Metáforas em Poesias

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TROCANDO PIMENTAS POR CAQUIS (Ou pequenas metáforas de perda ou passagem)

Não quero mais os líquidos ardentes que me fazem fogueira, mas depois se acabam e deixam somente a seca sede do pós-chama. Quero, sim, as águas do rio que lavam, nutrem e acalantam, e quando seguem, carregam a poeira e me ajudam a seguir. Não quero mais os adereços que perfuram minha pele e ao serem retirados, espalham vãos pelo meu corpo. Quero, sim, as flores que acolho em minha orelha e, ao murcharem, ainda deixam seu perfume em meus cabelos. Não quero mais os contratos de imóveis que, ao serem destruídos, me deixam perdida e sem teto. Quero, sim, as areias da praia que não me preocupo em chamar de minhas, mas que dedicam caminho e carinho para os meus pés...

Eu não quero sentir falta.
Quero, sim, sentir saudade.

⁠Senti que ia morrer hoje
Não, não é nenhuma daquelas metáforas
Eu senti mesmo
Sempre me pergunto
Quem ela quer
Quão triste
Ela me quer
Até que finalmente
- adeus

A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.


“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”

​As metáforas que fogem à compreensão: dentro desta mesma compreensão, vemos o espaço criado pela inércia num volume constante e relativo de informação. Não compreendemos o que começou diante do início; damos livre-arbítrio a nós mesmos para sermos capazes de transcender a compreensão.
​O procedimento foi feito para que a metáfora seja a fronteira dos entornos da realidade.
​Mesmo no estado crítico, ainda vemos parte do paradoxo do passado, pois a distância define o que foi ou o que é. Nunca ficaria visível, pois o presságio é de que o presente seja o colapso da ausência do fato — visto que o fato em si não aconteceu dentro da possibilidade. As probabilidades são vagas, pois o presente foi escrito pelo contínuo momento em que o efeito foi elaborado: um momento único onde caminhamos simultaneamente dentro do passado, do presente e do futuro.

Morada dos deuses e épico ético...
Política do humano pensante e suas metáforas.
Algumas vezes o dilema do dogmas são histórias de um passado,
Pode se refletir no presente?
Temos que ter essas histórias como exemplo?

Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.

Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....


Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)


Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...


Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.

Renasce a semântica.
Remanescentes dos ancestrais.
Os ditos pronomes são metáforas.
E essas metáforas são pronomes...
Na disfunção da gramática sonhos são condenados.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

​Metáforas entre metáforas: pensamentos para pensamentos dentro de pensamentos


​Entre falas e falácias, as desculpas não passam de discursos para ocultar e enganar quem ainda acredita em histórias de palhaço. Em ocasiões especiais, suas trapaças revelam-se como episódios de um bobo ganancioso.


​Por que existir dentro de uma mera existência? "Sou bonito ou sou engraçado? Faço dancinhas para enganar e entorpecer com dopamina barata? Escrevo discursos incrédulos para que perpetuem a escravidão do seis por um?"


​Emerge a covardia e o insuportável sentimento de indignação: ser pobre só dá o direito de existir, enquanto terras e mansões parecem reservadas aos "grandes imortais". Mal sabem que, no cemitério, não há rico nem pobre — apenas pó sobre pó.
​Mesmo numa linda sepultura, repousa um cadáver cercado de riquezas que em nada adiantaram, pois o tempo o consumiu. Ninguém se lembrará de quem ele foi ou será; restará apenas o pó sobre o pó, um nome gravado numa placa de bronze e uma estátua coberta de poeira.
Nada mais.
​O tempo devorou cada imperador, rei, monarca ou presidente. Restam apenas a luz do dia e a luz da lua. Os descendentes seguem caminhos distantes daquela ilusória grandeza, pois cada um traça o próprio destino.
​Mansões se tornam ruínas, lugares abandonados pelo estado de luxúria onde o ego singelo e infinito doma a alma e expõe o espírito.


O vento sopra a poeira, espalhando sonhos num estado primitivo da matéria.

Por Celso Roberto Nadilo

Metáforas surgem na solidão...
lagrimas comprimem o coração,
muitos vezes sinto ouvir o sentimento,
mais que paira longo caminha dos sonhos,
pode ser teu olhar atravesse as janelas dos céus,
enquanto a tinta da arte seca... tudo se reduz...
subitamente se desdem num ar no apogeu...

Inserida por celsonadilo

FORA...

fora da poesia
as toneladas de inúteis metáforas.

fora da poesia
todos os absurdos teoremas menos o de Pitágoras...

fora da poesia
as palavras obscuramente indecifráveis.

fora da poesia
os imensos pseudo poetas execráveis.

toneladas de metáforas
absurdos teoremas
palavras indecifráveis
pseudo poetas execráveis

são vírus
que ferem de morte
a poesia!

©ArthurSantos

Inserida por arthur_santos_2

Metáforas.
Detalhes numa conversa que atravessa a madrugada.
Pelos portos do tempo o encanto amanhece.
Espenhos da esperança se entrelaçam.
Num fato meramente ilustrativa de palavras jogadas no espaço. Mais um post espaço livre para curtir.
Num mundo desconexo mais anexo anônimo. de lembranças ternuras.
Nudez calida nos lábios afogados.
Bem querer a ilusão são alucinações.
Para compartilhar depois.

Inserida por celsonadilo

Sob a licença dos véus e das metáforas por ora

A lucidez rasga, sangra, quase, por vezes, mata.
No entanto, seja talvez, a escolha mais libertadora de uma vida.
Reveladora do bem, do mal, portanto, justa.
Permissiva ao alcance dos equívocos reincidentes e indolentes de nós, portanto, artesã de rumos e de condutas.
Transcende o pobre e o raso do ver, portanto esclarece e amplia.
Concilia um querer ir com um poder chegar, portanto, baliza os sonhos.
Seja qual for seu jeito, seja qual for seu tempo de chegar e se impor...
Estejas sempre alta e plácida em mim. Confunda se comigo até, minha tão cara e já visceral lucidez . Sigas fiel e cúmplice a desmistificar em mim as ilusões de querer, de ser, de ver e de sentir que a vida preemente e prudente não mais me autoriza ter. Só não extremize-se a ponto de tirar- me as crenças. Sem estas, sou retina perdida do olhar.

( Lu Menezes )

Inserida por luverlymenezes

FELICITAD

NÃO BUSCO O SENTIDO DA FELICIDADE
LENDO AS METÁFORAS
DOS LIVROS DE AUTO-AJUDA.

RECORRO À REFLEXÃO,
POIS SEI QUE CARREGO CONSIGO
O SENTIDO DA ALEG(O)RIA.

Inserida por DanielBrito41

Num poema não está apenas
o desejo de escrever "metáforas bonitas"
Nele está registrado, de forma velada,
o que a alma grita.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

SABER SER

Não costumo levar minha vida feito metáforas,
Sei que o mundo tem medo, sei que o mundo é cruel
Sei que conhecemos dores, sei de horrores que se repetem sem deixar saudades
Sei que vou machucar sem esperar e sem saber, sei também que só existe verdades
Mas saber, é preciso para a próxima viagem.

Inserida por DandeBrito

SEM RESPOSTA

Não me perguntem
Sobre alegorias...
Cores... festas...
Metáforas de luz!
Não me perguntem
Sobre exultações...
Risos... volúpias...
Frenéticas folias!...

Meu verso não responde,
Meu verso não o sabe.
A fome, a miséria e a violência
Prosperam, cada vez mais,
Desativando o cenário
De quaisquer euforias

Inserida por RMCardoso