Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Ao nos encontrarmos nossas almas se entrelaçam de uma forma incomum.
Os pensamentos são intensos, e nada comum. Os sonhos não são mais os mesmos, depois que você invadiu meu ser.
O romantismo saiu de moda, mas somos apaixonados pela poesia que nos envolve, a cada verso despido no teu lábio, são nos teus olhos que eu vejo a nudez das palavras.
O quanto gosto de você é o tamanho do seu insistir em mim, ás vezes não mereço tanto, mas sempre está aqui, ao meu lado, olhando para a essência.
O beijo revelou, mas você não me tocou, apesar que sabemos nos ter sem chegar, apenas a sede de beber o sabor do fel, nos faz saber que a boca tem sabor de céu.
Seu corpo não é uma ilusão, é imensidão. Fazer amor é contemplar o mais puro e real prazer de amar. Poderia morrer neste momento, mas teus braços me permite viver, no teu peito não sinto solidão, teu colo é o paraíso e a ressurreição.
Meu coração é parte da sua parte, porque metade de mim tem você, e a outra metade quer sempre mais.
A morte seria um fim, mas para o nosso amor existe sempre três pontinhos.
Amar consiste em querer estar ao teu lado, não só hoje, mas desde o passado até o futuro, o que ainda é pouco pra tanto sentir nos nossos corações. Amar é pouco pra tanto amor no peito.
Ela vem sem avisar e entra sem bater. Ela é de uma personalidade forte e incomum. Ela é uma deusa ariana. Ela é simultaneamente a abelha e o mel. E da mesma forma que veio, se vai. Deixando no coração a saudade e o gostinho de quero mais.
Vai ter que ser uma coisa livre, sem bagagem extra. Leve, simples, como tem que ser, sabe, incomum. Eu não precisarei mais do que o amor. Que seja verdade, que seja pra mim, por mim.
O vácuo é doloroso para qualquer um. Triste e desalmado, uma dor incomum. Mas se for vindo da vacuosa é um ar de amor. Não tenha medo e não se desespere com o terror. Pois assim que possível ela vai te contactar e o seu coração alegre ficará.
O SENHOR DASIPODÍDEO
Dasipodídeos é uma família incomum,
Que acabou recebendo nome comum.
É um mamífero todo diferente,
Mamou na sua mãe como a gente.
Engraçado que eles não têm dente,
É um mamífero que vive discretamente.
Na roça as pessoas os têm como iguaria,
Acho isso uma maldade em demasia.
Roubamos e acabamos com o seu habitat,
Muitos com o seu corpo fazem “pop-art”.
Coitado dos dasipodídeos desdentados,
Que moram em buracos tão isolados...
Que desenvolveram uma linda carapaça,
Para se defenderem de toda ameaça,
Só não contavam com o homem maldoso,
Que mata tudo, pois tem a alma de criminoso.
Então descobriu quem é o nosso amigo?
É desdentado, tem couraça e toca como abrigo!
O animal em questão é o nosso irmão Tatu...
Que o mata devia tomar no meio do... Coração.
André Zanarella 19-12-2012
Dasipodídeos = mamíferos desdentados, que compreende os tatus.
Às pessoas São fiéis quando a interesses incomum quando uma passa a pensar diferente a fidelidade acaba
A uma pessoa especial,
A uma pessoa fora do normal,
Incomum, espetacular,
Pode se dizer,
Uma pessoa de se orgulhar.
A essa pessoa, me deixa boba,
Me deixa a voar,
Vivo pensando,
E até imaginando,
Uma vida cheias a de planos,
Para nos realizar,
Gosto porque gosto,
Ele é Único,
Me faz viver Sentindo,
Pois ele é meu Tudo,
O Amor mais lindo,
Que Vivo sem pensar,
Mais o qual posso me Orgulhar.
Mestre Raymond: Simpatia? É uma sensação incomum para se sentir por um osso, madona.
A libélula no âmbar
Ainda agora ia conversando com uma figura, um senhor boa praça, um cara incomum, gosto muito de gente incomum, que mexia com manutenção de geladeiras, dono de uma pequena oficina no bairro que conhecia, até então, só de vista, queria ver se ele conseguia um componente desse indispensável eletrodomésticos pra eu fazer uma fazer umas reciclagens em casa. Pois bem, chamou-se a atenção, particularmente, que essa figura ao longo do trajeto, saia cumprimentando e sendo cumprimentado por todo mundo , dando cordiais boa tarde, gentilmente elogiando o filhinho da jovem mãe, alertando as pessoas que descuidadamente caminhavam na via publica, sobre a aproximação de veículos, retirando folhas cheia de espinhos que encontrou, nessa hora até cantarolei trecho de uma conhecida canção do Roberto: "... toda pedra do caminho você deve retirar, numa flor que tem espinhos você pode se arranhar. Se o bem e o mal existem você pode escolher é preciso saber viver". Daqui pouco uma tábua com pregos, de volta sacos de lixo na via publica e tome cumprimentar o povo e ser cumprimentado, até comentei com ele que se candidatasse a vereador levaria, ele me respondeu que vivem lhe dizendo isso. Falante, bom de prosa, disse que nasceu em Itamaracá, que o pai era detento na prisão agrícola existente lá, três crimes nas costas. Que o mais importante na vida é isso, fazer amigos. - (Fábio Murilo).
A alma leve se eleva, passeia, e te encontra sentado em uma cachoeira em substancia incomum, se comove e te sustenta,você a tempos me esperava sem saber, mesmo relutando teu amor foi mais forte, meu amor pertence a ti, se levante e venha em minha direção, porque eu vou lhe mostrar a verdadeira paz que vem dentro em mim junto ao meu coração!
E no andar da carruagem o mundo fica cada vez mais interessante, uma representação incomum porém muito convincente, e o maior propósito vêm de nossa essência que nos proporcionam uma revolução constante.
A maquiagem está se desfazendo e poderemos ver bem claro quem anda por trás dos bastidores, consequências fatais manipulações constantes, nos levando a uma insanidade mútua.
Fim de uma conspiração metafórica, e o início de um caminho insatisfatório onde sub julgamos melhores...
J.R.M 26/11/12
Ao calar
Quando o homem sabiamente se cala
Demonstra uma destreza de caráter incomum
Mostra no silêncio da palavra
O expressar inexprimível do sábio nu
O silêncio é a melhor resposta
Para aquela insuportável réplica
Impedindo o argumento falho que aponta
As vítimas acuadas que falaram à beça
Cada instante em silêncio leva a amadurecer
Torna interessante os momentos vívidos
Reflexão filosófica de um humilde ser
Sem ter a necessidade de ouvi qualquer ruído
Sufocar palavras naturalmente ditas vans
É a melhor solução em meio a problemas
O silêncio nunca trai e mantém a segurança
Daqueles que são eloquente sem palavras.
Não é incomum que, anos depois de ter cumprido certa etapa da vida, uma pessoa perceba que os amigos permanecem naquela fase e reclamam pelo fato de ela haver mudado. De repente, pessoas que tinham muito em comum já não têm sobre o que conversar, exceto os “velhos tempos”.
Em uma incomum noite chuvosa e tempestuosa, encontraram - se de baixo de uma velha marquise de um antigo banco. Sorriam ao demonstrar seus ardentes sentimentos, envoltos em olhares de amor e prazer. Suas vontades não podiam esperar, nem mesmo diante da torrencial chuva que caía. Desses amantes ouvíamos as juras eternas, palavras de deleite, estupor e desejos sóbrios, sombrios e latentes. Menções luxuriosas de mentes nada confusas sobre o que sentem. O apego tornou-se o ardente desejo do ser.
Canto às 23:50
Uma rotineira tarefa, executada em hora incomum .
Enquanto distraio-me com um pequeno fardo de obrigação, a familiar sensação de não estar sozinho me visita.
Meus olhos fixados ao nada se mantém da mesma forma, enquanto que, ao redor, algumas vozes entoam melancólicas uma canção indefinida.
A Lua, sedenta, ilumina os espectros dançantes daquela que manipula minha mente e guia-me ao profundo desconforto de estar em companhia, uma que não se prevê, uma que indesejamos, acercam-me enquanto se aproximam. Ainda que com risos de zombaria se destacassem, banhados em lágrimas e sangue aqueles seres estavam, tentavam afogar-me no mar de vozes, mas, no mesmo lugar meu corpo se mantinha, pois um brilho impetuoso em meu peito não cedia às forças de todas aquelas mãos, puxando-me pelos pulsos. Nada conseguirão, tento crer.
Os espectros, enfim, aos abismos da escuridão se encaminham, até que uma última voz, sozinha, encerra seu cântico em forma de lamento, uma voz tão expressiva, que permitia visualizar-se, estendendo sua mão, caindo, desaparecendo.
Havia ido tarde tal devaneio, ou estaria para mim, tarde demais para tentar estender a mão àquele que caía, trazê-lo para longe dos cânticos da amargura?
O relógio acusa...
Meia-noite, silêncio descomunal.
Plínio queria uma vida comum
Tudo que fazia éra incomum
Não tinha amigos
Não tinha garotas...
Plínio sabia sequer beijar na boca.
Mas Plínio se revelou
Sua vida ele encontrou
Vivendo a vida na estrada
Plínio só queria sinceridade
Alguém que falasse a verdade.
Cuidado
Plínio leva a vida
De cabeça para baixo
Cuidado
Ele não sabia
Mas estava condenado...
Não é incomum que depois de sentirmos uma felicidade imensa sejamos tomados por uma tristeza repentina.
Naturalmente lindo
Uma neblina vêm galopante do alto da serra e com violência incomum insiste em esconder o meu enorme jardim de rosas coloridas,
um tapete de algodão doce se forma sobre as rosas fazendo-as chorarem implorando misericórdia pela luz solar,
o choro foi ouvido pela brisa do mar que chega uivante decidida a ajudar espalhando a nuvem de algodão doce abrindo os caminhos para o manto colorido de rosas se alegrar.
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