Linguagem

Cerca de 1504 frases e pensamentos: Linguagem

Em nosso cérebro temos um arsenal de estratégias para identificar cores, sentidos, linguagens. E com isso podemos identificar
pessoas. O seu arsenal está preparado para identificar as más pessoas?

Inserida por FagnerGouveia

Esteja em um relacionamento sério com seus projetos e compartilhe suas experiências para que você possa curtir seu desenvolvimento. Essa é a página inicial, pois adicionar novos amigos promove networking. No seu mural você pode publicar suas competências e comentar seus cases de sucesso.

Inserida por FagnerGouveia

Agarrou os braços do nativo levou-o para há beira do mar escreveu sobre a areia deu-lhe de comer, mas a nossa linguagem se confundiu no silêncio com alguém que se deslumbrava apenas por existir e não por acreditar.

Inserida por zabarbone

Usamos palavras diferentes para explicar as mesmas coisas e as mesmas palavras para explicar coisas diferentes.

Inserida por allansato

Nem todo mundo entende completamente as expressões da Arte, assim como existem diferentes línguas no mundo que não conseguem se entender.
É assim, tão simples.

Inserida por pandumiel

⁠Você terá dor de barriga, vá ao sanitário, você terá medo, busque a sua coragem interna.

Inserida por UemersonFlorencio

⁠Nao Adianta Deixar A Janela Aberta
E culpar o vento pelas sequelas 🛸

Inserida por Diego_Sukuri_

⁠A paciência é a bordadeira incansável dos sonhos.

Inserida por enigoncalves

Não existe boa poesia sem harmonia.

Inserida por samuel_roberto_1

⁠A arte é para o design o que a poesia é para o jornalismo: uma desvenda, a outra traduz.

Inserida por dimitri_lociks

Linguagens

Notei que o vôo negro da hipálage
não tinha o mel dos lábios da metáfora,
e mais notara, se não fora a enálage,
e mais voara, se não fosse a anáfora.

Chorei dois oceanos de hipérbole,
duas velas cortaram a metonímia.
O pé da catacrese já marchava
no compasso toante dessa rima.

Verteu prantos a anímica floresta,
mas entramos dentro do pleonasmo,
‘stamos em pleno oceano da aférese...

Vai-se um expletivo, outro e outro mais...
Os poetas somos muito silépticos;
os poemas, elípticos demais.

Em qualquer situação, dirija-se ao amor. O amor enobrece a alma e afaga os corações. O amor é o que move o mundo e toda existência humana, embora em alguns momentos ou situações, erroneamente, seja descortinado por sentimentos adversos. Só o amor possui o correto entendimento de todas as coisas e fala, em silêncio, a linguagem de todos os idiomas. Só o amor constrói.
Profª Lourdes Duarte

Inserida por lourdesduarte

⁠A gramática é política por outros meios.

Inserida por pensador

⁠Peco em pronomes do caso reto e exagero em pronomes do caso oblíquo.

Inserida por apatiatropical

⁠Somos seres expressivos, muito mais do que comunicativos.
Quando nascemos, antes de aprendermos a balbuciar, nossa comunicação acontece por meio dos gestos e pequenas expressões.
E mesmo quando não podemos ou não queremos dizer, nossas expressões figuram tudo o que foi calado.
Há um vocabulário que grita no silêncio!
O corpo fala o que não verbalizamos, e até revela a verdade oculta nas argumentações falaciosas.
De maneira voluntária ou não, o corpo entrega sinais e mensagens através das emoções.
Não é à toa que as relações mais fortes são aquelas em que as pessoas se compreendem somente pelo olhar.

Inserida por ketantonio

⁠Nunca confunda rapidez com fluidez ao aprender um idioma. Pois quem fala rápido, não é compreendido - isso não é uma qualidade, e sim, um problema.

Inserida por FelipeGustavoASilva

Por mais que se diga o que se vê, o que se vê não se aloja jamais no que se diz, e por mais que se faça ver o que se está dizendo por imagens, metáforas, comparações, o lugar onde estas resplandecem não é aquele que os olhos descortinam, mas aquele que as sucessões da sintaxe definem.

Michel Foucault
As palavras e as coisas: Uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

⁠Boa noite! 🩸

O dia se foi, deixando para trás, a saudade mansinha dos desencontros e encontros, rompendo-se a noite com as estrelas a brilhar no céu prontas para encaminhar a cada pessoa, o mundo encantado dos sonhos, que nos inspira com sua beleza e sensibilidade, formando um arco-íris de pensamento, a flutuar como um beija-flor voando no seu próprio eixo, a movimentar o mistério da convicção da força e crença das próprias palavras, nas características de tudo aquilo que é diverso, na sua multiplicidade, apresenta a pluralidade da vida, sinaliza o quanto a diversidade, proporciona a oportunidade de reforçar o desenvolvimento da vida, com críticas e, adversidades, para cada momento das nossas particularidades, que surge como um vento a transpor às ideias, na personificação das palavras de forma harmônica e homogênea, seduzido os desejos misteriosos, que dá a vida, para manter as raízes firmes na prática da palavra desenvolvida, pois, uma vez dita de maneira esdrúxula, não retorna, apenas serve como esperança a nos ensinar, que podemos desfalecer em algumas ocasiões, diante das próprias palavras, mais não devemos manter desanimados na complexidade da realidade aparente da fala, pois, somos tomados de forma inexplicável, com expressões fonética da linguagem corporal, escrita e falada, cada qual, com a sua determinação linguística, a revelar dom de compartilhar e comunicar de modo visionário ou não. 🙌🏻
JCA

Saúde e paz! 🌷
Brilha prosperidade e gratidão! 🌷

Inserida por julio_cesar_alves

⁠Até mesmo quando você não está dizendo nada, você está dizendo algo.

Inserida por PetrusLucchesi

⁠PODE? MICO. Nossa rica língua, definha.
Escrevo diariamente e isso não nomeio como hábito, necessidade ou coisa que o valha, é algo que faço normalmente com prazer, hoje me debruço sobre o tema, usando uma expressão comum que quer dizer que me ocupo de algo, no caso a ação de escrever, com maior atenção.
Escrever é uma das muitas formas de comunicação, talvez a mais assertiva delas para mensagens que tenham maior complexidade ou riqueza de detalhes, quando escrevemos damos a mensagem uma atenção maior, escolhemos as palavras.
É natural que ao utilizarmos a fala não observemos maior cuidado com termos, concordâncias, enfim a gramática e em tempos de internet e redes sociais as mensagens por aplicativos constituem praticamente um dialeto que usa e abusa de abreviaturas e desenhos que “significam” estados emocionais e afins.
Recentemente li alguns livros que falam de linguagem e como isso interfere em nossos pensamentos, afinal nos utilizamos da língua para criar conceitos e mensagens sejam estas mais ou menos complexas.
Há diversa terminologia que merece estudo: significados, semântica, semiótica, atos de fala, modelos mentais, enfim uma série de características e nuances, mas o que mais me chamou a atenção foram dois aspectos: a intencionalidade e o que chamarei de “memória inconsciente”.
Algumas indagações que faço:
Quantas vezes você se perguntou se conhecia a amplitude de possibilidades de significados para uma palavra que você usa? Não importa se correntemente ou não.
Você se dá conta de que o contexto envolvido é determinante para que exista a melhor compreensão da mensagem?
Quantos conceitos sobre características de pessoas, grupos, nações, que você aceitou como verdadeiros, mas que nunca se preocupou em validar ou vivenciar?
Quantos preconceitos podem ter se formado em você por conta de convenções que você adotou como verdade?
A simples entonação da voz pode ser determinante para a intenção de quem profere?
Quantas vezes você se equivocou em trocas de mensagem, via WhatsApp por exemplo, por conta de mau uso, má interpretação ou mesmo negligência? As palavras escritas não têm entonação possível mesmo na velha e barulhenta máquina de escrever, já era assim...
Falar bonito ou falar difícil, para muitos é usar palavras incomuns nos contatos informais que mantemos todo o tempo com colegas, amigos e a família, porém as palavras, assim como as ferramentas, quanto mais adequadas á uma destinação, no caso a sua mensagem e a sua intenção, maior será a eficiência da sua comunicação.
Outra questão no mínimo interessante é pensar em quanto temos simplificado, reduzido de fato, nossa maneira de pensar e isso é claro em função da utilização de partículas do pensamento (as palavras) que não são escolhidas a dedo. E quanto isso nos faz sermos vistos como pessoas igualmente limitadas?
O português é uma língua tão rica, e também tão difícil, que alguns a chamam debochadamente de código.
A ambiguidade dessa língua de Fernando Pessoa é o que para mim nos define melhor e, no entanto, é ela própria quem também pode nos reduzir a pó de mico, sendo que no caso, ficamos mais propensos a significância do pó do que a simpatia do macaquinho.

Inserida por Machadisses_ac