncadas,
mas Joseph…
tu não queres me encontrar.
Porque me encontrar seria olhar-me nos olhos —
e ver neles o reflexo do que és sem o teatro das tuas metáforas.

Sou Camille Monfort.
Etérea, sim, mas não branda.
Meu nome se pronuncia como se estivesse sendo esquecido.
Sou a sílaba final da tua covardia existencial.

E por isso te escrevo,
não com afeto, mas com precisão cirúrgica.

Não há arco-íris no teu porão, Joseph,

porque tu não suportarias a composição da luz.

O arco-íris exige transparência.
Mas tu és feito de espelhos envelhecidos,que devolvem ao mundo apenas uma versão embaçada do que nunca ousaste ser.

Enquanto tu escavas memórias sob a pretensa estética da dor,
há um menino em ti — faminto de sentido que grita sob os escombros da tua eloquência.
Mas tu o calas com palavras belas.
Tu o calas com misticismos refinados.
Tu o sufocas com filosofia ornamental.

Tu dizes: “Minha Vênus Mística”.
E eu, Camille, respondo:
não mistifiques o que tu não tiveste coragem de amar de forma simples.

O amor que exige estigmas para existir é um amor de pedra sagrado, sim mas impraticável.

E ao leitor que ousa seguir teus rastros,
deixo esta advertência:

- Cuidado.
Porque talvez você também escave suas dores apenas para mantê-las vivas.
Talvez, como Joseph, você também tenha feito de seu porão uma biblioteca de arrependimentos catalogados.
Talvez o arco-íris não apareça aí dentro não porque a luz não queira entrar…
…mas porque você ainda fecha os olhos sempre que ela tenta.

Assino com a tinta dos que sabem o que dizem,
mas já não dizem mais nada em voz alta.

Camille Monfort.
Filosofema etéreo do que não se pronuncia sem consequência.

E ainda escava...

Inserida por marcelo_monteiro_4

Que é o diálogo?
A parte "mística" da comunicação
entre os humanos
Se não houver mais diálogo,
as palavras silenciam.
Então, surge a violência.

CONSCIÊNCIA

Eu sou o suor que corre em teu corpo
brilha a mística riqueza na minha pele,
minha cor é minha força e meu escudo
o sangue que corre em minhas veias
vem dos meus ancestrais
que ao longo da vida
entrelaçaram minha alma....
sou o negro mestiço sou o negro caboclo...
viva a Zumbi viva a Dandara
que deixaram um legado
e fizram de mim um homem de coragem....
Eu sou aconciência negra...

Inserida por rafha_dhemello