Mato
Ele é tatuado
Meio humano
Todo gato
Sonho verde
Cheiro de mato
Abraço apertado
Tem direito
Tem amor no peito
Um homem de respeito
Tomara que chova
Tomara que venha
Eu e vc aconteça
Sempre que sinto falta de uma família, vou almoçar no Bar da Reni, na Rua Mato Grosso, Ponta Grossa.
MATO AMIGO
Autor: Edson Cerqueira Felix
Localização: Paraíba do Sul
Homenagem: MC Bob Rum, Amiga Marcia Vieira, Amiga Monique Souza e Amiga Maria Cristina
Com certeza um dom
Há dom quando eu olho os montes elevados gigantes
Soterrados ao redor
E ao derredor
Verdejantes com diamantes sob seus pés-de-moleque
Tão maduros ainda verdes
Que tenham sempre este lindo aspecto
Lindo no meu espectro
Bonito ver-te verde
Um dom, porque estão queimados
Eis tão queimados!
E eu vejo ainda: As plantas; flores; folhas;
O capim de verde e chamam ilusão
Foram cortados e queimadas
Mas eu quereria extirpar essa extirpe que extirpa o verde
Perfumado do mato
Oh mato amigo quando me escondes agachado na noite
Oh globo, sê verdejante na órbita
Mais lindo que o azul
No seu desmatar dos olhos
Data: 16-01-2018
COLORIR
Onde as flores brotam do chão
nasce e cresce um novo coração
Onde o mato se expande na terra
as flores nasce na primavera.
A vida tem um cheiro
cheiro de diversão
As flores são coloridas
as pétalas caem e se espalham no chão.
Quando o tempo passa
e voce não ve
nasce e cresce
uma nova floresta em voce.
Se tá parado sem perceber
olhe as rosas
e aprenda que
elas se esforçam pra crescer.
A vida é colorida
mas nem pra todo mundo
as rosas brancas
são as favoritas
pra quem não tem mundo...
CERTIDÃO.
Sou nordestino de fato
de direito e certidão
corro campo, traço mato
em cada palmo do sertão
não tem dor, não tem maltrato
nem escrita e nem contrato
que me arranque desse chão.
BOM PEÃO.
Quero ver o boi correr
entre o mato se adentrando
quero sair galopando
só pro mode de se aquecer
onde quiser se esconder
pelo faro vou seguindo
e o clarão segue surgindo
entre o verde tão escasso
bom peão não tem fracasso
corre campo sem ter medo
quando é de manhã bem cedo
vem trazendo o boi no laço.
Sapucaia tem lá no mato
No meu quintal tem pé de caju
No arraiá tem moça bonita
Na minha horta só da chuchu
Na minha cabeça tem uma morena alta de olho meio azul
Na minha cintura meu canivete
No ombro meu berrante
No coração tem Nossa Senhora que protege a todo instante
Sou filho de uma terra rica
Onde o amanhecer é emocionante
Sou filho de pai da roça, meu orgulho, minha inspiração
Meu esporte é vaquejada, morena, cerveja gelada
Dançar moda na festa do peão ...
poeta13
Desde pequeno eu preferia viver no meio do mato. No meio das lindas onças, nomeio de cada pinta bela de jaguar. Do quer viver no meio do bicho homem e sua selva de pedra. Ao homem também amo, mas não tanto quanto a natureza.
SER NORDESTINO!
O nordestino de fato
usa espora e gibão
que corre boi pelo mato
que vive da plantação
é quem nos faz o relato
da seca, fome e maltrato
que assola o nosso sertão.
Quando eu negocio a minha essência diante das propostas indecentes da vida, simplesmente mato o meu interior aos poucos. Vou morrendo aos poucos sem ao menos perceber, aos poucos vou deixando escapar pelo ralo todo rico ensinamento familiar. O fato é que, definitivamente não vale a pena deixar de ser pra ficar experimentando o sabor amargo das circunstâncias.
Mata a dor
Mato e faço borboletas das cinzas
Viro pó na fornalha do seu pensamento
Mato e espalho átomos pelos espaços
Criando novos agravos em um novo descompasso
Mato mesmo é a morte da palavra maldita
Essa navalha que raspa sua ternura
E aos poucos mata em mim o quase tudo que é desejo Sobrando dúbios poemas imperfeitos
Jaz neste saco,
que uma gélida brisa
tremendo no ar trazia,
dentre água e mato,
minha pálida poesia.
Vida no campo.
Acalma os prantos
pois o mato verde
é um conforto para os pés.
Seu céu azul,
imaculado pela urbe,
me traz tanta paz...
O cheiro de terra
e de gado
não trazem
o mesmo fardo
e o suor
das filas das fábricas.
Mas andam te destruindo.
A natureza civilizada
nada pode,
ante a força e o
barbarismo do homem.
Para que destruir
o último recanto
do paraíso terrestre?
Para que desmatar
o verde desse nosso
agreste?
Nesse chão cinzento
me engano de humanidade,
mas lá
eu sou,
de verdade,
gente.
Em teus braços encontro meu paraíso
Em tua boca mato a minha cede
Teus sussurros ao meu ouvido enebriam-me
Cada gesto cada toque são únicos
Impossível não querer mais
Mais paz, amor ardente, prazer
Quero em teu braços assim padecer
Me complete sempre
Um dia ainda te mayo e se te mato, um dia eu ainda morro mas se te comservo acabo com essa história de servo e senhor, de caça e caçador e assim todos gsnham propostas indecentes entre os dentes ...
