Maioria
Posso pensar a respeito?
A maioria das opções não requer resposta imediata e pensar a respeito demonstra prudência.
Mas não há prudência que substitua a experiência e quando sua necessidade for prioridade, o melhor caminho é encarar os prós e os contras, optando rapidamente pela ação imediata.
Poucos erros não podem ser corrigidos
Desde cedo, podemos ir ao encontro da boa fortuna e destruir nossos obstáculos, que, na maioria das vezes, estão em nós mesmos.
A maioria dos eleitores não votaria em corruptos, contudo, - e aí é que está o xis do quesito, uns tantos são ludibriados pelos ‘discursos’; e outros trocam o voto por qualquer coisa... (Ops!).
(Thomaz De Santa-Cruz Guairaçá Capanema. - Arremates - Num mundo de ponta cabeça).
Adi J. C. Musskoff.
Vivemos em uma país em que a maioria da população tem livre e rápido acesso à informação tecnológica, e ainda assim, prevalece a ignorância. Precisamos de um antídoto para curar essa moléstia antes da falência de todos os órgãos.
A essência da resistência cultural brasileira se fez e se faz na maioria das vezes em um cotidiano pobre, carente de tudo mas com muito amor, choro, teimosia e criatividade.
A Crença de que há algum tipo de bloqueio te impedindo de realizar algo é, na maioria dos casos, o único verdadeiro bloqueio
"Na maioria das vezes você não se sentirá apto a fazer aquilo que Deus está te chamando. É então que começamos a dar passos de fé em direção ao que não vemos, mas acreditamos."
Se a maioria dos teus amigos pensam muito diferente de você, talvez seja hora de mudar de amigos. Neste caso, os opostos não se atraem.
Deus te deu a chave da porta que a maioria das pessoas passa a vida inteira tentando entrar e não consegue. Eu a guardei no meu coração, então não me peça para sair.
"Hoje o que erá vocação se tornou profissão.
Pena que os que a procuram, na sua maioria são os que não foram os que obtiveram sucesso em outras profissões."
AS COISAS
No cotidiano da vida, quase todas as coisas são insignificantes. A maioria dos nossos pensamentos, boa parte das ações que fazemos, alguns sentimentos que experimentamos, quase todos os nossos movimentos não têm maiores significados, não possuem muito valor. Pertencem à parte superficial do nosso ser, vêm e vão como ondulações no mar, não deixando nenhum vestígio ou efeito nas profundezas do ser. Porém, em raros momentos, quando entramos em contato com a música de nossa alma, se algo da consciência profunda nos tocar ou se detiver de alguma maneira, essa fração de segundo é a única coisa significante que ocorre no meio de toda a inutilidade do cotidiano da vida. Este é o único ponto precioso, e o resto, um mundo de ilusões e disparates. Para tornarmos a vida significativa, para darmos o seu verdadeiro valor e sentido, nós devemos então nos afastar das trivialidades da superfície e procurar por alguma coisa mais profunda. Na verdade, devemos nos aprofundar muito se quisermos que as coisas deixem de ser insignificantes.
Na maioria das vezes, numa visão social, existem dois pontos de vista: o ideal e o real. O ideal como aquilo que mais desejamos, e o real como aquilo que é possível ser feito.
A grande maioria dos pastores da atualidade "só" sabem pregar, dar palestras, dar lição de moral... Mas na hora de cuidar mesmo das pessoas, seja dando um abraço, doando um pouco de tempo, doando os ouvidos e o colo, cuidando de doentes do corpo e da alma, daí são suas esposas (tidas como ajudadoras) que o fazem... Não sei como este "trabalho feminino" se denomina, se é pastorado, obra, caridade, tanto faz... Só sei que não vejo muitos homens empenhando este papel extremamente doador e fundamental do verdadeiro pastorado, assim como o próprio Jesus (que é Deus) o fez, atitudes muito evidenciadas em passagens da bíblia. Eu fecho com Madre Teresa: as mãos que ajudam são mais sagradas do que os lábios que oram.
As vezes penso que sou diferente da maioria das pessoas que conheço ou me tornei nos últimos anos. Animadas, festeiras, boas de garfo, elas estão sempre dispostas a visitar alguém que se disponha a dar comida e bebida de graça.
Eu não. Pago para não ter que ir na casa de ninguém, como pouco e o que puserem na mesa, não bebo álcool há mais de vinte anos, abomino gente que fala alto, muito e asneiras.
Minha turma aqui do Facebook é uma turma que escreve bem, lê bastante e pensa melhor ainda. Não falo com eles, eles não falam comigo, nós nos curtimos e se por acaso não gostamos de algum texto não fazemos absolutamente nada, esperamos o próximo que certamente será melhor.
Faz tempo estou tentando escrever alguma coisa que descreva o lapso de tempo da minha vida ou de uma vida qualquer, mas ou fica curto e faltando muito ou longo e ainda faltando coisa.
Outro problema é que posso ser benevolente, realista ou falar a verdade e já percebi que quando falo a verdade sou tachado de velho pessimista e recebo uns desses conselhos presentes em todos os livros de autoajuda que mais parecem de autopiedade.
De qualquer maneira, escrever é de graça, não engorda e me embriaga sem estragar o fígado.
Enquanto não consigo sintetizar o tal “lapso de tempo da vida” vou escrevendo coisas amenas.
Alguns vão lendo, vou lendo os textos dos amigos, troco altas ideias com o Google e eu me livro de visitar ou ser visitado.
As vezes penso que sou diferente da maioria das pessoas que conheço ou me tornei nos últimos anos.
Mas não está ruim de todo.
Boa noite!
A maioria das pessoas não presta a atenção nas palavras, e sim, nas pessoas e nas coisas que elas possuem; como se elas nunca fossem morrer. Temos que dar espaço a mensagem de Deus. Precisamos encher nossos sentimentos do alimento espiritual para que o milagre aconteça na nossa vida.
