Menina Cansada

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A verdade de um povo é assim, exaurida as tentativas de coloca-la em xeque passa a ser então a orientado daquele momento. E assim sucessivamente até que surja outra verdade que a substitua.

Inserida por AdmilsonNascSantana

Quando caminhas encurvado de olhos para o chão, tua alma fica exaurida e presa num tempo curto e a vida se esvai... Mas quando tu olhas para o céu, tua vida te liberta das amarras da terra que pisas e tua alma rompe os grilhões, se torna leve e voa... Voa... voa até se perder na imensidão e ser soprada novamente ao vento num novo tempo que ressurgirá dentro de ti.

Inserida por Lulena

Um corpo destruído, um coração (mente) doente, uma alma fatigada...
Corpo, espírito e alma; o tripé do ser humano.
O desejo e a necessidade de um carinho, de um abraço, de um pouco de atenção, de um sorriso, de uma palavra... De uma motivação. Todos nós dependemos! Todos nós carecemos! Todos nós desejamos!
Quem só vê o que está aparente, não possui a sensibilidade de enxergar o que está em oculto. Quantos se perderam no caminho tortuoso desta vida porque não foram compreendidos?
Não recolha a mão pra quem necessita do seu afeto!

Fatigada pela vida indiferente da cidade grande,as vezes quero me esconder nos Andes, para encontrar o Condor e reaprender ter a liberdade como único valor, antes que a aflição me torne prisioneira da minha própria dor.

Inserida por butterflysacred

Não tenho ânimo para viver os sentimentos, pelo fato de está fatigada, para tentativas em vão de permitir sentir e retribuir tais emoções, prefiro ser apenas pensamento, pois sentimento já não existe em mim.

Inserida por janainaaraujoo

Andava meio fatigada de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis. Então juntei a minha perdição humana em festejar, com a minha solidão cansada de se enganar e fui exercer meu par de asas. Até que fui feliz com as paisagens que sobrevoei, mas quando eu menos esperava, você chegou encompridando alegrias tão amenas, tão bestinhas. E de repente me deu uma vontade de estar com você, uma vontade de ficar quietinha, sabe? Então fechei os olhos e te deixei entrar. Meteu o pé na porta, suavizou meu soco, quebrou minhas pernas, amoleceu minha marcha e transformou minha dureza em dança. Trouxe de volta a minha certeza e um agasalho para esquentar a minha falta de amor. Agora, eu preciso disfarçar que não paro mais de rir, mas aí olho pra você e você também está sempre rindo.

Inserida por victoriazattoni

Peço
E a poesia vem
Fazer companhia a minha alma dolorida
Fatigada da solidão.

Inserida por hgastao

A cada despedida renova-se a expectativa fatigada por contratempos. Indício de que ainda há tempo para recomeçar.

Inserida por Tchilla

Sinto minha alma fatigada em esperar de ti
Alguma reciprocidade em relação ao que sinto.
Vejo-me como um miserável mendicante
A suplicar por um pouco de carinho de ti.

Inserida por FabricioCanalis

Microconto
..
⁠A fiar, a fatigada fiandeira fazia farto o fosco fogão da família.

Inserida por PaduaDias

⁠Essência

Fatigada da existência
Vejo ao fundo trevas crescentes...
Glórias passageiras...
Um barco à deriva.
Névoas a cobrir meu cenário.
Medo de estar a fazer tudo ao contrário.
É a noite afogando-se em chuva intermitente…
Procurando a saída
desta grande encruzilhada que é a vida…
Sinto-me acuada
Quero sarar as feridas
Olhando o passado…
Sinto que fui iludida.
Abro brechas em minha mente.
Vejo laços que me prenderam.
Tento abrir passagem...
Esvaziar-me dos sentidos.
Tento no curso que sigo
encontrar da minha vida o real sentido.
O que tem o tempo pra me dar?
O alívio da brisa?
Calmaria no mar?
Ou um fundo tão fundo que vai me afogar?

Inserida por RosangelaCalza

⁠Há um caos em minha mente fatigada, um caos regado pelo ignóbil sangue de minhas letíficas batalhas, um sangue que me arde a consciência e me entorpece as falhas, consequência direta da sepultura armada das memórias de uma guerra desalmada. Sou a combatente exaurida de meu próprio exército e a guerreira valente de meu exército inimigo, me sacrifico como sacrifica-se a pólvora dos canhões marcados de miséria pelo levantar torpe da bandeira alva machada pelo líquido rubro das vísceras de minha esperança, sou a espada que corta em dois a sanidade já rompida por dores passadas; contra-ataco a mim mesma, me atiro em minha guerra e faço de meu peito um campo minado.
Nesta terra forasteira não há ser que ouse declamar possuir o título de ser mais funesto que eu, pois sou eu a morte encarnada em corpo de fracassos, sou o perder e o penar de meu próprio sepultar, sou aquela que chora e clama religiosamente antes do sol raiar, pelo corte lesivo da morte levar.
Não me quero mais e não me querem mais a mim, sou a abusiva combustão dos raios de verão que esqueceu-se de se auto dilacerar, sou o fim explosivo da pacífica convivência, sou a guerreira apocalíptica que insiste em marchar contra si, para enfim, ousar descansar.

Inserida por apatiatropical

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Estou cercada de imbecis, pessoas,animais, é tão difícil tentar ser algo, as vezes a gente só quer ser areia ou água do mar.
ser criança pode ser difícil, ser adolescente pode ser difícil, ser adulto pode ser difícil, ser idoso pode ser difícil, existir pode ser difícil, para morrer não se precisa de coragem, mas para viver precisa.

Inserida por agarotadoabismo

⁠O fato de estar cansada não quer dizer que eu seja fraca, muito pelo contrário, significa que eu passei tempo demais sendo forte, por não me permitir o direito do cansaço.

Inserida por ednafrigato

A alma só fica cansada e fraca
Quando para pra procrastinar
Em vez para descansar

Inserida por Kayka

Chorei ... não por ser fraca ; mais por estar cansada de toda hora ser forte ...

Inserida por SofiaR

Hoje acordei com a paciência totalmente esgotada , tudo é motivo de mandar catar coquinho.

Infernal tentativa de preencher o teu vazio...
Esgotada, sempre!
Teu rosto, teus olhos, o tamanho do teu abraço!
Não adianta...
Foi...
Único.

A DONA DA LONA- O Lado Vazio da Cama- Claudia Murari

Esperei você por tanto tempo que hoje, não espero mais ninguém. Estou esgotada. Esgotada de amor, esgotada de quantas vidas eu consegui viver em tão pouco tempo. Estou tão cansada. Estou tão vazia que não sei como posso mudar essa história toda. Não sinto mais aquela emoção, não sinto mais nada e é estranho isso.