Marta Medeiros Elegancia do Comportamento
Elegância
Elegância ao caminhar por entre os olhares traiçoeiros
Elegância ao virar a esquina e deixar, pra trás, o que feriu por dentro
Elegância ao assumir o fardo da culpa, redimindo-se
Elegância ao plantar em solo novo, sendo novo, sendo franco
Elegância ao dançar a música da vida, com passos leves
Com pausas breves
Ser sabiá no canto
A elegância não está nas roupas que você veste, nos lugares que você frequenta ou nos acessórios que você usa...A elegância está na forma como você se comporta, sorri, olha e trata as pessoas que estão ao seu redor.
Antes de estar bem vestida, maquiada e produzida... a beleza vem do gesto gentil, da elegância de atitudes, da coerência entre palavras e atos, da disposição em ver o melhor em pessoas e acontecimentos, do saber do próprio valor sem tentar desconstruir
o valor alheio... Enfim, beleza interior é o que torna os seres belos.
Cika Parolin
Hoje me recuso a ter compromisso com a elegância posta por essa sociedade hipócrita e medíocre. Meu compromisso é com minha consciência, e a minha consciência esta em Deus.
Minha pequena lady, só tu mesma. Onde tua elegância de pássaro, teu movimento ágil, leveza, sutileza que pairava feito pluma, envolvia feito bruma, onde? Teu deslizar de agua na pedra acostumada, criando limo, tua certeza de hora marcada, agendada. Tua doçura de fruta colhida sem pressa, no devido tempo. Tua brandura, candura, a seda na voz, nos modos, nos gestos, nos cuidados, atenções. A musica do riso, delicadeza de flor, muito tato, contato de brisa, que quase não toca, alisa. Tão diferente de agora, desse vagar no deserto, só a ver ruínas como um sobrevivente de Hiroshima. - (Fabio Murilo)
Elegância e ser humanista , se todos soubessem o que acontece no mundo . Teríamos menos divisores e mais multiplicadores .
D. A
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Autora : Gislene Pascutti
Pequeninas atitudes romanticas de delicadeza e elegancia trazidas num punhado de estrelas! O segundinho que temos, é o suficiente, fazendo enorme diferença na compreensão da alma... De nada temos garantias nessa cumplicidade reservada intimamente a nós amados amantes... - Roswyta Ribeiro
Desculpa minha elegância!
Minha composição não é "química" de laboratório, me comprometo mais com a "gramática" real da linguística...
Tenho nas veias uma doença "crônica", adoro fazer lirismo com os meus assuntos cotidianos.
Tenho versos e poesias diagnosticados como tosse aguda, cuspo sempre sons de sonetos pelos vácuos da humanidade.
Sou doida, com quadro clínico em sandices literárias e ainda moro na lua, quando tenho tempo de escrever meus triviais argumentos que não têm fim, portanto, perde tempo em tentar discutir comigo.
As dosagens dos remédios são diárias em injeções de bipolaridade do amor, uma opção minha, melhor que viver de injeções de amargura e insensibilidade.
É...
Eu sou bipolar inflexível na "arte" de amar, amar o próximo, o próximo da fila do banco, o próximo que gosta de animais, o próximo a ler um bom livro, o próximo que é fã nato de Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Guimarães Rosa e entre tantos renomados e ou assistir uma boa série de terror, de amor, os próximos dos próximos e mais os próximos estão na minha lista diária de amor...
Sou de outro tempo...
Talvez eu fui para Pasárgada e me recusei voltar, será?
Talvez ainda esteja pendurada na lua desde a última visita...
Talvez alguém desvende os mistérios que fazem clareza nos meus dias e noites de estações tipicamente inconstantes e necessárias às minhas oscilações e contradições, esse jeito autêntico que grita no meu silêncio e desatina enxaqueca quando não me ponho a declamar...
