Mensagens de Invasão
Quero invadir seus pensamentos, tomar conta do seu corpo com precisao cirurgica te tocar, te dar prazer em pontos antes desconhecidos, como numa fusao dois corpos se tocando clima esquentando, respiração ofegante coração acelerando, assim como fogo em palha somos nós nos amando.
O poder financeiro nada tem haver com moral, caráter e intelectualidade.
Hipócritas invadem o poder, sem moral caráter,interesse social e nem intelectualidade, faz valer o dito: dinheiro e otário não andam do mesmo lado.
mas não é o dinheiro o requisito para andar ao lado do honesto!
O canto triste e melancólico
da sabiá-laranjeira
que reside aqui em frente,
invade minha solidão.
Formamos um belo par de solitários,
ambos fora de tom:
ela, com seu canto,
lamenta o amor que se foi,
eu, em meu canto,
lamento o amor que não veio.
Apesar de tanto não
Tanta dor que nos invade, somos nós a alegria da cidade
Apesar de tanto não
Tanta marginalidade, somos nós a alegria da cidade
O plano terreno é um grande palco de improviso onde o espectador pode encorajar-se a invadir a cena e transformar o desfecho.
Ah, o amor...
O amor possui mistérios
Definitivamente não consigo compreender
O amor
Que invade e aquece o peito
Que de tão leviano, faz adoecer
Eu sei que faz parte da vida
Eu sei que não é a hora
Eu sei que cê precisa ser erguida
E sei que não vou jogar fora
Tudo que vivemos até aqui
Mas, amor...
Tô sendo fraco
Minhas forças se esvaindo
Amor, eu sou tão frágil
Amor, estou caindo
Maleme meu pai
Maleme
Um dia de sol, uma água de Coco, um pé na areia, uma sensação de liberdade que invade nosso ser, mais um dia, mais uma chuva, mais um passo, enquanto alguém nos julga, a gente vive, enquanto alguém nos critica, a gente cresce, assim e é a vida, não olhe, nao se importe com sentimentos mesquinhos, apenas viva, e ore pra que todos sejam felizes, e tudo que não é bom chegará a te agredir se sua sintonia estiver elevada... #jericoacoaraamoestelugar
Alienígena
Ficção tornando-se realidade.
Os alienígenas invadem a terra.
E passam a se apossarem do corpos
Dos seres humanos.
Os homens pneumáticos se unem.
Os violinos se afinam.
Um só inimigo comum.
O alienígena pode estar em qualquer lugar.
Inexistem diferenças.
Não adianta paredes altas ou grades nas janelas.
O jogo agora. É outro.
Antes ficção. Hoje estatística.
“Alea jacta est”...
Mudança no mundo.
Morde e assopra.
Todos desejam manter
Suas conquistas.
Nem que, para isso;
Tenha que haver invasão alienígena.
Para manter a sombra do medo,
Circulando entre os caprichos e
Desejos acidiosos dos habitantes
Da terra.
Antes parecia ficção. Hoje fixação.
Cantando a canção de Pan.
Desvalorização dos serem afortunados
E, valorização dos seres menos afortunados.
Mudam-se os paradigmas nesses tabuleiros.
E o momento é de mudança. Vigia.
Esperança e luto.
Porque nas dores. Todo mundo,
São iguais.
Marcos fereS
(em tempo de corona)
O corona virus balançou o sujeito que nunca soube para onde o mundo vai, a pandemia invade atitudes e descrença que trocam a verdade por mitos ...cegos e surdos ficaram pelo caminho.
leila Boás
Novo dia vem chegando, os raios invadem o meu quarto com pequenas frestas, sinto o meu corpo vibrar, como acordeão, violão ou violino. Os meus dedos me chamam a manusear, a minha alma me intima a cantar, a minha voz ecoa além do que eu possa imaginar. Entro sem pedir licença, trago na memória a música da infância, adolescência ou atual, tudo por acaso, nada pensando . Apenas sentindo no mais íntimo. E, assim, todas as manhãs pego uma xícara de chá, Toddy, talvez um café, para dizer que o quê nos conecta está na simplicidade de ser aquilo que está dentro de nós, chamada essência.
...Quando acordei as flores já haviam invadido o meu quarto e o os seus perfumes trancado as portas e janelas quando nelas me perdi..
Fazia frio
Ao longe...
Luzes artificiais invadiam a escuridão em alto mar.
Pensamentos, tantos pensamentos.
Nos olhos cheios de lágrimas, qualquer brilho reluzia,
não era uma antiga esperança, tampouco a alegria.
Voltou no tempo...
Ah se pudesse outra vez sonhar.
Era tarde,
para essa sede de amar.
Lembrou que lhe faltavam asas
para alçar além das suas fantasias,
Mas, naquele olhar era tudo tão igual,
Se pudesse,
Se realmente pudesse, ah como queria.
Sentiu a brisa ainda mais forte, pôs-se à caminhar.
Era noite, fazia frio.
Parou...
Teria que conviver com a suposta felicidade,
Molhou novamente os seus pés nas águas do mar,
Encarou a sua realidade,
deixou de lado o sonho, precisava que voltar.
Não me nega,oh nega em negria que invade adocicada como chocolate,Toque de cacau beijo amargurado facilmente conquistável o domínio ideal de ideias que autenticidade nega,Não me nega assim você falando que me ama com essa boca linda,Diz ser minha e sorri.Uma luz do escuro que ilumina minha noite,Sorriso sincero olhos confusos Cê sabe que no meu ombro pode tudo,Não tenha medo do futuro nosso agora é dominar o mundo.
É um misto de saudade, devaneio, que invade meu corpo. Perco a lucidez, me perco na insensatez de um impulso que me devora: Você!
Flávia Abib
Moço do olhar doce e alma de anjo. Teu olhar me invade de um jeito que a noite vira dia e o dia vira noite. A lua brilha cintilante e azul, da cor dos teus olhos. As estrelas fazem fila para ver o amor que existe em mim quando te vejo, quando te penso, quando te desejo. Moço do olhar de anjo e alma doce.
Flávia Abib
O ar que entra em meus pulmões, queima minha alma
e faz de meus pensamentos cinza.
O ar que invade meus pulmões, fez de mim vidro e orações.
O ar que invade meus pulmões, seja eu minha fera, seja eu minha chuva, seja eu o que falta em mim.
Quando você está com o seu bem-estar harmonizado e equilibrado, a paz interior invade a sua mentalidade corporal.
Baby,
quando ouço sua
voz meus problemas
somem,
seu sorriso invade
a minha alma e
me purifica novamente,
seus olhos
preenchem algo
que está vazio em
mim,
seu corpo
me domina
sem ao menos tocar
no meu,
sua presença
é sentida a quilômetros
de distância.
Estou vagando
na eternidade,
livre e preso,
eu ainda
sinto.
O VENTO Ele veio com tudo chegando do mar, perambulou pelas ruas, invadiu os quintais, levou o lençól do varal da dna Maria da casa branca da esquina , sacudiu as árvores espalhando folhas pra todo lado, fez zoeira com o silêncio da noite e deu um passa moleke no verão, que estava se exibindo por aqui, fora de hora.
A moça é linda como o brilho da lua que me ilumina. É tamanha a bondade que do seu coração me invade de muita saudade. Estar ao seu lado é sonhar acordado numa noite sem fim.
