Literatura Brasileira
A arte brasileira começa a perceber que as historias mais características e indicativas ao sucesso, tem origem no cotidiano de pessoas simples do universo popular e comum. A potencialidade das artes e da cultura brasileira, formada pelas historias das pluralidades é em si uma fonte lúdica inigualável, desde que não sejam contaminadas pelos estrangeirismos e ditames ultrapassados dos modelos tradicionais, que já não deram certo.
Eu vou fazer uma canção pra ela
Uma canção singela, brasileira
Para lançar depois do carnaval
Eu vou fazer um iê-iê-iê romântico
Um anticomputador sentimental
Eu vou fazer uma canção de amor
Paulo Ricardo
O amor me escolheu
Não identificado
O povo fará parte da democracia brasileira enquanto oportunizar e garantir as regalias das elites política e econômica do país. Quando ocorrer o inverso, esse povo será descartado.
Está na nossa Constituição Brasileira que todos os brasileiros têm o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, e assistência aos desamparados. Esses direitos devem ser garantidos e pagos pelo Estado, com o nosso próprio dinheiro, para beneficiar a população. Porém, o que vemos é que não seguem nada do que está escrito na Constituição.
A educação, que deveria ser um direito fundamental, é uma farsa. Está sabotada e não merece nem o nome de educação, pois não cumpre com o seu papel. Não temos saúde, pois se tivéssemos, não veríamos pessoas morrendo nas portas dos hospitais. Não temos alimentação, pois, se tivéssemos, não haveria pessoas passando fome nas ruas. Não temos moradia, pois, se tivéssemos, não haveria tanta gente pagando aluguel ou em situação de rua, sem ter onde morar.
Ou seja, a Constituição não é respeitada em nada do que está escrito. Eles passam por cima de tudo e desviam o nosso dinheiro, que deveria ser utilizado para o nosso benefício, para pagar os interesses de banqueiros, investidores, financiadores de campanha e megaempresários, tanto nacionais quanto internacionais.
Art. 6º – São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
O maior inimigo da política brasileira chama-se conhecimento, com conhecimento você nunca acredita nas mentiras contadas por políticos
"A identidade brasileira é, por definição, uma construção de síntese, nunca de exclusão"
(PERRONE FILHO, 2024)
"A diversidade brasileira não é um problema a ser resolvido, mas nosso maior ativo"
(PERRONE FILHO, 2024)
A política brasileira é o acervo da mediocridade, onde o povo é o cenário e os políticos os maus atores.
Carlos Alberto Blanc
"... a Universidade Brasileira atual é fruto do "modelo" de crescimento econômico, tecnológico e culturalmente dependente de países hegemônicos. Seu desempenho em certos setores não lhe retira a vulnerabilidade de não ser instituição estratégica de nossa evolução e, portanto, incapaz de criar soluções para os grandes problemas do País. Não sendo essa incapacidade incongênita, mas induzida pela natureza do "modelo" que vem, há três décadas, orientando a vida nacional, não é, portanto, irreversível. A pesquisa científica que realiza é principalmente dirigida para objetivos desvinculados do próprio meio; a extensão, quando existe, é limitada e particularmente dirigida para o setor artístico e o ensino é quase que exclusivamente centrado na formação de profissionais do tipo liberal, e para o suprimento de seus próprios quadros docentes e os de nível secundário. A pós-graduação tem sido, em geral, uma complementação a uma formação de graduação incompleta" - J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil a nação soberana.
Esquece-se de que a classe média brasileira, hoje em dia, é composta por pessoas que eram pobres e que, por sua vez, por meio de políticas públicas, tiveram suas condições de vida melhoradas. A elite brasileira, que veio "de cima para baixo'", jamais reconhecerá a classe média que veio "de baixo para cima". Isso apenas mostra a mesquinhez e a arrogância desses senhores!
A polarização brasileira só não é plena porque o número de abstenções, somado aos votos brancos e nulos, mostra que milhões de cidadãos estão fora desse embate direto.
A democracia brasileira não é uma escolha livre, mas um truque bem ensaiado onde o artifício (ou a ilusão de poder) é convencer o povo de que ele é o mágico.
OLEGÁRIO RAMOS E A DIGNIDADE DO ESPÍRITO NA HISTÓRIA BRASILEIRA.
A trajetória de Olegário Ramos inscreve-se, com singular elevação moral e vigor histórico, no contexto das transformações sociais do Brasil pós abolição, constituindo um testemunho eloquente da força do espírito humano diante das adversidades impostas pela herança escravocrata. Filho de escravos e beneficiado pela Lei do Ventre Livre, medida promulgada em 1871 que visava mitigar gradativamente o regime servil, Olegário emerge como figura paradigmática na consolidação do Espiritismo no interior paulista, notadamente na cidade de Garça.
Sua formação inicial, marcada por circunstâncias atípicas, revela um itinerário de rara complexidade. Criado sob a tutela de um sacerdote em Rio Claro, interior de São Paulo, teve acesso a elementos de instrução e espiritualidade que lhe permitiram, desde a juventude, entrar em contato com os princípios da doutrina espírita. Tal aproximação precoce não apenas moldou sua cosmovisão, mas também delineou sua vocação para o trabalho espiritual, que mais tarde se manifestaria de forma concreta e perseverante.
Olegário Ramos iniciou suas atividades doutrinárias em sua própria residência, transformando o espaço doméstico em núcleo de irradiação espiritual. Esse gesto, simples em aparência, denota profunda coragem moral e compromisso com a difusão de uma filosofia que, à época, ainda enfrentava resistências significativas. Em 1943, esse esforço culminou na fundação do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, instituição que se tornaria referência na região de Garça, tanto pelo trabalho assistencial quanto pela prática doutrinária.
Entretanto, sua caminhada não se fez sem provações. Em um cenário social ainda impregnado de preconceitos raciais e incompreensões religiosas, Olegário enfrentou discriminação tanto por sua origem quanto por sua atuação no campo espiritual. O centro por ele fundado foi alvo de atos de depredação, expressão material de uma intolerância que buscava silenciar iniciativas de elevação moral e fraternidade. Ainda assim, sua perseverança não se deixou abater, evidenciando uma fortaleza íntima que transcende as contingências históricas.
Sua atuação contínua na região de Garça consolidou não apenas um espaço físico de estudo e prática espírita, mas sobretudo um legado ético. Olegário Ramos representa, nesse sentido, a confluência entre resistência social e missão espiritual, demonstrando que a verdadeira grandeza não reside nas condições de origem, mas na capacidade de edificar, servir e persistir.
Assim, sua figura projeta-se como um dos expoentes da contribuição negra para o desenvolvimento do Espiritismo no interior paulista, rompendo barreiras sociais e raciais com a autoridade silenciosa de quem compreendeu, em profundidade, a dignidade essencial do espírito humano.
Que sua memória permaneça como um marco de elevação moral e como um chamado permanente à coragem de servir, mesmo quando o mundo insiste em negar reconhecimento àqueles que mais dignificam a vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Isso é uma vergonha nacional! Uma verdadeira corja de bandidos e Surrupiadores da Nação Brasileira!!!
Hoje, a política brasileira
Está manchada pela corrupção,
Frequentemente conectada à sujeira,
Falta de ética e ambição.
A malandragem brasileira acabou,
o futebol perdeu sua alma.
Antes, o gol era certo,
as comunidades pintavam o rosto,
bandeirinhas tremulavam no vento,
cada grito de “Gol!” ecoava alegria.
Helaine Machado
Ser muçulmana brasileira, solteira e independente é viver a fé como escolha livre — e na máxima liberdade de expressão, descobri que amar a Deus é mais espírito do que carne.
Poema Jurídico - A Perseguição Política à Direita Brasileira
Douto STF, que em toga impõe,
O Autor, que na política se expõe,
Pede vênia para expor
A perseguição que em seu peito arde e dor.
Homens de bem, que amam a pátria,
São alvos de uma cruel insídia,
Onde o Tribunal, em seu fervor,
Decide com viés, sem rigor.
Bolsonaro, figura de luta e crença,
É tratado com intolerância, sem clemência,
Enquanto os juízes, em sua parcialidade,
Tentam silenciar a liberdade.
Sigilo em atos, sem transparência,
É arma que destroça a democracia em silencia.
Onde está a justiça, onde o direito?
Quando a Constituição se torna um defeito?
A acusação se fragiliza, sem sustentação,
Denúncias vazias, sem fundação.
Mas o povo sabe, a verdade clama,
Que a democracia nunca se inflama.
Em nome de um Estado justo e soberano,
Não se pode usar o poder de forma insana.
Os homens de bem, de direita e fé,
Não são criminosos, mas vítimas dessa maré.
Os tribunais devem ser guias da razão,
E não instrumentos de uma visão,
Que persegue, cala e condena sem provas,
Em nome de um jogo que só desova.
E o Autor, sem medo, ergue sua voz,
Exige que a lei seja feita para todos nós,
Que a justiça não se curve a um interesse,
Mas se erga, como a luz que jamais se esquece.
Que o povo, unido, clame por transparência,
E que o STF, em sua vigília de consciência,
Retorne à sua missão de ser justo e imparcial,
Porque a justiça só é justa quando é universal.
