Matemática
Matemática de Conclusões
Sou ruim de cálculo pior ainda de conclusão, nos meus produtos o resultado nunca dá exato, sou dizima periódica só me resolvo mesmo por aproximação!
Se multiplicar é complicado, sem problemas: a gente divide pelo inverso da divisão. Ou será melhor multiplicar pela fração invertida.
O professor me indicou que melhor para calcular seria aprisionar o que se multiplica ou divide, dos que se somam ou diminuem, depois executar os aprisionados e o que sobrar misturar com os que se salvaram, fácil né e eu aqui quebrando a cabeça, contando nos dedos o que não cabe na cabeça.
Engraçado mesmo é o crédito e o débito, muda de sentido dependendo do lado do balcão em que você se encontra.
Sei lá, deixe prá lá... e que os bons ventos soprem os débitos de contas prá longe e atraiam os créditos de dinheiro para nossas magrinhas carteirinhas e que de lá não saiam mais.
Melhor multiplicação que entendo mesmo é que, em dois corações que se somam o resultado é sempre um.
Que seja sempre assim: 2 corações que se amam=1 amor completo!
"Uma criança pequena pode aprender matemática, gramática, ciências naturais, desenho, música, dança e esportes sem grande dificuldade. Mas a História e sobretudo a filosofia dependem de uma compreensão mais madura da vida."
“Na medida em que as leis da matemática se referem à realidade, elas não são certas, e, na medida em que são certas, elas não se referem à realidade".
(Em discurso proferido na Academia Prussiana de Ciências, em janeiro de 1921).
Se sou o resultado do *Eu* mesmo?
Se a matemática é uma ciência exata?
Significa que ainda estou na raiz quadrada?
Vambor
[...], o deslumbramento ante as sutilezas da lógica e especialmente da lógica matemática é, por si, prova de imaturidade filosófica. Embora algum estudo dessas disciplinas seja indispensável, a contribuição delas à grande filosofia é bem irrisória. O próprio criador da ciência lógica, Aristóteles, fez pouquíssimo uso dela em suas investigações, preferindo a confrontação dialética, tecnicamente inferior porém mais rentável como logica inventionis, 'lógica da descoberta' em oposição à lógica da prova.
O bom aluno fica diluído entre os ruins no bojo da média!Que matemática é essa?Ainda querem índice alto! Defeito de critério.
A realidade é matemática, a realidade é música, a realidade é linguagem... Todas essas lindas afirmações são pensamento metonímico, fruto do desejo histérico de reduzir a um fator controlável algo que nem mesmo conseguimos apreender no todo. Seus autores são índios botocudos buscando nas formas geométricas de potes e panelas um refúgio contra o temor da floresta. Essas sentenças tornam-se verdadeiras quando as invertemos: matemática é realidade, música é realidade, linguagem é realidade. A realidade nos transcende e abarca, contém tudo e não se reduzirá jamais a nada que possamos 'pensar'.
A matemática está presente em tudo.Está presente no universo,no nosso mundo,no povo,na sua cultura e nos seus habitantes e suas sociedades.Com margem pequena de erro podemos dizer que 1% da humanidade se destaca no quesito inteligência e 99% são medíocres.Assim é também entre os comentaristas que infestam as mídias,tanto comentaristas políticos,econômicos e esportivos.1% falam com embasamento.99% só falam asneiras.
Somos tão pequenos na matemática da vida, menos é mais, as vezes mais é menos. Quantidade não é qualidade, nem idade maturidade.
Que matemática é essa: a da média? Os bons alunos são diluídos entre os ruins! Enquanto os índices estiverem baixo, empregos são garantidos, verbas mordidas e um sem fim de reuniões mascarando a "embromatologia".
é tipo matemática
prefiro 1 inteiro do que dois meio que diferença trágica
chega a se comparar com a gramatica
que mostra eu e você somos nós
contrariando a aritmética
deixando de pensar só no possível
indo atras do improvável
uma relação solida e estável
é que acho a vida assim é algo mais viável
pois estou atrás de algo com um fim inimaginável
talvez esse desejo seja algo realmente inquestionável
tem como provar que o universo tem fim sem usar á matemática? sim, com palavras retóricas, explicando a limitação do ser humano turante a vida secular.
