Mensagens depois de um Encontro Casual
O Vôo
As vezes lento
Atento
No sopro do vento
Deixando o pensamento
Ir ao encontro do tempo
Buscanco nas páginas do coração
O passado remoto de sua existência
O Vôo
O Vento
O tempo
A gota do sentimento...
Posso ver em seu olhar o quanto me deseja, o quanto quer correr ao meu encontro. Tudo bem, você é orgulhoso,tem medo, mas se permita, juro que não vou te decepcionar.
ENCONTRO DE AMOR PROIBIDO
Marcial Salaverry
Nesse encontro, a descoberta do amor...
Proibido, mas pleno, total, cheio de calor..
Amor proibido, sempre dando mais vida à vida...
Marcial Salaverry
ENCANTO DO ENCONTRO
Enquanto tudo ainda é nublado
Enquanto não sabemos se existe
Enquanto tudo se define
Ou talvez possa ser esquecido...
Enquanto a saudade ainda é tão presente
Enquanto a ausência ainda é companheira
Enquanto a falta é marcante
Ou não seja necessário falar...
Enquanto a distância se faz
Enquanto a lembrança se refaz
Enquanto tudo isso é encanto
ou simplesmente um encontro...
Enquanto tantos "em quantos"
Enquanto não se define a palavra "ainda"
Enquanto não se sabe o que permanece
Ou o que se esquece...
Apenas permaneço nesse encontro
Encanto que me encontro
Lembranças que se faz na ausência
Sei que existe e o definido, nem esquecido será
nessa saudade que nem sei falar...
Quando você está à favor do universo ele vem de encontro à você te proporcionando positivamente o que há de melhor desde que não prejudique ou faça mal a ninguém.
Assim é e será sempre.
Quando me vem, me vou. Onde encontro o chão? Me vejo em arrepios frios, respirações cardíacas. Onde encontro meus pulmões? A chuva me cegou por um instante, enquanto lembrava de você em alta velocidade; não pensei no perigo de perder o controle; quase encontro o chão, mas, não da forma certa. Me ajude a me encontrar, preciso aprender como chegar em casa de novo.
Me perco nos meus pensamentos
E me encontro em você
Lembro de uma época que tudo andava errado
Mas lá tinha você
Eu nunca lidei bem com a saudade
Mas até que tô conseguindo
Não choro quando devo
Mas tenho sempre motivo
Quando lembro das nossas brincadeiras, sorrio
Quando lembro das suas broncas, avalio
Lembro da nossa casa quente, no frio
Quando ouço um barulho, da janela eu espio
Como você fazia
Todos meus passos lembram os seus
Que agonia
Nesses dias eu queria te dar um abraço
Passei em frente a nossa casa e me lembrei que você não estará mais lá
Será que um dia que vou te ver
Te abraçar
Será?
Com lágrimas nos olhos eu me despedi
Como nunca fizera antes
De todas as dores que senti
Tu foste a mais marcante
Naquele instante eu também morri
RENASCIMENTO
Espera me, assim, lascivamente.
Nosso encontro porá fim.
Na insatisfação dos desejos da mente.
Os mais íntimos e indecentes, enfim.
Não sintas vergonha de nada.
Põe para fora, tudo.
Abre qualquer porta fechada.
Sai detrás deste cruel escudo.
Toda nudez será recompensada.
Teu grito de prazer será o mais agudo.
Aquele do fundo da alma lavada.
Arrepende-se deste mundo mudo.
Sente-se, verdadeiramente, amada.
Por alguém que te quer e te procura, muito.
Agostinho Lima
"os homens sempre procuram a ilusão nos sorrisos delas enquanto eu encontro a verdade no seu olhar..."
Enfurnado além das montanhas para lugar nenhum
Estuário invisível, encontro de furações senhor despertador de vulcões
Oscilador de centelhas anunciador do começo e dissipador do fim
Frescor que aproxima calor que se expande
Dos tridentes quentes salvação e também a perdição
A arrepia seus ouvidos pelos tambores que anunciam
Clarões no céu e os escurecer de rajadas o denunciam
Quimera mudar o guerreiro é o opressor
Que se façam rajadas pelos quatro cantos
Se prepare para sofrer, pois não se vencer sem cair e perseverar
Plante nas cerejeiras o desflorescer do amor
Espalhe as pétalas para acontecer
A brisa vai viajar até os confins que puder granjear
Mareie meus olhos e esfria meu pecado
Faça nascer nessa geração uma nova lei
Encarne se desobstrua dos seus vínculos e abrace para que foi feito
O senhor dos ventos astucia e virtuosismo lhe deram brado
Mas a pergunta que não quer calar dá onde vieste mesmo?
Quando grito, ninguém escuta, e se escuta não vem ao meu encontro. Se amo, não é recíproco. Se me machuco, não recebo ajuda. Se escrevo, ninguém lê. Se falo, ninguém ouve, ou pelo menos finge não ouvir. Sei lá, a vida tem essas formas de tentar me mostrar que consigo me virar sozinha.
Minha poesia é simples, doce, afável
Aos que amam se encaixa e nada lhe falta
É encontro nos desencontros
É o amor beirando a dor
É suave e tempestuosa, é um perfeito encaixe
Minha poesia é alma e minha alma toda poesia.
Me encontro perdida em algum lugar por ai ou por aqui dentro ou fora de mim. Não sei. A cada dia que passa me reconheço menos... sou uma completa estranha perambulando aos arredores de mim mesma.
"Você é canção única, bordada no violino, no encontro entre cordas e arcos. Você é melodia suave ao entardecer do compositor, com a força e fúria da firmeza de quem cria com determinação. A pureza dos teus tempos de jovem permanece lhe proporcionando enxergar folhas de outono apostando corrida para você apreciar e agradecer ao Criador. Cada partícula de neve é única e simétrica, com lados e ângulos perfeitamente iguais. Se assim o é com este alvo espetáculo, o que se dizer da composição feminina? Milhares de cristais reluzentes formam seu sorriso. Não hão de temer mal algum ao olharem de perto os pequenino flocos de neve. É estranha perfeição que não se explica, antes se ama, admira e contempla."
INCÓGNITA
Eu brado dentro de mim
Onde encontro a solidão
Descolorindo o carmim
Do meu triste coração
A tristeza é o caminho
Que eu trilho sem noção
Traduzindo a incoerência
De minha efêmera razão
Meu sentimento indefeso, confuso
Se esquiva da paixão
Que tenta fazer morada
No meu eu sem compaixão
Após as léguas tiranas
De tristeza e solidão
Aporto minha incerteza
De que sou, o que não fui ontem
Abrandando o coração.
Versos em Quatro Estações
Quatro estações testemunharam nosso encontro
o encanto de seus olhos cor de mel.
Meu sentimento era ingênuo e não sabia:
floria amor na primavera de meu céu.
Seu amigo e ser presença ao seu lado,
enamorado, no entanto, eu fiquei
e amei-te à tarde, pela manhã e até a noite
te procurava, era verão aquele instante.
Amantes a sós no outono se aqueciam
e esqueciam as horas frias apressadas,
das semanas o inverno então rugiu
grunhiu o vento em seus cabelos sobre mim.
Assim, findava nossa história repentina:
naquela mesma estação que nos uniu
primavera veio agora traiçoeira
eira do amor, o sentimento fez-se vil.
SOLIDÃO:
Na escrivaninha do quarto
Encontro-me com a solidão
Que me aflige e me inspira
A escrever em versos
Tudo, tudo...
Que a razão e a lógica humana nos suprimem
E deixa embalar o ego a suprimir a razão
Como se um nobre a reprimir seus vassalos,
O poeta exibe-se
Na certeza de que seus pensamentos
Percorreram os quadrantes do universo
Qual Morfeu, filho do sono e da noite
A percorrer o planeta num instante a fio.
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