Literatura Brasileira
Farofa
Farofa divina Farofa
brasileira és poema
que se come rezando
com um bom Feijão
e com tudo aquilo
que se põe na mesa,
Farofa divina Farofa
que sempre faz a diferença.
Do século passado
e deste século sou
eu a dama mística
desta terra brasileira
onde cada verso
sempre busca o teu
universo secreto,
e neste mistério
nos encontramos
sob o florescimento
dos Ipês Amarelos.
Não se sabe qual a real
origem da Casquinha de Siri,
Da nossa mesa brasileira
ela faz parte e da mesma
maneira farei com carinho e arte
como se escreve um novo poema.
Meladinha
Brisa gentil soprando
na Costa Brasileira
Meladinha gentil
sobre a duna
florescendo poesia,
A paz que durmo com a Lua
é a mesma que levanto
na companhia do Sol,
E assim continuo sempre tua.
Amazônia Brasileira
O dia que pela primeira
vez me senti um pássaro
voando sob o Sol e a Lua
do Hemisfério Celestial Sul
jamais será esquecido,
porque nascer brasileira
nas estrelas foi escrito.
Sobrevive a profunda
e heróica Amazônia Brasileira
símbolo da nossa existência
enfrentando o pior
o nosso berço pátrio e protetor
até quando não sei vai resistindo
em nos manter vivos por amor.
Na sua marcha tumultuada
pelos nossos dias de vida
a nossa Amazônia Brasileira
continua pagando o mais
alto preço da existência
superando com sacrifício
os limites da própria resiliência.
Oxalá que não seja tarde demais
para que uns ganhem a consciência
de que um país com floresta de pé
é sinal de que ainda há um povo livre!
A juventude brasileira nesta nova década de 2020, tem que entender, de uma forma ou de outra pelo estado educacional e cultural democrático, que tudo tem seu valor mas nem tudo tem preço. O Brasil deve recomeçar uma revolução ética, moral, cultural e social regeneradora pois assim nada que já foi feito até hoje, valerá como resposta qualitativa um pouco mais adiante daqui.
Catanduvas
Ajuntamento de mata dura
nela a alma brasileira pura
feita de imigração e coragem,
Catanduvas, amor bonito,
tu estava escrita nas estrelas
e para ser o meu destino.
Erva-mate em ti plantada,
chimarrão pronto e feito,
Por ti topo qualquer parada
e não durmo até voltar
para o aconchego de casa.
Querendo ir na Querência
do Chimarrão dançar,
Na Festa do Chimarrão
encontrar a tradição
para junto contigo festejar,
Catanduvas, amor lindo,
tu és a minha razão de ficar.
Chimarrão na cuia,
lembrança na prosa partilhada,
Catanduvas, amada,
tu me encantas sempre e fazes desta
alma por ti eternamente apaixonada.
Minha Força Aérea Brasileira
tu honras a memória
de Santos Dumont nas tuas
decolagens e nos teus pousos,
Assim tu protege nossos sonhos.
Tu és a nossa Força que zela
a nossa Pátria desde as alturas,
Nas asas da Esquadrilha da Fumaça
tu desenhas o quê o coração não cala.
Minha Força Aérea Brasileira
nasceste da unificação de esforços,
a mística do Brigadeiro Eduardo Gomes é herança para nós intacta
e a memória doce sobre as mesas
das festas orgulhosamente brasileiras.
Tu escreveste História durante
a Segunda Grande Guerra,
e segue a cada dia mais imparável
protegendo a nossa Terra.
Recordar a trajetória
da nossa Força Aérea Brasileira
antes e durante este Bicentenário
é lembrar sobre o quê foi, é,
e sempre será indestrutível
por nós e repleto de amor infinito.
Prever o adiante com
a nossa Força Aérea Brasileira
por perto jamais temeremos
por consagração constatada:
quando todos nos deixaram
na vida foi ela é quem ficou
por sentimento confirmado,
e será sempre quem conosco fica.
Eu sou o poema
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira,
E de todos os povos
originários do continente.
Versos Intimistas feitos
de amor e paixão intensos
por esta Pátria Brasileira
feitas de Ipês e muitas matas,
Onde a noite as flores
do Ipê-branco em especial
são confundidas
com as estrelas do magnífico
Hemisfério Celestial Sul
que nos rege e protege
de todo e qualquer Mal.
Eu sou brasileira
o chá que bebo é
o chá dos povos,
o chá do pajé,
o chá do quilombola,
o chá da imigração,
o chá da rezadeira
benzido de coração.
Tenho orgulho de ser brasileira e se eu nascesse de novo e de novo, pediria a Deus para voltar como brasileira. Nada o quê fazem contra o meu país desfaz o meu sentimento.
A justiça brasileira é cega e injusta dentro dela mesma. Pois coloca planos de saúde de alta qualidade e privilégios, inclusos no desconto em folha minimamente, para os ministros, procuradores, desembargadores, magistrados, promotores e defensores públicos. Para os advogados inscritos na ordem, planos insatisfatórios com valores absurdos e preços impraticáveis de mercado.
A antropofagia e o canibalismo devem ser constantes, nas artes e na cultura nacional brasileira. Importante acharmos nosso verdadeiro hemisfério, atmosfera e nosso meio para que algum dia, um pouco mais a frente, sejamos inteiro.
A soberania cultural brasileira depende exclusivamente de plataformas, cartilhas e acompanhamentos dos Ministérios da Cultura e da Justiça, para orientar e salvaguardar os direitos autorais dos artistas vivos e dos herdeiros legais, na forma da Lei de Direito Autoral em vigor.
A arte popular e seus festejos são a base de nossa cultura brasileira, cabe a qualquer governo cultural, criar programas para registro, incentivo e a promoção nacional para novas gerações.
Gostaria que a militância politica da cultura brasileira, saísse só das historias e casos sobre os "anos de chumbo" da ditadura militar, e fossem mais longe e contassem e produzissem obras, livros, documentários e filmes sobre a escravização imoral negra e as chacinas culturais indígenas, fontes fidedignas de nossa historia e tributo moral e social de nossa identidade.
Por mais estranho que parece, a construção da arte contemporânea brasileira se inspira em formas e cores na arte primitiva e na arte naïf brasileira em uma instancia mais erudita retorna a visão do grafismo da arte negra e indígena, negra afro-religiosa e indígena minimalista-naturalista.
