Ja Chorei de tanto Rir

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AS VEZES PENSO QUE JÁ PERDI
De tudo aquilo que eu queria, ainda tenho pouco, acho. Já tive chances de ser o vilão mas acredito na honestidade, e por acreditar já perdi, mas perdi para aqueles que se entulham sobre seus fracassos num canto escuro de um quarto, mas mesmo me ferrando acredito vez ou outra que as pessoas possam ser sempre verdadeiras com o que sente e pensam, alguns deixo que pense que sou um retardado mental que só sabe fazer graça e vive se ferrando, até acho que me cairia melhor o retardado, pois é assim que me sinto as vezes, esperando demais das pessoas ou ganhar a mega.
Ah….quer saber, esquece o roteiro isto é para novela, vou fazer uns rabiscos e guardar tudo em uma caixa velha. Quem sabe daqui a alguns anos eu não me disponha a sentar e me fazer entender que atropelei os sonhos, venci as mágoas, convivi com os fracos, suportei os falsos, e hoje sei a força que eu tenho para enfrentar qualquer obstáculo.

Inserida por JOSEHAROLDORAPHAELLI

Uma certeza carrego comigo,
Amigo de boca pra fora, não demora mais em mim.
VOA!!!
JÀ VOOU!

Inserida por Juisaac

Já violei os dez mandamentos e não me aconteceu nada.
Vou fazer a tábua dos meus mandamentos e os violarei também.
Não vou para o céu, pois não tenho asas.
Não vou para o inferno, pois não sei cavar buraco.
Não vou flutuar, pois não sou tão leve assim.
Não vou desaparecer no ar, pois tenho pedras nos rins.

30 de agosto de 2013

Inserida por valdeck

Não quero nenhum lugar no universo da literatura. Tudo o que deveria ser dito ou escrito já foi realizado. A luta é insana e torturante, requer esforço sobre-humano para se manter visível e consumível.
Há muita cacofonia no mundo. Quero parar de ouvir, ver e sentir, me concentrar no nada, no ócio não criativo.

ICBA, 26 de setembro de 2013

Inserida por valdeck

Somos uma sociedade que costuma contribuir com várias extinções. O amor ao próximo é uma delas, já não conseguimos vê-lo com tanta frequência.

Inserida por engmessias

E quando já não aguentar mais... sorriso no rosto, e positividade!

Inserida por luana859

O dia em que eu conseguir me conhecer plenamente e me aceitar como sou, certamente já estarei morto.

Inserida por Francielecco

Posso ser pobre de dinheiro, e nao ter beleza mais pode te certeza que do meu lado ja mais você saberá oque é tristeza

Inserida por JulioCesardematos

Deixar partir...

Ante o sofrimento daqueles que amo, quando todo o possível já tiver sido feito, por amor eu clamarei, não sofras mais, de nada adianta ver definhar alguém que amo, rogarei a Deus a libertação das amarras que a matéria simboliza.

A morte física é prenúncio de uma nova vida, verdadeira e plena, afinal, o que nos impede de continuarmos nos amando?

A ausência não deve nos remeter à dor sem fim, ao vazio ou ao desespero do não desapego.

Sentiremos a falta um do outro em todos os cantos por onde tenhamos andado, revivendo nossos cheiros, afagos e nossas lágrimas compartilhadas.

Permanecerá vivo o sabor de nossos lábios.

Ao lembrarmo-nos do mar, do por do sol, e daquela vez em que a chuva repentina nos fez correr às gargalhadas teremos a certeza, será egoísmo não deixar partir.

Para que prolongar um sofrimento sem razão?

A escolha não pertence a quem quer sair de cena na frente, ao chegar à nossa finitude que saibamos estar com aqueles que mais amamos, os que nos antecederam e os que ainda precisam continuar.

Compartilharemos nossas lágrimas mais uma vez, sem desespero...

Inserida por pauloafonsobarros57

Ana Julia...

Ana Júlia já percebera em seu corpo alguns sinais do tempo, as mulheres são mais atentas, normalmente cuidam-se mais, mas suas mãos evidenciavam o que os afazeres de todos os dias vinham adiando, ter a consciência de que anos se passaram.

Sem saber ainda porque, em plena manhã de domingo, esse olhar mais atento para essa parte de seu corpo fez com que pensasse em como estava sua vida frente aos planos de sua juventude, quando imaginava para si um mundo sem limites e uma certeza de que poderia ser e fazer o que quisesse de sua vida.

Estava só, o esposo e as três filhas, jovens adultas, haviam saído para fazer algumas compras necessárias para uma pequena viagem de fim de semana numa casa de campo cedida por amigos.

Um pouco confusa com essa inquietação aparentemente sem motivo buscou em uma gaveta da cômoda uma delicada caixa de música, cuidadosamente guardada, ainda envolvida em tecido aveludado.

Mesmo sem acionar o mecanismo daquele relicário ouvia a suave música a tocar, lágrimas e uma intensa tristeza a envolveram no mesmo ambiente onde crescera e presenciara a lenta agonia de seu pai, época em que a tuberculose assombrava as famílias.

Nunca o perdoara pela vida boêmia e descuidada que o afetara e também à toda família, só não ficaram sem um teto porque a casa era fruto de herança de sua mãe, que mantinha o básico lavando, passando e costurando roupas para famílias de posse das redondezas, logo que aprendera Ana Julia também participava desse ofício.

O que mais a incomodava naquela época era a postura de sua mãe que, em muitas das noites que passara acordada preocupada com o marido, ficava em oração sem reclamar e de onde se abastecia de toda a energia de que precisava para continuar.

Ana Julia ainda mantinha vivas as lembranças das várias madrugadas quando, acordada e envergonhada, ouvia o pai entoar músicas ininteligíveis, enquanto era uma vez mais carregado pelos amigos da noite casa adentro, com as vestes sujas e cheiro forte de bebida, Ana Julia, observara incontáveis vezes daquele quarto sua mãe, gentil e resignada, o acolher e o acomodar como podia no surrado sofá da sala.

Durante anos e inúmeras noites em que a mesma cena se repetia sua mãe com o passar dos anos adoecera, e, enquanto seu pai estivera vivo, ela, com o que lhe restava de forças, dele cuidava sem reclamar.

Logo após o falecimento de seu pai sua mãe também se despediu de sua vida de entrega e amor, em seu leito Ana Julia a questionara uma única vez, porque permitira tanto sofrimento e humilhação sem reagir ou reclamar, em resposta ouvira, “sempre soube que você esperava uma reação minha, me perdoe, chegará o dia em que você entenderá”.

Ana Julia buscava ainda a compreensão de tanta abnegação, doação e amor em meio à doença, restrições e vergonha ao longo de tantos anos com o consequente afastamento da maioria dos familiares e amigos.

Finda em sua mente a música suave e delicada, com mais atenção olhava para a caixa de música e relia uma frase por seu pai gravada, “Meu amor me perdoe por todo o sofrimento que te causarei”.

Sua mãe fizera uma escolha consciente, sabendo o que enfrentaria na vida ao lado do companheiro que amava.

Iguais à ela quantas pessoas mais possuem essa força que, para quem está de fora observando sem compreender, beira à loucura, à baixa autoestima e ausência de amor-próprio?

Ana Julia, logo após a morte de sua mãe, decidira que não repetiria aquela história e hoje ainda busca a sua resposta, “...chegará o dia em que você entenderá”.

Inserida por pauloafonsobarros57

Histórias de amor...

Não tem início no tempo,
apenas já existiam,
afloram sem muitos porquês,
seguem um curso que suporta obstáculos,
não importa quão tortuosos sejam os caminhos,
a força que as move se revigora em
delicados sinais,
quando do sono agitado um único desejo,
um breve momento ameno e tranquilo,
quando da dor intransferível a presença
com o abraço e o colo que aliviam,
quando das crises naturais e humanas,
o recomeço ao amanhecer de um novo dia,
histórias de amor verdadeiro não se explicam,
nem sempre fáceis, são escolhas possíveis.

Inserida por pauloafonsobarros57

Já não há...

- Por favor, diz-me, agora, quanto você quer de felicidade?
- Ah, assim, do nada, sei lá...
- Por favor, diz-me, agora, quantas pessoas você quer bem?
- Tenho tantos amigos...
- Por favor, diz-me, agora, quando foi que disse amar alguém?
- Hoje mesmo, quando...
- Por favor, diz-me, agora, quando sentiu amor por alguém?
- Gosto de tanta gente...
- Por favor, diz-me, agora, dizer e sentir amor é igual?
- Acho que...
- Por favor, diz-me, agora, aceitaria não pedir nada em troca?
- Não sei...
- Por favor, diz-me, agora, quando foi que chorou de amor?
- Não me lembro...
- Por favor, diz-me, agora, o que te faria renunciar?
- Abrir mão assim, sem...
- Por favor, ouça-me, agora, não tenho dúvidas, amo você desde sempre, não senti-la e ouvi-la, longe ou ao lado, por um minuto, por um dia, por toda uma noite, seria um desafio e nem quero pensar nisso, acredito que nada é por acaso, não podemos tomar posse de pessoas, mais ainda de quem gostamos ou, em especial e de verdade, amamos, quando pedirmos provas de amor ele já não há...
- Por favor, diz-me, quando puder...
- Ah...

Inserida por pauloafonsobarros57

“Têm cemitério; que tiram os sapatos e já estamos nus: ... Ou ...Não...”

Inserida por AnaTerezaATAB

017-"A Onisciência é como um filme de rolo: as coisas já estão gravadas na película e nada poderá mudar a historia do filme" (Jocax)

Inserida por jocax

Fujo de assuntos que me sufocam, confesso, ,já deixei me levar, quase morri sem ar.

Se Deus fosse injusto já tinha castigo muita
gente cumprido ordem de religiosos
que se considera santo!
Damos graças, porque Deus não é
subordinado o homens!

Não há fracasso maior do que o sucesso,mas só conhece o fracasso,quem já alcançou o sucesso.

Inserida por ConfideFriasolitaria

Nunca tenha receio de ficar sozinho pelo resto de sua vida até porque o ser humano já nasce com a habilidade de viver na solidão.

Inserida por ConfideFriasolitaria

Apenas um sonho, por si só já bastaria para
que a gente quisesse levantar e seguir em frente.
Eu sou portador de vários, então,
sinto como se pudesse voar...

Eu que já não tinha muita expectativa,
me vi recriando planos de vida...
casos de amor,
paixões em brasa,
voos rasantes,
muitos instantes
sagrados de nós dois...
Como se fosse possível merecer
alguém com quem ainda pudesse viver
a intensidade de um amor
que nunca mais fosse dor.