Inquietaçao
Inquietação
Chove em silêncio,
Pingos incessantes de poesia,
Formando molhadas reticências...
Há uma chuva em mim e
Seu reflexo cinza, triste,
Oculta a alegria colorida dos
Dias sem medo que eu tinha no coração.
Há uma melancolia sem cor,
Há uma chuva feito versos,
Que corre dentro do coração....
Não quero entender o que não tem explicação...
Quero silêncio depois do vento,
Quero um novo arco-íris num céu primaveril
Quero uma alma quieta, uma luz que silencie,
Quero outra vez ser chuva de verão,
Serenidade, solo que absorve,
Mar, montanha, flor, lua cheia,
Amor e vida, em meu coração....
Tudo que causa dúvida e inquietação não provém de Deus.
Deus é certeza, Deus é paz!
Que a sua vontade prevaleça sempre, porque ele sabe o que é melhor, Ele sempre sabe o que faz! 👉🏽 Não andeis ansiosos por motivo algum; pelo contrário, sejam todas as vossas solicitações declaradas na presença de Deus por meio de oração e súplicas com ações de graça.
#Bomdia!
Livra-me da angústia, que me gasta,
e de toda a inquietação me afasta.
Reveste-me, ainda, de fé mais vasta,
com a intensidade que o amor arrasta.
Em meu ser, “o mistério me basta”!
(A frase "entre aspas" - desconheço o autor - não é minha e foi o ponto de partida para os demais versos que foram escritos)
A vida fora da fé é uma expectativa constante, que traz ansiedade, preocupação, inquietação e até doenças!
INQUIETAÇÃO
Oxalá vivesse o homem,
Tranquilamente,
Como se vivia antigamente
Aqui por essas terras!
Oxalá a vida fosse mais tranquila,
E o mundo aceitasse
Que o homem, por fim, parasse
Com essa efervescência irracional!
Não sei por que o ser humano
Com nada deste mundo
Se contenta e, a cada dia, inventa
Um novo método de se viver!
É nesse triste vai-e-vem,
Que, todos os dias, eu sou refém
Dos novos métodos que ele criou!
Oxalá não mais houvesse
Esse desenvolvimento desenfreado,
Movido a máquinas sem freio
De mão!
Oxalá fosse mais inteligente
[O HOMEM]
E só fizesse máquina
Que não minasse
A sua própria felicidade!...
Oxalá!...
AUTOR: Sivaldo Prates Ribeiro
"Toda mudança gera inquietação, desconforto, preocupação e desconfiança, porém "mudanças" são condicionantes para o progresso e crescimento pessoal."
O pensamento vago antevê na inquietação e hesitação de ideias, do mesmo modo, é uma impecável conexão para refletir-se.
Era Deus na minha inquietação. Era Deus na voz do meu irmão. Era Deus abrindo e me mostrando as portas abertas. Era Deus, dizendo: não pare! Ainda é, e continuará sendo Deus me instigando a desvendar os seus mistérios em minha vida.
A sociedade contemporânea testemunha uma geração juvenil marcada por uma inquietação e desorientação palpáveis, cujas dificuldades atravessam tanto o campo profissional quanto o pessoal.
Nesse cenário, os pais se apresentam como pilares de apoio, empenhados em oferecer direcionamento e amparo aos seus filhos.
Contudo, os jovens revelam uma tendência a desistir facilmente diante dos desafios, seja abandonando empregos às vezes após o primeiro revés com o chefe, ou mudando de rumo acadêmico no meio do percurso, desencadeando um futuro impregnado de incerteza e desânimo, onde as promessas de sucesso se distanciam progressivamente, deixando os jovens em um estado de apreensão e falta de clareza em relação ao seu destino.
Corpo em carne e desejo...
Que alimenta o tumulto do vento...
Voz de inquietação...
Batalhas a meu lado...
Boca seca...
Palpitante coração...
Vem contigo a madrugada...
Meus olhos não se cansam...
A promessa de tua boca de eternidade...
Em surdina dás-me mais vontade...
Passo na rua e nada vejo...
Por que ardo eu até tão tarde?
Quis eu lá saber a tua idade?
Na embriaguez da cisma...
Foste um murmúrio...
Rua deserta...
Mundo mudo...
O sangue...
Festim ruidoso e ligeiro...
E a ilusão que me trouxe e que não invento...
Adubando a flor do desejo...
Seja meu que de ti também serei...
Arde-me a cabeça de vos querer...
Em febre e vagando...
Deixando-me de ser...
Nunca me dissestes seu nome...
Mas a ti conheço bem...
Enquanto na sombra te espero...
Aos olhos alheios não sou ninguém...
Sandro Paschoal Nogueira
VERSO ...
Instante vazio. Um silêncio carrancudo
E a inquietação ativada no sentimento
Tudo é parado, nem mesmo o vento
Cochicha na mansidão, está tão mudo
Eu fico a versar, em um rogo agudo
Vejo, solitário, o vão do pensamento
Que em tal momento é tão sedento
Tão inútil e, que no engano me rudo
Ó divindade desta razão tão bonita
Que dá relevo ao agrado e, acredita
Na consolação das solidões tortas
Cede-me a poética e distinta calma
Para que, no soneto traga pra alma
Fôlego, e não quietas horas mortas...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
06/03/2021, 10’10” – Triângulo Mineiro
A inquietação impacienta um deslumbre quase incomensurável que nos leva a um pico de desejos surreais, por isso mantenha o equilíbrio e escarneça plenamente em suas vontades do inconsciente
Já pensei muitas vezes em me mudar, havia uma inquietação muito grande, mas mal sabia que não se tratava de insatisfação com a cidade e sim, comigo. Percebo que se tratava de falta de propósito mesmo. Não estou falando de propósito por modismos, quem me conhece sabe que não sigo a manada, estou falando de autoconhecimento e de ir em busca da realização dos meus sonhos. Eu escolhi e segui um caminho que foi necessário para sobreviver e que foi importantíssimo para chegar até aqui, mas hoje consciente de mim e dos meus sonhos, percebo que posso escolher diferente a partir daqui.
A nossa inquietação não faz Deus perder o controle da situação. Ele permanece sentado no seu trono.
De adoração em adoração Adorar...
Em Adoração...todo o tempo, adorar.
Adorar na inquietação da alma.
Adorar na insegurança do eu, mas na plena dependência de Deus.
Adorar ciente que nada sou, e se Ele não for por mim, nada haverá.
Adorar chorando.
Adorar sorrindo.
Adorar orando.
Adorar pedindo.
Adorar em gratidão, em temor e em súplica, pedindo perdão por qualquer que tenha sido a murmuração.
Adorar não apenas na igreja, mas adorar em espírito do abrir os olhos ao fechá-los por maisnum dia de ...
Adoração.
Andrea Tavares Dreca
Cárcere -
Sinto-me preso a uma estranha inquietação
que marca no silêncio um compasso lento e mortal,
horas frias a que chamo, cansaço e solidão,
herdadas dos Poetas deste chão de Portugal.
Espirais de assombro, tuneis negros
adentram repentinamente aos olhos meus
e palavras tocam no meu corpo como beijos
na procura incessante de um adeus.
Senhor que ser Poeta é meu cárcere,
meu chão, minha tábua, meu punhal,
meu prato de ansiedade nas mesas de Ninguém
servido de amargura, pó e cinza, dor e sal ...
Parte de mim é paixão
A outra loucura
Parte de mim é inquietação
A outra loucura
Parte de mim um é emoção
A outra loucura
Parte de mim é solidão
A outra loucura
Parte de mim é loucura
A outra também!
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