Liberdade pra Mim e pouco
Quando escrevo costumo ficar um pouco embaraçado, pois para mim não estou apenas juntando letras, palavras e frases com ou sem sentido, mas estou simplesmente desnudado a minha alma diante de quem lê.
Resolvi ser um pouco egoísta e nisso cuidar de mim.
Mas será que isso mesmo é egoísmo?
Ou apenas seja um momento que eu precise de mim?
Não sei...
Só sei que a vida é bem mais que as ilusões e desilusões,
A vida é esse bem precioso que deve ser cuidado a cada amanhecer.
A vida é esse sabor delicioso que não sabemos muito distingui,
A vida é idas e vindas,
Caminhos que muitos faz se estrada ou morada.
Não sei qual o melhor,
Mas mesmo assim dou oportunidades para tantas idas e voltas,
E quem um dia fazer morada,
Saberá que não foi qualquer um, e sim o que soube cativar,
Sim, cativar pelo olhar, sorriso e partilhas.
Quem um dia disse que tudo é eterno,
É porque ainda não desfrutou de um simples engano.
É a vida também tem dessas coisas,
E são com elas que aprendemos e reaprendemos a arte do viver.
Sim, viver é uma Arte,
Até gostosa de se apreciar, e muitas vezes difícil de entender,
Mas mesmo assim, Éta Vida Boa...
Talvez eu não queira ser forte sempre, para que você cuide de mim, pra que sua força seja um pouco minha também. No fundo é isso que eu quero, ser cuidada.
Talvez eu nem seja forte, mas é mais fácil fingir do que mostrar vulnerabilidade. Porém, pra você... pra você eu posso ser a menina frágil que sou.
Prometa deixar-me longe da chuva, do sol, da umidade. Evita-me quedas, rasuras, cortes. Mas não venho com rótulo de fragilidade, então, perceba-me, porque nunca direi do que realmente necessito.
O verdadeiro amor a gente nunca esquece, ele sempre cuidou de mim. Até hoje mesmo tendo um pouco de raiva. Ele cuida de mim, cuida porque ama. E eu não estou dando o devido valor. Mais algo me diz que muito ainda vai acontecer, vai mudar, Eu vou aprender a te amar...
E ontem me deixastes, sumiu, não sobrou nada pra mim, nem um pouco de você. Acaso eu estava amarga, enfadonha, queixosa ou chata, ou te encantas em outras paisagens que já não mais aqui? Acaso veio o tédio e o enjoar,. Não acompanhou a expectativa das idéias e necessidade de você.Foi o cheiro do alho, o ardor das pimentas, que te espantou, e te levou a of, ou o aborrecimento da gripe. Ande, volte, fique aqui, eu preciso de você.
Floresça em ti,
o jardim que cultivo em mim
com zelo e carinho;
um pouco do muito que desejo lhe ofertar,
para enfeitar e colorir nossos momentos de alegria e prazer,
motivo de união e elo indivisível
que desejamos ver perpetuar
enquanto a vida em nós assim o permitir.
Que seja eterno enquanto dure,
perfeito em meio às nossas imperfeições
tão envolvente quanto os mistérios que nos cercam.
Assim é o brilho do amor:
Sempre abre as portas do novo dia,
com a esplendor da luz do sol,
e a encerra com os mistérios da luz do luar,
premiando enamorados,
aquecendo e vibrando corações apaixonados
revelando-se em toda sua intensidade.
"Nele se vive, harmoniza, pereniza e se eterniza!"
►Através De Um Galho
Ela me chamou de louco
Disse que para mim, não existe "apenas um pouco"
E por conta da minha imaginação,
Culpa-me por ser muito imaturo
Mas falei para ela, para não tentar me mudar
Pois este é meu mundo, não quero deixar de imaginar
Se não, a televisão, a internet, a comunicação,
Me transformarão em um ser humano devolvido ao tempo da escravidão
Se eu deixar de sonhar, me tornarei mais um alienado
Mais um que teve o poder de pensar, amputado
Não conseguirei nem mesmo permanecer levantado.
Ela tentou criar uma "nova pessoa" para mim
Mesmo não confessando, ela estava se incomodando, eu percebi
Então, para finalizar minha conclusão, a perguntei, e ela disse sim
Pensei qual era o motivo para ela ficar tão incomodada
Como diria conhecidos, "Estava na cara"
Talvez as minhas rimas eram ricas de depressão explicita
Talvez os bons dias acabaram sucumbindo à rotina
Talvez eu não havia cedido a ela a atenção devida
E o silêncio que predominava nos lábios dela, me torturava
Não sabia se tinha feito algo imperdoável
Temendo por talvez está se apagando aquela vela.
Decidi não ficar dependente do celular
Peguei o ônibus e fui até o campinho que costumávamos ficar,
E ela estava lá, segurando algumas folhas de hortelã recém-chegadas
Me sentei ao seu lado, e muito preocupado, acabei ficando calado
Me sentindo no próprio vácuo.
Haviam poucas pessoas perto de nós
Talvez umas três, mas nos sentimos a sós
Era um tanto quanto estranho, mas,
Parecia que de mim ela já não mais gostava
Mas eu estava crendo que nossa relação estava normal
Pensei que estávamos felizes como casal
Mas talvez eu, em algum momento, tenha feito algo mal
E estava me machucando o escutar apenas do vento
Talvez fosse melhor darmos um tempo,
Afinal essa era uma opção valida naquele momento.
Com um fino galho ela desenhou sobre o chão
Não sei o motivo, mas ela me cutucou, me chamando atenção
E, em meio a poeira, ela desenhou dois bonequinhos de palito
De início eu pensei que fosse bobeira,
Mas ela escreveu algo, que estava um pouco complicado para ser entendido
Mas logo em seguida eu consegui compreender, estava escrito exatamente assim
"Tenho medo de não ter mais você perto de mim, me entristece até o fim".
Levemente segurei o queixinho liso dela
Olhei para aqueles olhos castanhos lindos
E simplesmente indaguei para ela
"- De onde você tirou isso?".
O amor realmente é confuso
Mesmo estando ao lado da pessoa,
Não nos sentimos completamente seguros
Nunca houve motivo para insegurança,
E mesmo assim, ela temia a distância.
Há coisas que falam por mim, que são um pouco eu, e podem me representar. Então eu digo, quando não for capaz de me visualizar, esteja eu longe, ou invisível no teu campo, olhe para o céu, e procure aquela estrela redonda que se move entre as nuvens, o maior destaque da escuridão. Então, serei eu, a Lua.
Meus olhos só te dizem o quanto sei de mim. Sei pouco, sei quase nada, sei o suficiente pra não me perder. Mesmo na penumbra, onde se esconde o mais vil de todos os seres que me habitam, um raio reluzente transcende a barreira do ego, provando que mesmo distante de você meu coração ainda clama seu nome. Clama, grita, murmura aos quatro cantos de um planeta esférico que não há nada que possa sucumbir ao desdém de um amor.
Meus olhos só me dizem o quanto posso ser. Serei muito, serei quase tudo, serei o suficiente pra não me encontrar em você. Mesmo em meio ao fulgor, onde reside o mais puro dos anjos, um sonho atormentado escurece um verseto que leva o amor em fé e crença. Algo que cogita no intimo de um coração murado, um sopro de vida que cedo ou tarde desvanece o próprio ser. É fato que longe assim, o amor ainda é tido como melhor escolha, mas é sempre um castigo de Hamlet ser posto na escolher entre o certo e o melhor. Motivos não me faltam em dormir, dormir… sonhar talvez.
Meus olhos só me escondem você como és. Meus olhos só visam meu coração duro.
Coração de um moribundo, que suando esfria a lascívia de amar.
E esfria, esfria… congela.
Tô compondo uma canção só pra lhe contar um pouco mais de mim... Nesta só existe você. Há tanto de ti que o seu perfume exala...
O MEU ÓDIO
A minha vida é d’uma saudade imensa...
Daquele que em mim pouco sente,
Num profundo notar, de toda a gente,
Daquele que vagueia e nada pensa...
Ando a desventura do que me intensa...
Ao meu falsado, sem que a frente
Eu consiga enxergar o que há contente
Nesta altiva agonia que me extensa...
Olhando por este mundo toda desgraça,
Do sentir que eu sinto, só por graça,
É o viver deste anseio dentro de mim...
E por este sentimento, por esta vida,
Do amor é o meu ódio, é a lida,
Que de saudade eu vivo sem ter um fim...
Ela nada teme,
nem a mim nem ao amor,
nem a solidão ou o altar,
nem um pouco Deus ou o Diabo,
não se curva pra nada,
nada a faz tremer,
critica e rejeição só a fazem mais forte,
ela é os céus e o inimigo de Deus e da paz,
se veste de tentação e de santuário,
minha noiva e ex-namorada,
ela é tudo, ela sou eu,
ela não é nada,
e nem ninguém...
...ninguém que eu possa deixar pra trás!
Esvai-se...
A cada dia que acordo, tenho a impressão que um pouco de mim se esvai...
Esvai-se a vitalidade requerida por todos nós seres humanos, fragilizados pelo aparelho físico, para a continuidade da busca afoita pela conquista dos objetivos mundanos.
Esvai-se a crença utópica, na vaidade que embeleza o corpo físico, e esquece o aprimoramento imprescindível, ao nosso cabedal de novos conhecimentos, aqueles que fazem de nossa alma mais bela e vigorosa.
Esvai-se, e deve ser dessa forma, o orgulho que nos impede de crescer e ver além dos horizontes limitados de nossos olhos.
Esvai-se grande parte da trava, que nos mantem inertes, nos impossibilitando de dar o passo seguinte. De falar o que sinto, com toda a propriedade que me assiste, sendo eu, o dono dos sentimentos que me animam.
Esvai-se o medo, o receio de ser eu mesmo, em gênero, número e grau.
Esvai-se o impossível, pois ele, em meu posto de vista, é apenas uma questão de posicionamento e merecimento. Portanto, deixo de lado aquela velha zona de conforto, onde apenas enxergava o mesmo cenário diuturnamente, e vou a luta em busca de novos sonhos, me enveredando por novos caminhos, novos sorrisos, encarando as varias possibilidades existentes nesse horizonte que vai se despontando a cada passo dado.
Esvai-se velhas crenças, e desta forma vou ressignificando velhos conceitos, e abrindo a minha mente para o novo.
Vou tentando me alinhar as energias que nos circundam,e permitindo então que o universo conspire a meu favor.
Vou mantendo ao me redor, apenas o que me trás crescimento, o que me torna melhor, o resto deixo que o tempo coordene e faça a sua devida recolocação.
E as barreiras que surgem, e tentam impedir o meu caminhar, tento fazer delas mais um degrau rumo a minha evolução.
E procuro manter minhas mãos seguras àqueles que lutam ao meu lado, que sentem a minha essência e compartilham dela, destituídas dos apegos materiais, estes mesmos, que atravancam a humanidade.
E vou deixando esvair-se tudo o que me afasta da simplicidade, tentando diminuir o sofrimento e a dor, e cultivando o tesouro precioso, razão de nosso existir, o amor.
Cai outra vez
Gotas que o céu derramou no meu quintal
Vem carregando bem um pouco de mim
e vem voando feito num vendaval
Regando as flores mortas do meu jardin
Que agora dançam nas bodas de cristal
Que os meus vizinhos fazem pra declarar
velho amor e a paz de um velho altar
Fico daqui me perguntando o que foi
Que eu fiz pra ficar nesse lugar
De folhas mortas e a cidade a aflorar
Tudo aquilo que o homem destrói
Cai entre nós
Nao vai pra lá eu tenho cá meu valor
Deixa pra lá, agora eu tenho que ir
eu vou partir e não pretendo voltar
Chuva lavou
levou consigo meu velho saravá
que cai do céu em choro de sabiá
bem no quintal de um velho a ouvir
O seu passado feito num recital
Cai outra vez
Não me alimento de ódio, nem tão pouco de vingança. Se vc fez algo pra mim no passado, pode crer já foi perdoado!! Se pretende me fazer algu ruim no futuro, pode crer, seu problema não é comigo.
Isso é entre VOCÊ E DEUS.
Não faço planos de guerra nem tão pouco pratico desafetos.
Vivo o agora e planto flores para o amanhã.
Não persigo sonhos, deixo chegá-los até meus pés.Deus já preparou minha trilha, cabe a mim a dignidade de percorrê-la com fé!
Quando me olho no espelho sei exatamente quem sou. Resolvo minhas questões com transparência e equilíbrio.
Nada me falta!Estou certa do amor incondicional de Deus por mim.
Admiro a compaixão e a generosidade. Não sou sustentada pela cobiça e não creio no poder da inveja.
Para poucos dou liberdade de contemplar minhas emoções e para todos distribuo meu sorriso, como forma de luz para minha alma!
Sou fogo que arde renovando minha fé e água em que flutuam meus temores.
Não sou forte para enfrentar a morte, mas Resistente o bastante para ver com ALEGRIA!!
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