Literatura Brasileira
A literatura pode ampliar nossa capacidade de imaginar a vida de outra pessoa e, assim, humanizar a aplicação do Direito.
Através da literatura, nós podemos ensinar absolutamente tudo!
No meu último texto, falei sobre a força do brincar na Educação Infantil. E quando unimos o brincar ao universo dos livros, a mágica ganha asas. A literatura infantil não serve apenas para silenciar a sala; ela serve para dar voz à infância.
Na prática, como transformamos histórias em aprendizado real? Deixando que a criança saia do papel de espectadora e assuma o controle da própria jornada.
Aqui estão três ferramentas que defendo e aplico no meu dia a dia pedagógico:
• O Autor Mirim (Eles sendo o próprio personagem): Quando contamos uma história e permitimos que a criança se enxergue no personagem — ou até crie o seu próprio rumo —, despertamos o protagonismo. No meu conto "Leo e a Ferrovia dos Sonhos", por exemplo, a criança compreende suas próprias características de forma lúdica. Ela se torna autora de suas superações.
• O Cesto da Imaginação
A literatura precisa ser sensorial. Um cesto no centro da roda, repleto de adereços simples, lenços e objetos, convida os pequenos a materializarem o que ouvem. Conforme a história avança, eles buscam no cesto o acessório que encaixa na cena e dão vida ao teatro. A palavra vira ação, e a ação vira memória.
Maquetes sobre Folclore e Natureza:
A imaginação também ganha forma nas mãos. Criar maquetes para ilustrar nossas lendas brasileiras e o cuidado com o meio ambiente transforma conceitos abstratos em texturas, cores e formas. Trabalhar a natureza e a nossa cultura com elementos reais (folhas, gravetos, argila) conecta a criança com a terra e com as nossas raízes.
A literatura na infância é o solo onde plantamos a empatia, o respeito e a criatividade. É no toque, no faz de conta e no envolvimento de corpo e alma que o conhecimento se consolida verdadeiramente.
E você, qual história marcou a sua infância? 💭
Com carinho,
Rosana Figueira | Educadora & Escritora
Quando a literatura infantil também precisa ser olhada com carinho
Como professora, muitas vezes vejo doações de livros e materiais chegando às escolas. E toda doação que amplia o acesso à leitura merece ser valorizada.
Mas também me pego pensando: será que todo livro oferecido às crianças realmente contribui para sua formação?
Nem sempre uma história traz uma experiência significativa. Às vezes, encontramos contos que repetem os mesmos valores, as mesmas fórmulas e as mesmas mensagens, enquanto tantas outras possibilidades de infância continuam esperando para serem contadas.
E é aí que penso nos professores e autores que estão diariamente observando as crianças, ouvindo suas perguntas, percebendo suas dificuldades, seus medos, suas descobertas e suas diferentes formas de aprender.
Há muita gente produzindo literatura infantil com cuidado, pesquisa, sensibilidade e experiência pedagógica — mas que ainda encontra dificuldade para ser vista, publicada e reconhecida.
Talvez o que falte não seja talento.
Talvez faltem oportunidades, caminhos acessíveis, espaços de escuta e, algumas vezes, aquela pessoa que ajuda a abrir a primeira porta.
Também precisamos conversar, com serenidade, sobre o mercado editorial. Publicar um livro pode ser um sonho, mas nem sempre é um caminho simples para quem está começando. Existem modelos de publicação, custos e contratos que podem tornar o autor dependente de estruturas nas quais seu trabalho recebe pouco retorno.
A literatura transforma infâncias. E professores transformam o mundo por meio da leitura.
Com muita alegria, o e-book "Literatura para Infância: práticas de leitura e formação docente na escola" foi compartilhado após organizado pelas educadoras Janiara de Lima Medeiros e Cristiane Barroso Dias.
A obra reúne experiências, reflexões e práticas pedagógicas que reafirmam a literatura como direito de toda criança e como caminho para uma educação mais sensível, inclusiva e comprometida com a formação de leitores.
Mais do que um livro, este e-book é um convite ao diálogo, à reinvenção das práticas pedagógicas e ao fortalecimento da leitura como experiência de encontro, imaginação e humanização.
"Ler é descobrir mundos. Ensinar a ler é transformar vidas."
Inspirados por reflexões de Rita Ribes, reconhecemos a literatura como experiência estética e humana, capaz de transformar quem lê e quem escuta. Quando professores se reúnem para conversar sobre livros, memórias e vivências, fortalecem também sua identidade como leitores e mediadores de leitura.
Grande parte da ficção na literatura e nos meios audiovisuais, já sabemos a muitos anos que são acessados por sintonia fina com a realidade do inconsciente coletivo universal. Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa como Júlio Verne nascido em Nantes, França, 8 de fevereiro de 1828 e falecido em Amiens, França, 24 de março de 1905, é sem duvida o mais claro exemplo disto como escritor francês, considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica, tendo feito previsões em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como Viagem ao Centro da Terra de 1864, Da Terra à Lua de 1865 e Vinte Mil Léguas Submarinas de 1869. Antecipando no século XIX os caminhos científicos de foco para as novas descobertas nas próximas gerações.
Não existe nada mais perverso do que um ignorante tentando validar seu ódio chamando literatura barata de "vontade divina".
A LITERATURA COMO O AMOR DEVEM ESTAR ABERTOS AO MUNDO.
PARA QUE ELE NUNCA PERCA A VONTADE DE SONHAR.
"Não é porque gostamos, ambos, de pudim de leite, do Chaves e de Literatura que podemos nos considerar amigos. Faltam ainda muitos outros quesitos!"
Frase Minha 0028, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Iniciei-me na 'Literatura de Época', lendo as obras de Alcides Caminha. A leitura de Machado de Assis veio alguns anos depois. Eram estilos diferentes e gostei de ambos (os estilos)!"
Texto Meu 0911, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"A Comunidade Internacional sabe que eu me iniciei na 'Literatura de Época', 'leno' o competente Alcides Caminha. O que eu não disse (antes) é que ele é um dos Autores de outra obra-prima: a composição musical "A Flor e o Espinho", aquele belo hino!"
TextoMeu 1218
🎷🎼🎧
"Cinema e Literatura marcam-me muito, a ponto até de me influenciar. E foi um livro, de um escritor mineiro, que me fez conhecer Minas Gerais, durante todas as ferias de boa parte da minha juventude. Ah, Minas Gerais!"
TextoMeu 1333
"Na minha época de jovem, o Autor Imbatível na 'Literatura do Cotidiano' era mesmo o famoso Carlos Zéfiro! Ninguém o igualava!"
TextoMeu 1373
"Assim foi fácil aprender e gostar de Gramática, de Sintaxe, de Literatura. Tudo por causa das proprias Materias e, principalmente, por causa dos Professores Anacirema, Diva, Fernando, Irene, Manuel, Evanildo... Sou muito grato a eles!"
TextoMeu 1401
"Aos 14 Anos de idade, eu era adepto da 'Literatura do Cotidiano', com as obras do Grande Carlos Zéfiro. Até que um Professor me recomendou ler o livro que me fez conhecer Minas Gerais. Sou grato àquele Professor. Eternamente grato!"
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"Por que ler os Clássicos da Literatura dá mais prazer do que ler os Modernos? Sim, claro que falo (e pergunto) por Mim. Por quem mais seria?"
0028 "Não é porque gostamos, ambos, de Pudim, de Lagostas e de Literatura que podemos nos considerar amigos. Faltam ainda muitos outros quesitos!"
