Memória e História
O QUE CANTA TUA CANÇÃO?
O que canta sua canção?
Trás à memória a história da nação?
Os segredos de uma paixão?
As proezas de uma grande família?
Ou da pátria a beleza?
O que canta tua nação?
É o que rima a poesia, é o que encanta a gente?
O que expressa os poemas, o que reside na alma?
É bom, o que leva e traz para inculcar nas mentes?
É bom o que se diz e ouve nas ruas?
Se vierem das belas canções, das poesias e dos poemas;
Se se tem bom senso, cantará o que vale a pena;
Pois, as melodias repetidas
é o que vai para as conversas na mesa,
que expressa a saudade de um povo e a sua grandeza.
Guardo na memória
minha história pra contar...
Algumas de amor,
daqueles romances
que se lê em livros
ou se vê em filmes no cinema.
São tantas recordações.
Muitas emoções
e algumas canções
de momentos
gravados por toda vida
dentro de mim...
Escrevo teu nome
E ele some
Na memória,
Foi criar história
Em outro lugar
Quis voar
E sentir a liberdade
De um amor de verdade.
É muita recordação
Que ficará pra história
Gravado em minha memória
Num gesto de gratidão
De pai, de mãe e irmão
E do lugar que vivi
Santo Antônio onde cresci
É razão do meu viver.
EU JAMAIS VOU ESQUECER
DA TERRA ONDE NASCI.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
A vida dá lugar à história
E a presença tornou-se momentos
Guardada está na memória
A vida de quem viveu sem arrependimentos.
Eu já cansei de viver a mesma história.
Já sei toda de memória.
Cansei... as páginas arranquei,
me revoltei... e não voltei.
Novos sonhos no ar,
borboletas a bailar,
lírios no campo a perfumar,
eu um novo amor amar.
O coração aberto
perfumado, arrumado,
todo de novo com tudo novo decorado...
pra um novo amor... meu novo amado.
As mágoas não guardei,
pra bem longe as joguei.
Um novo recomeço - tudo perdoei -
tudo perdoado -
isso sim é que não tem preço.
E eu... eu sei o que mereço :)
Faz de mim a sua morada..
A sua casa...
Seu abrigo...
Faz de mim a tua história. .
Tua memória. ..
Faz de mim o teu sorriso. ..
A história nunca contada, a vida nunca vivida, a arte nunca revelada e a memória nunca esquecida. Se uma dia quis que verdade fosse, porque real não seria? O que são as vontades do meu consciente inconsciente de um relato sem cor com detalhes ao vento mas que tem tanto sabor que me deixa ao lamento. Nunca existiu, jamais deu certo, triste do poeta que vive memórias em aberto.
No seio
da Floresta encantada
Não existe nada
No meio desta história
Existe
na minha memória
um triste sorriso de fada
Que apagou-se
e que se foi
Não existe mais encanto
Nem fada, nem nada
Esta história se acabou
antes do fim
Hoje, pra mim
Mais nada resta
Nem Floresta.
Minha história é isso, uma colcha de retalhos emocionais onde fé, dor, memória, solidão e lucidez coexistem como os fios que sustentam uma alma ferida, mas viva.
Olhando a fumaça da História
que te deu o seu nome,
assim escrevo a sua memória.
Eu te amo, Morro da Fumaça!
Recordo que teus fundadores
vieram da Bielorrússia
para a gentil terra
do Sul de Santa Catarina.
Eu te amo, Morro da Fumaça!
Depois vieram os italianos
e assim foi se erguendo
esta gentil e amorosa cidade.
Eu te amo, Morro da Fumaça!
Te amo com um amor tão lindo
que por nada neste mundo passa,
o teu povo tão querido tem uma
hospitalidade que com o coração
sempre quem chega ele abraça.
Eu te amo, Morro da Fumaça!
Mistura de corpos, gingas
e ritmos na memória,
Não me esqueci a Lambada
da História e não preciso
deixar de gostar mesmo
que tenha saído de moda,
Quando você chegar
mesmo sem saber dançar
é bom você saber que
vou dançar Lambada contigo.
O som da Congada da Lapa
ainda soa na memória,
O doce da infância ainda
guardo na História,
Os heróis ainda vivem
em mim também,
O velho teatro não
saiu do coração,
Algo me diz que
vamos juntos até lá,
Só não sei quando,
Eu só sei que nós vamos.
De Rio a Rio os destinos
sempre se encontraram,
A memória brinda
a afetuosa História,
Com dengo e manha
o Filé a Oswaldo Aranha
será servido com tudo,
com direito a beijo
a repeteco e com tudo
o quê a gente merece.
(A sua fala mansa,
o teu charme manda
e o coração obedece).
#FiléaOswaldoAranha
#poetisabrasileira
İslâm-Terek
Véus e flâmulas
se encontram na memória
em İslâm-Terek,
No coração a História
não terminou,
Sobre a mesa do café
os livros antigos,
O quê importa é que chegamos
até aqui e estamos vivos.
A Caldeirada da memória
sempre faz história
para quem se anima
a fazer para comemorar,
Quando você provar a minha
você irá se apaixonar.
Floresce o Ipê-roxo-do-grande
em Minas Gerais da memória
e da minha profunda História,
No abandono do florescimento
desta magnífico Ipê deixo
os meus Versos Intimistas
também poesias florescer
até o dia da gente se conhecer.
Glorificando
a memória
na História
cumprida
na trajetória,
Não nego
o ponto de partida
nem em poesia,
porque poesia
é bagagem,
não é bagunça,
e cada um leva a sua.
