Mensagem Bodas de Algodão
Que ao fim, eu, você, nós, sejamos lembrados, não pelas bodas de prata ou ouro. Nem pelos anos dispensados um ao outro, mas sim pela intensidade do amor que nos uniu.
AMOR DOS AMANTES
(Poema em homenagem pela passagem das nossas bodas de prata)
Vem, meu corpo te espera
Agonizante por amor!
Para sentir teu cheiro
Cheiro gostoso de menina-flor
Eu quero ter nesta vida
Enquanto vida tiver
Seu beijo, seu sorriso
Esse corpo de mulher
Vem, devora-me incessantemente!
Vem, vamos viver
Esse amor deslumbrante
Para eu sonhar em teus braços
Esse amor dos amantes!
Iniciam uma nova história de amor, dessas que ainda não dá para avaliar se acabará em festa de bodas ou consulta à terapeutas, mas ainda assim, bonita.
Você crê que Maria pede por você a Deus, hoje, da mesma forma como pediu nas Bodas de Caná?
Então pegue o que mais necessita neste momento, coloque nas mãos dela e diga:
Mamãe, pequeno sou.
Pega-me no colo pois estou triste.
Sinto-me impotente diante da minha dificuldade, e não sei que atitude tomar.
Estou sem recursos.
Leva-me em seu colo até a solução do meu problema.
Faz-me enxergar.
Serena meu coração, enxuga minhas lágrimas, ameniza minha dor.
A senhora é tão boa, Mãe.
Quero receber de Jesus, através das suas mãos, a cura para a minha dor.
Não rejeite o meu pedido.
Obrigada Mãe.
Amém.
Bodas de diamante para que as quer se já não tenho o que mais queria!
A vida não e só viver, é ter condições para viver. Para que quero eu os anos, se os anos já não me querem!
Vinte sete tons de verde.
Bodas de crisoprásio.
Verde?
Verde é o amor,
verde é minha vida em cor.
É o verde que é claro ou escuro,
vinte sete tons de verde que nos torna maduro.
Maduros na amar,
no sorrir, no caminhar.
No caminhar a passos firmes; me comprazo,
sobre a pedra que a este amor exprime, crisoprásio.
E assim eu sigo a vida num renovo
Ah! se eu pudesse voltar no tempo!...
Que honroso.
Diria novamente aquele sim, caloroso, poder te abraçar
e te beijar, pra começar tudo denovo.
Cícero Marcos
O meu lugar nas Bodas do Cordeiro ninguém vai tomar, e o meu nome do livro da vida ninguém vai tirar!
POESIA " BODAS COM A MORTE"
- Poeta Nilo Deyson Monteiro
Minha morte nasceu quando eu nasci.
Ela me seguiu não conseguiu e não morreu,
Viveu; tu és minha doce prometida partida para
Meu silêncio de outras vidas que morri.
Nem sei quando serão nossas bodas de tantos
Séculos que me acompanha no fim, de longe em longas idas e vindas de um eterno retorno pelo desertar, abandonar e ficar em quem nesta minha versão me ficar,
me importar.
Contempla, oh morte minha matéria,
Linda né? Os vermes que à ela espera no dia não vivido em que exagera propaganda de que depois da morte da vida morre para
vida que vive.
Tamanho afeto pela morte me faz sentir felicidade por ter existido sem pressa, na profunda busca do ser diante do nada;
Danada que sabe a data, a hora, porém,
Não estarei quando vier, nem estarei em um caixão, estarei nas minhas obras, em livros, em alguma mão.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Sobre as bodas matrimoniais, aquelas de um casamento longo e feliz, é preciso afinidade química, mental e espiritual, além do respeito e da individualidade, e não de resignação, tolerância ou paciência.
Bodas de açúcar
Há seis anos parada no tempo
Sorrisos alheios
Conversas vazias sem fundamento
Isolamento de mim
Vontade própria chegou-se ao fim.
Já dei importância a cada data…
Mersario
Anos
Bodas
Dias
Mas eu descobri que estava sozinha vibrando por algo que eu queria muito que fosse, e não era.
Só eu queria, só eu tinha esperança, só eu vibrava e me alegrava!
Só eu via como especial…
E por conta dessa cegueira eu não percebi 10 anos passando, sem que houvesse uma celebração e alegria pela minha existência ou vida.
Não havia alegria por eu estar ali mais um mês, tão pouco mais um ano.
Realmente a verdade é libertadora.
Cá estou eu, vendo pessoas comemorando o Dia Dos Namorados mundial, e eu apenas refletindo em cada falta de reciprocidade eu recebi e fiquei esperançando de esperar por algo que nunca ia chegar!
O Amor Tem Que Ser Uma Via de Mão Dupla!
Bodas de Prata
Nesta data tão festiva
os anos nem passou...
ainda ontem eu a noiva,
que contigo se casou!
Mas, já são vinte e cinco
e nossas bodas chegou...
mas, perece que são cinco
porque o tempo não passou,
pois amor puro e verdadeiro
não envelhece, solidifica...
e um e o outro se tornam únicos!
No casamento há desentendimento,
ás vezes, rola até uma briguinha...
mas, se é puro, o amor fica no peito!
II
E é assim que o amor vence!
Companheirismo, respeito
é um elo que no dia a dia se tece,
e a paixão, o fogo acende no leito...
A compreensão é fundamental;
A cumplicidade é consequência
da união e do amor entre o casal,
regado com carinho e paciência!
Afinal casamento é compromisso
de um casal que se ama muito
e nos amamos e sabemos disso!
Não precisamos vangloriar no peito,
tentado provar e mostrando tudo isso,
pois, no amor, temos o nosso jeito!
Bodas de Coral - 35 Anos de casados
Onde o tripé Respeito, Confiança e Amor é determinante na vida do casal.
E a certeza que o cordão de 3 dobras não se quebra com facilidade.
Com olhos fixos no céu, ela diz: “Vem!”,
anseia pelo Dia que não finda, além.
As bodas se aproximam, o Rei se levantou,
o tempo das lágrimas quase acabou.
É chegada a hora tão esperada,
as bodas eternas, a festa sagrada.
O Noivo avança com olhos de fogo,
e a Noiva sorri — é o fim do choro!
Senhor Jesus,
eu anseio o dia das bodas eternas.
Prepara-me com vestes brancas,
dá-me azeite para que eu brilhe na escuridão.
Que meu coração seja Teu,
e meu amor, sincero e fiel.
Reina em mim desde já,
pois Teu é o Reino que jamais passará!
Mateus 22.2, 10-14: “O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho... E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados. Entrando, porém, o rei para
ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger
de dentes”. Esta situação é semelhante à dos peixes ruins apanhados na rede do reino. A falta da veste nupcial provavelmente representa a falta de justiça que excede à dos escribas e fariseus. O homem mal vestido foi atraído pelo poder do reino, atraído do mundo para a sala
do banquete, tal como o peixe apanhado pela rede, mas esse homem não estava preparado para o reino e, por isso, foi lançado fora.
"Eu ainda acredito nas bodas de prata, nas bodas de ouro. Tem amor que é pirata, tem amor que é tesouro."
Incrível como as pessoas se odeiam tanto tempo e comemoram bodas de ouro. Não há psiquiatria que explique.
A Quinta Primavera
A noite despiu o véu
Para nossas Bodas de Papel
Brindamos a gratidão
Nas Bodas de Algodão
Um no outro encontrou abrigo
Em nossas Bodas de Trigo
No amor se misturaram as cores
Para colorir nossas Bodas de Flores
E em nossa quinta primavera
Planejamos uma vida inteira.
Parabéns, amor!
Já são nossas Bodas de Madeira.
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