Mais que uma Mao Estendida
Ter alguém que saiba te entender nas entrelinhas sem ao menos te olhar é uma das coisas mais raras que o ser humano pode receber de felicidade em plena segunda-feira.
Muitas pessoas se esforçam mais em manter uma aparência social de boa pessoa do que em ser realmente uma boa pessoa na sociedade.
..."A foto mais bonita sua fazendo uma caridade é justamente aquela em que você não aparece." ... Ricardo Fischer
Quem ficar sentado, aguardando por uma epifania, vai se cansar, se frustrar ainda mais e sentir um vazio crescente, que traz malefícios não apenas à realização financeira, amorosa e profissional, mas também – e principalmente – à saúde mental, espiritual e física.
“Há uma solução prática para renovar a política e tornar as disputas mais igualitárias: para cada exercício de doze meses num cargo eletivo, haveria um decréscimo de 1% na votação do candidato nas eleições seguintes. Se implantada essa regra básica, quanto maior o tempo de atividade pública, menor seria a chance de reeleição.”
A vida é um rastro de ilusões que criamos nos nossos mais íntimos pensamentos, uma bolha limitada de versões de nós mesmos para lhe dar com um círculo finito de pessoas. Somos a minoria sem notoriedade e com a escassez de recursos racionais... é o que faz com que nos achemos tão significativos.
Somos poeira, somos passageiros, hoje somos, no amanhã éramos.
O SITIO
Uma vez eu e meus irmãos, mais precisamente no período da adolescência, inventamos de passar as férias no sitio do meu avô no interior de Pernambuco. Pegamos um ônibus aqui em Recife na rodoviária e rumamos para o município de Limoeiro, e após umas duas horas de viagem, chegamos. Perto da Praça da Bandeira embarcamos noutro ônibus, que levava de tudo, além de gente, óbvio, galinhas, papagaios, bodes, pessoas simples que vinham da feira, em sua maioria, com sacolas. Saindo do centro da cidade, o citado coletivo pegou uma estrada de barro ladeado de canaviais, e continuou embalado enquanto ia levantando, atrás, rolos de poeira. Descemos daqui a pouco tempo num povoadozinho, já com luz elétrica, que noutra ocasião não tinha, animador acdei. Nos encaminhamos a uma casa próxima e pedimos água, e interessante, que no lugar da água serviram suco de maracujá, isso mesmo, suco de maracujá! Que gentileza, que gente acolhedora, amável, a conhecida hospitalidade interiorana, não é todo dia que a gente pede água e nos servem suco de maracujá. Estava natural, mas, deixa pra lá, seria querer demais. Quando provei... Xiviiii!!! Salgado!!!! Onde já se viu! Puseram sal em lugar do açúcar por engano. Fiz uma careta indisfarçável. Ai a dona da casa disse: - É a água da cacimba que é assim mesmo! Ou seja, barrenta e salobra. A tal cacimba era uma espécie de poço. Agradecemos e, depois, seguimos por outra estrada de barro, dessa vez a pé, o sol cozinhando o juízo, umas 2 horas da tarde. O que estimulava e distraia eram, aqui, ali, no caminho, uns pés carregados de laranjas amarelinhas, uns juntinhos dos outros, baixinhos, vários, parecendo arvores de natal, fora de época, carregadas! Umas até caídas apodrecendo, maior fartura e de graça, era só pegar e ir comendo. Depois de um pedaço bom de chão percorrido aos poucos ia se divisando, surgindo, ao longe, uma casa, perdida no meio do nada, o sitio, finalmente, que nem o de Dona Benta. Lá tinha de tudo, perdido num fim de mundo, e curioso que tinha, na propriedade, rodeando-a, em frente da casa, loja, farmácia, mercearia, igreja, até cemitério, tudo pelo meu avô construídos. Talvez por um capricho dele, porque se fosse depender de clientela, só de vez em quando que saia no meio do mato uma viva alma, surgida não sei de onde pra comprar algo, e ai ele despertava do cochilo na cadeira de balanço e ia atender. Ou alguém precisando de um socorro, ai meu avô incorporava o Farmacêutico, misturador das formulas acondicionadas nuns frascos grandes, uma farmácia de manipulação as antigas, também dava injeção e mandava a vitima rezar, se fosse de noite pra chegar vivo até de manhã e pegar o ônibus na cidade vizinha, a do "suco de maracujá" que começava a circular as 8 da manhã e as 5 da tarde e ir para um hospital mais próximo, após caminhar um pedaço bom, se não morresse no caminho, mas, se morresse, tinha problema não, seria enterrado no cemitério do sitio, como disse. No sitio do meu avô não tinha energia elétrica, ai, à noite, perdia a graça, não se divisava o céu do chão, só em noite de lua cheia ficava bonito, os caminhos iluminados, dava até pra caminhar sem problemas e as copas das arvores prateadas. A noite mesmo era na base do candeeiro, feito nas novelas e filmes de época. Batia um sono cedo na gente, oxê, 8 horas ainda, uma lezeira, sonolência repentina. Mas, durante a semana, de dia, era divertido, subia nas arvores e comia muita manga, de varias qualidades, feito diz o matuto (espada, rosa, manguito, sapatinho), cajus, laranja geladinha das primeiras horas da manhã, tiradas do pé, molhadas de orvalho, leite do peito da vaca, galinha do quintal, de capoeira, mortinha na hora, uma tal de carne seca, que depois vim a saber que era a velha e boa carne de charque conhecida. Aonde até os cachorros da casa eram vegetarianos, isso mesmo, vegetarianos, comiam só macaxeira, (também conhecida como mandioca, aipim, pros sulistas) ou comiam ou morriam, toda manhã e a noite, era só isso, que davam. A gente mesmo só variava no almoço ai era feijão, arroz, macarrão, carne como todo mundo. No meio da semana, minha tia nos chamou pra buscar água pra tomar banho no barreiro (Um buraco que os homens do campo cavavam para armazenar água da chuva e usar durante o resto do ano ou por um bom tempo, menor que um açude, destinado ao mesmo propósito), ai foi a gota d'água. No sitio também não tinha água encanada, esqueci de dizer. Fomos, cada um com a sua respectiva lata, com a alegria e a inocência da novidade. Andamos um pedaço considerável atrás do precioso liquido, no meio do caminho passamos por uma grande poça d’água suja, com uma camada de lodo por cima, esverdeada, espumando e um sapo boi boiado de papo por ar. Que nojo! Eca! Passei ao largo e prossegui pro barreiro. Quando, atrás de mim, ouvi a voz de minha tia chamando: - Eiiii!!! Vai prá onde?! – Pro barreiro, respondi. – Mas, é aqui!!! Disse, ela. – Ai?! Essa água suja com um sapo boiando?! Vou tomar bando com essa água?! – Sim. Tu bebe dela! Respondeu. Água limpa só a do teu avô que é um homem idoso, a gente bota um paninho, coa as folhas, galhos e depois bota no filtro. Só sei que no final da semana tava todo mundo desesperado, querendo voltar pra civilização. Meu avô na cadeira de balanço, vendo tudo, a aflição, nos chamou e deu o maior carão, dizendo: - O que vocês vieram fazer aqui?! Aqui é só trabalhar e dormir! Eu poderia até puxar eletricidade da cidade vizinha, mas não quero não. Vejo quando vou em Recife. Começa a novela e o mundo para, é aquela malandragem! Quero isso aqui não. Voltamos no outro dia, de manhã, num sábado. Só não entendo, tava lembrando disso um dia desses, porque não fizeram uma cacimba ao lado da casa, seria melhor, mais prático, água limpinha. Mas, tudo eram os hábitos, os costumes, a tradição.
(13.11.2016)
Mais do que uma rotina, uma segunda natureza do gato, trata-se mesmo é da razão da sua vida: ser livre. O resto, no final, pouco lhe importa, enquanto nós, muitas vezes, relegamos esse ideal a, quem sabe, um dia poder tirar férias, quando… quando o cronograma da empresa permitir.
Ela só queria uma xícara de chá e uns biscoitos para ajudar na digestão do ódio que não cabia mais nela.😟
A mudança de comportamento, requer muito mais, de uma mudança de atitude do que, uma mudança nas palavras!
O sol nasceu mais uma vez
E o dia já se fez pra nós
E o vento a me levar
O mundo é meu lugar
A vida a se mostrar
O mundo é meu lugar
Mais uma vez me pego triste por saber que ela me vê como amigo, lá no fundo talvez eu entenda a situação, mas como não querer enxergar a felicidade do seu lado? Olha ela tão reluzente, mas dificilmente ela vai me ajudar! Fui moldado ao seu lado e reconstruir um pensamento, não vai ser fácil!
Algumas pessoas, por terem muito dinheiro, ou por pertencerem a uma classe social mais elevada, colocam nisso a certeza de que estão acima do nível comum e tratam muito mal o semelhante, sobretudo os estranhos. Não percebem que essa simples atitude já desencadeia toda uma série de transtornos em outras áreas da vida, pois fere a lição carmica mais seria de todas. Mas como não associam uma coisa à outra, continuam alimentando a arrogância, a prepotência e a irreal imagem de superioridade para com aqueles que um dia, talvez, lá do plano espiritual, serão os únicos a quem poderão recorrer para sair das regiões umbralinas.
Uma pessoa que se acha mais importante ou melhor que a outra, ainda não despertou para quem é de verdade.
Mais uma noite chegou o céu está triste e noturno hoje estou me sentindo mas só do que nunca. Mas a vida segue adiante. Hó!! céu triste porque insistes em me fazer enamorado por ti. Porque só quando estou triste e agonisado saem belas e sombrias palavras de minha boca.Sei que os últimos acontecimentos mudaram minha vida para sempre,sei que em algum momento preciso ouvir a voz da minha consciência. Volto a escrever não sei a razão. A vida é uma caixinha de surpresas e eu estou disposto a desfazer o seu laço todos os dias até que algo me surpreenda de verdade.
Mais uma página a ser escrita um novo capitulo na história da vida
Feliz e aquele que passa por ela e deixa laços permanentes dos quais possa se orgulhar. se todas as minhas saudades virassem flores, meu mundo seria um imenso jardim
Boa noite.
Uma rosa é linda, mas um jardim é muito mais. E de todas as rosas que você plantou em mim, o jardim da sua alma é o que mais perfuma a minha vida.
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